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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8949</link>
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    <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 00:43:01 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-11-03T00:43:01Z</dc:date>
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      <title>Influência de fitoativos no ciclo de vida de Caenorhabditis elegans e Haemonchus contortus: uma estratégia na procura de novos anti-helmínticos</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26758</link>
      <description>Título: Influência de fitoativos no ciclo de vida de Caenorhabditis elegans e Haemonchus contortus: uma estratégia na procura de novos anti-helmínticos
Autor: Nascimento, Paloma Mathias do
Resumo: A resistência crescente de helmintos a anti-helmínticos convencionais representa um desafio&#xD;
crítico para a saúde animal e a sustentabilidade da produção pecuária. Esta tese teve como&#xD;
objetivo avaliar a atividade de óleos essenciais (OEs) de Origanum vulgare (orégano) e&#xD;
Cinnamomum cassia (canela), bem como de seus principais componentes, carvacrol e&#xD;
cinamaldeído, como alternativas no controle de helmintos. Para isso, utilizou-se Caenorhabditis&#xD;
elegans como modelo experimental para triagem inicial, examinando a atividade dos OEs e das&#xD;
substâncias isoladas em diferentes estágios do ciclo de vida do parasito. Os objetivos incluíram:&#xD;
(i) determinar a atividade letal adulticida e inibitória ovicida; (ii) avaliar a eficácia frente a cepas&#xD;
resistentes às principais classes de anti-helmínticos; (iii) investigar sinergia entre carvacrol e&#xD;
cinamaldeído; (iv) desenvolver formulações; e (v) comparar os efeitos em Haemonchus&#xD;
contortus, importante nematoide gastrintestinal de ruminantes. Os resultados demonstraram&#xD;
atividade anti-helmíntica significativa para ambos os OEs. O OE de orégano apresentou elevada&#xD;
potência adulticida contra a cepa selvagem de C. elegans (CL50 = 1,03 μg.mL-1&#xD;
&#xD;
), superior ao&#xD;
&#xD;
carvacrol isolado (CL50 = 6,81 μg.mL-1&#xD;
&#xD;
), sugerindo sinergia entre os constituintes do óleo. Para&#xD;
ovos, o carvacrol foi o principal responsável pela atividade ovicida. O OE de canela mostrou&#xD;
atividade adulticida semelhante ao cinamaldeído isolado (CL50 ≈ 50 μg.mL-1&#xD;
&#xD;
), mas o&#xD;
&#xD;
cinamaldeído destacou-se como potente ovicida (CL50 = 3,08 μg.mL-1&#xD;
&#xD;
). Ambos os OEs&#xD;
induziram alterações morfológicas severas nos nematoides. Em cepas resistentes de C. elegans,&#xD;
a eficácia adulticida do OE de orégano foi reduzida, enquanto o OE de C. cassia manteve sua&#xD;
atividade, sugerindo mecanismos distintos e potencial para uso frente a parasitas resistentes. A&#xD;
análise de sinergia indicou efeito predominantemente aditivo ou moderado em adultos e aditivo&#xD;
a ligeiramente antagonista em ovos, não configurando sinergia abrangente. Formulações tipo&#xD;
beads, desenvolvidas por gelificação iônica e com sulfato de cálcio, mostraram boa&#xD;
incorporação das substâncias ativas. Testes em Haemonchus contortus confirmaram a atividade&#xD;
dos OEs, com destaque para o efeito ovicida do OE de C. cassia. Em conclusão, os OEs de O.&#xD;
vulgare e C. cassia, assim como carvacrol e cinamaldeído, demonstraram perfis&#xD;
complementares e promissores como candidatos a novos agentes anti-helmínticos. O OE de O.&#xD;
vulgare tem maior atividade em adultos, possivelmente devido à sinergia interna, enquanto o&#xD;
cinamaldeído apresenta forte ação ovicida, inclusive em cepas resistentes. Estes resultados&#xD;
fornecem base para estudos in vivo, otimização de formulações e desenvolvimento de&#xD;
estratégias combinatórias com anti-helmínticos convencionais.</description>
      <pubDate>Mon, 02 Mar 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-03-02T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Padronização de bioensaios para avaliação de eficácia de inseticidas sobre larvas de Cochliomyia hominivorax (Diptera, Calliphoridae)</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26722</link>
      <description>Título: Padronização de bioensaios para avaliação de eficácia de inseticidas sobre larvas de Cochliomyia hominivorax (Diptera, Calliphoridae)
Autor: Ferreira, Vinícius Monteiro
Resumo: Cochliomyia hominivorax é o principal agente etiológico da miíase na América Latina e,&#xD;
embora exista atualmente uma ampla gama de fármacos disponíveis para o controle de seus&#xD;
estágios parasitários, tem sido relatada eficácia reduzida de alguns compostos. Portanto,&#xD;
bioensaios in vitro são essenciais para detectar resistência e avaliar os métodos de exposição&#xD;
mais eficazes para cada inseticida. Este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia de&#xD;
diferentes metodologias de bioensaio in vitro contra larvas de terceiro instar (L3) de C.&#xD;
hominivorax. Quatro ingredientes ativos, clorpirifós, fipronil, fluralaner e doramectina, foram&#xD;
testados utilizando duas metodologias: impregnação em papel de filtro e imersão larval por um,&#xD;
três e cinco minutos. Nos ensaios de impregnação, nove concentrações de cada ingrediente ativo&#xD;
(10.000–1 μg/mL para clorpirifós, doramectina e fluralaner, e 5.000–1 μg/mL para fipronil)&#xD;
foram aplicadas em discos de papel de filtro, juntamente com um controle não tratado e um&#xD;
grupo controle de veículo, contendo apenas o diluente. Após a secagem, os discos foram&#xD;
colocados em placas de Petri e dez larvas L3 de C. hominivorax foram adicionadas a cada disco.&#xD;
Nos ensaios de imersão, grupos de dez larvas L3 foram submersos em soluções contendo as&#xD;
mesmas nove concentrações utilizadas nos testes de impregnação, além dos grupos controle e&#xD;
controle com o veículo. Todos os ensaios foram realizados em sextuplicata. Os efeitos&#xD;
larvicidas foram avaliados 24, 48 e 72 horas após a exposição, e a inibição da emergência de&#xD;
adultos foi avaliada 10 dias após a incubação; as concentrações letais (CL50) foram estimadas&#xD;
usando análise Probit no software RStudio. Às 72 h, os valores de CL50 do clorpirifós foram&#xD;
100,5, 777,3, 259,3 e 302,3 μg/mL para as metodologias de impregnação e imersão de um, três&#xD;
e cinco minutos, respectivamente. Para o fipronil, as CLs50 calculadas foram de 76,8, 14,5, 1,2&#xD;
e 2,4 μg/mL, respectivamente. Para o fluralaner, os valores de CL50 foram 267,5, 2068,9, 872,9&#xD;
e 635,5 μg/mL, respectivamente. Para a doramectina, as CLs50 calcualdas foram de 676,3,&#xD;
334,3, 255,1 e 215,3 μg/mL, respectivamente. Em relação à inibição da emergência, os valores&#xD;
de CL50 para o fluralaner foram 15,4, 302,7, 92,0 e 67,7 μg/mL e para doramectina, atingiram&#xD;
4,2, 19,7, 15,1 e 7,0 μg/mL, utilizando as metodologias de impregnação e imersão de um, três&#xD;
e cinco minutos, respectivamente. Para o clorpirifós, os valores de CL50 puderam ser calculados&#xD;
apenas para a metodologia de imersão, resultando em 541,2, 114,7 e 120,1 μg/mL para 1, 3 e 5&#xD;
minutos, respectivamente. Já para o fipronil, os valores de CL50 foram estimados apenas para&#xD;
as metodologias de impregnação e imersão de um minuto, resultando em 13,5 e 4,6 μg/mL,&#xD;
respectivamente. Os resultados demonstram que a metodologia in vitro utilizada interfere na&#xD;
atividade de cada um dos compostos testados.</description>
      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26722</guid>
      <dc:date>2025-12-18T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Ocorrência e diversidade genética de Babesia e Hepatozoon em roedores e marsupiais dos Estados do Paraná e Rio de Janeiro</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26718</link>
      <description>Título: Ocorrência e diversidade genética de Babesia e Hepatozoon em roedores e marsupiais dos Estados do Paraná e Rio de Janeiro
Autor: Freitas, Tatiana Pádua Tavares de
Resumo: Entre os protozoários do Filo Apicomplexa estão parasitos obrigatórios que apresentam ciclo&#xD;
de vida heteroxeno e infectam uma gama de hospedeiros vertebrados e invertebrados&#xD;
hematófagos. Apicomplexos do gênero Hepatozoon foram inicialmente registrados parasitando&#xD;
pequenos mamíferos no Brasil no século passado, com detecção de Hepatozoon muris em&#xD;
Akodon fuliginosus em 1915, em São Paulo e de Hepatozoon didelphydis em Didelphis aurita&#xD;
em 1916, no Rio de Janeiro. Mais recentemente, uma nova espécie, Hepatozoon milleri, foi&#xD;
descrita em Akodon montensis em São Paulo, utilizando microscopia e análise filogenética.&#xD;
Babesia é transmitida por carrapatos ixodídeos e possui estratégias únicas, como transmissão&#xD;
transovariana e transestadial, garantindo a propagação e perpetuação de seus estágios&#xD;
infectivos. No Brasil, a primeira descrição morfológica de Babesia sp. ocorreu em marsupiais&#xD;
da espécie Philander quica no Rio de Janeiro em 1928, sendo denominada Nuttalia brasiliensis&#xD;
e, recentemente, acrescentando a análise filogenética, em outros didelfídeos. Para ampliar o&#xD;
estado de arte destes parasitos, este estudo objetivou detectar a ocorrência e a diversidade&#xD;
genética de Hepatozoon spp. e Babesia spp., utilizando uma abordagem de taxonomia&#xD;
integrativa, em roedores e marsupiais do Paraná e Rio de Janeiro. Para este fim, amostras de&#xD;
fígado e esfregaços sanguíneos foram obtidos de 309 pequenos mamíferos capturados em&#xD;
municípios do Paraná (Cruz Machado, Lidianópolis e Ponta Grossa) e do Rio de Janeiro (Iguaba&#xD;
Grande e Nova Friburgo), em três espécies de marsupiais (Didelphis aurita, Monodelphis&#xD;
americana e Philander quica), 14 de roedores cricetídeos (Akodon cursor, Akodon montensis,&#xD;
Akodon paranaensis, Delomys sublineatus, Euryoryzomys russatus, Juliomys ossitenuis,&#xD;
Necromys lasiurus, Nectomys squamipes, Oligoryzomys flavescens, Oligoryzomys nigripes,&#xD;
Oxymycterus nasutus, Oxymycterus quaestor, Sooretamys angouya e Thaptomys nigrita) e duas&#xD;
de roedores murídeos (Mus musculus e Rattus rattus). Nos esfregaços sanguíneos, corados com&#xD;
Giemsa e analisados sob microscopia ótica, foram detectados gametócitos de Hepatozoon sp.&#xD;
em 10% (31/309) dos pequenos mamíferos (Akodon cursor, Akodon montensis e Oligoryzomys&#xD;
nigripes) e merozoítos de Babesia spp. em 40% (4/10) dos Philander quica analisados.&#xD;
Diferenças morfométricas significativas foram observadas em medidas de gametócitos em&#xD;
Akodon sp. e amplificados fragmentos de 18S rDNA de Hepatozoon spp. em 23,3% (72/309)&#xD;
dos roedores analisados (A. cursor, A. montensis, O. nigripes, O. nasutus, O. quaestor, S.&#xD;
angouya e M. musculus). As análises filogenéticas demonstraram a existência de quatro&#xD;
diferentes haplótipos de Hepatozoon spp. entre roedores deste estudo. Na pesquisa de Babesia&#xD;
spp., foram amplificadas sequências dos genes 18S rDNA, cox1, cox3 e cytb em amostras de P.&#xD;
quica, M. musculus e O. nasutus. Nossas descobertas expandem o conhecimento sobre os&#xD;
hospedeiros de Hepatozoon spp. descrevendo Oxymycterus nasutus e Oxymycterus quaestor&#xD;
como novas espécies hospedeiras e identificando dois novos haplótipos circulantes em roedores&#xD;
no Paraná. Também detectamos dois novos hospedeiros entre roedores infectados por Babesia&#xD;
sp., Mus musculus e Oxymycterus nasutus, e um novo haplótipo foi obtido em Philander quica&#xD;
no Paraná, além de possivelmente termos sequenciado o DNA de Babesia brasiliensis na&#xD;
espécie de marsupial originalmente descrita, utilizando uma abordagem multigênica e de&#xD;
taxonomia integrativa, ampliando o clado “Marsupialia da América do Sul”.</description>
      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-12-16T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Descrição histológica de helmintos endoparasitos de peixes marinhos das famílias Sciaenidae e Trichiuridae (Teleostei:Perciformes) provenientes do Litoral Fluminense</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26624</link>
      <description>Título: Descrição histológica de helmintos endoparasitos de peixes marinhos das famílias Sciaenidae e Trichiuridae (Teleostei:Perciformes) provenientes do Litoral Fluminense
Autor: Oliveira, Patrícia Silva de
Resumo: O litoral brasileiro abriga notável diversidade ictiológica, entretanto, os dados parasitológicos&#xD;
associados a peixes marinhos permanecem relativamente escassos quando comparados à&#xD;
&#xD;
riqueza de espécies hospedeiras descritas. O presente estudo examinou a organização morfo-&#xD;
histológica de trematódeos digenéticos e nematoides recuperados de peixes das famílias&#xD;
&#xD;
Sciaenidae e Trichiuridae comercializados no CEASA-RJ entre 2024 e 2025. As análises&#xD;
morfológicas e histológicas permitiram a identificação de Lecithochirium Monticelli e,&#xD;
Lecithochirium microstomu parasitando Trichiurus lepturus, larvas de Anisakis spp. em&#xD;
Pogonias cromis e Dichelyne sciaenidicola em Micropogonias furnieri. Protocolos distintos&#xD;
de coloração histológica evidenciaram estruturas internas, incluindo tegumento sincicial,&#xD;
camadas musculares diferenciadas, organização do aparelho reprodutor e estruturas de fixação&#xD;
nos trematódeos, bem como arquitetura cuticular e padrões de musculatura nos nematoides. A&#xD;
preservação estrutural observada nos cortes histológicos assegurou interpretação morfológica&#xD;
confiável e sustentou a identificação dos espécimes. Os achados confirmam a ocorrência de&#xD;
helmintos com relevância ecológica e sanitária em peixes marinhos de interesse comercial e&#xD;
ressaltam o valor da análise histológica como ferramenta complementar para caracterização&#xD;
taxonômica precisa. Essa abordagem contribui para o fortalecimento da documentação&#xD;
parasitológica regional e fornece base consistente para futuras investigações comparativas e&#xD;
aplicadas.</description>
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26624</guid>
      <dc:date>2026-03-19T00:00:00Z</dc:date>
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