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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8954</link>
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    <pubDate>Mon, 02 Nov 2026 11:28:22 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-11-02T11:28:22Z</dc:date>
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      <title>Análise das políticas nacionais relacionadas à água para a segurança hídrica no Brasil: um estudo de caso a partir do Extremo Oeste Baiano do MATOPIBA</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26800</link>
      <description>Título: Análise das políticas nacionais relacionadas à água para a segurança hídrica no Brasil: um estudo de caso a partir do Extremo Oeste Baiano do MATOPIBA
Autor: Castro, Gleice Ozana Oliveira Lima
Resumo: Esta dissertação analisa a efetividade das políticas nacionais relacionadas à água para a segurança&#xD;
hídrica no Brasil, tomando como estudo de caso o Extremo Oeste Baiano, mesorregião integrante&#xD;
do MATOPIBA. A pesquisa adota abordagem híbrida, combinando análise documental e&#xD;
levantamento bibliográfico sobre a legislação federal com tratamento quantitativo de dados do&#xD;
SIDRA/IBGE para identificar os municípios com maior expansão de área plantada de soja e&#xD;
milho entre 2004 e 2024. O trabalho reconstrói a trajetória normativa brasileira desde o Código&#xD;
de Águas de 1934, passando pela Política Nacional do Meio Ambiente (1981), pela Constituição&#xD;
Federal de 1988, pela Política Nacional de Recursos Hídricos (1997) e pela criação da ANA&#xD;
(2000), até a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (2021), evidenciando a&#xD;
transição da água de bem de uso comum a recurso econômico limitado. Em seguida, discute&#xD;
os conflitos pelo uso da água no Brasil, apoiando-se em referenciais teóricos sobre espaço&#xD;
social e hidropolítica, e demonstra o crescimento dos conflitos hidrossociais registrados pela&#xD;
Comissão Pastoral da Terra entre 2015 e 2024, com destaque para a Região Norte. No estudo&#xD;
de caso, verificou-se que cinco municípios do Extremo Oeste Baiano (Formosa do Rio Preto,&#xD;
São Desidério, Jaborandi, Luís Eduardo Magalhães e Correntina) apresentaram forte expansão&#xD;
da agricultura irrigada por pivôs centrais, associada a desmatamento expressivo, autorizações&#xD;
irregulares de supressão de vegetação nativa e concessão intensa de outorgas de uso de recursos&#xD;
hídricos, ao mesmo tempo em que persistem desigualdades no acesso ao abastecimento de água&#xD;
e ao esgotamento sanitário entre esses municípios. A pesquisa também identificou fragilidades&#xD;
na disponibilização e na transparência dos dados hídricos em nível estadual, em contraste com&#xD;
a maior organização das informações no plano federal. Conclui-se que, apesar do arcabouço&#xD;
legal brasileiro ser robusto e ter incorporado, ao longo do tempo, princípios de descentralização&#xD;
e participação social, sua aplicação prática no Extremo Oeste Baiano tem sido insuficiente para&#xD;
conter os conflitos socioambientais decorrentes da expansão do agronegócio, apontando o PSA&#xD;
como instrumento com potencial de mitigação, ainda pouco implementado na região.</description>
      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-08-12T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A semente também germina no manguezal: desdobramentos da chegada do IFRJ em Duque de Caxias</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26783</link>
      <description>Título: A semente também germina no manguezal: desdobramentos da chegada do IFRJ em Duque de Caxias
Autor: Silva, Thiago Luis Santos
Resumo: Esta dissertação analisa os desdobramentos da implantação do campus Duque de&#xD;
Caxias do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), no âmbito da expansão da&#xD;
Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica (RFEPCT) sobre a Baixada&#xD;
Fluminense. Com base em uma leitura crítica das relações raciais e espaciais,&#xD;
ancorada em fundamentos do materialismo dialético, o estudo investiga como a&#xD;
política pública educacional interage com as dinâmicas socioespaciais de um&#xD;
município marcado por desigualdades estruturais, onde 68,8% da população se&#xD;
autodeclara negra. Metodologicamente, emprega análise documental de indicadores&#xD;
socioeconômicos, questionários com estudantes da modalidade Educação de&#xD;
Jovens e Adultos (EJA) e cartografia social participativa. Os dados indicam que&#xD;
embora o IFRJ amplie o acesso à educação técnica e profissional, verifica-se uma&#xD;
desconexão entre a atuação institucional e as demandas concretas de um território&#xD;
marcado por múltiplas formas de exclusão e pela cobrança por melhorias efetivas&#xD;
nas condições de existência.</description>
      <pubDate>Mon, 02 Jun 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-06-02T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Entre Fraturas e Confluências: Epistemologias do Território em Disputas nas Políticas Ambientais e Territoriais Brasileiras</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26465</link>
      <description>Título: Entre Fraturas e Confluências: Epistemologias do Território em Disputas nas Políticas Ambientais e Territoriais Brasileiras
Autor: Bevacqua, Ananda Meinberg
Resumo: A presente dissertação se propõe a discutir a problemática da continuidade da visão&#xD;
fragmentada sociedade e natureza e a invisibilidade dos territórios tradicionais operante nas&#xD;
políticas públicas de planejamento territorial e ambientais. Para além da discussão da falta de&#xD;
coordenação política interinstitucional, investiga-se a continuidade da dupla fratura ambiental&#xD;
e colonial expressa na legislação estatal e a perpetuação de genocídios epistemológicos&#xD;
coloniais atrelados a força desenvolvimentista. Assim, este estudo tem como objetivo geral&#xD;
investigar como as diversas concepções de território influenciaram, historicamente, a&#xD;
elaboração e a implementação das políticas de planejamento territorial e ambientais no Brasil.&#xD;
Metodologicamente, o estudo adota abordagem qualitativa, exploratória, fundamentada em&#xD;
revisão bibliográfica, análise documental e consulta a plataformas participativas de&#xD;
mapeamento territorial. A pesquisa se estrutura em cinco eixos analíticos: i) a discussão&#xD;
conceitual sobre território, a partir de múltiplas racionalidades — econômica, ambiental e&#xD;
sociocultural — e das perspectivas de autores clássicos, instituições e cosmologias de povos&#xD;
indígenas e quilombolas; ii) o levantamento histórico dos marcos normativos e instrumentos de&#xD;
gestão territorial e ambiental, do período colonial à Constituição Federal de 1988 aos&#xD;
dispositivos contemporâneos evidenciando as permanências de um modelo concentrador e&#xD;
excludente; iii) a análise do processo de reconhecimento institucional dos povos tradicionais e&#xD;
o uso de ferramentas de insurgência epistêmica, para confrontar a invisibilização territorial&#xD;
produzida pelo Estado; iv) a análise dos dispositivos legais voltados ao reconhecimento dos&#xD;
conhecimentos tradicionais e à proteção dos territórios tradicionais; e v) a investigação dos&#xD;
desafios para a integração das territorialidades tradicionais nos instrumentos de ordenamento&#xD;
territorial. Dentre os resultados, foi evidenciada a persistência de racionalidades que omitem os&#xD;
territórios tradicionais e marginalizam povos e comunidades tradicionais, além da falha&#xD;
estrutural decorrente da fragmentação institucional entre as esferas federal, estadual e municipal&#xD;
na gestão do solo. A dissertação conclui que o planejamento territorial brasileiro permanece&#xD;
marcado por disputas epistemológicas e políticas, reproduzindo exclusões históricas e conflitos&#xD;
socioambientais. Como contribuição, discute-se a necessidade de remodelar as políticas&#xD;
públicas a partir da incorporação metodológica dos saberes tradicionais, do fortalecimento da&#xD;
participação social e da integração de instrumentos participativos de mapeamento aos sistemas&#xD;
oficiais do Estado, visando à construção de políticas territoriais plurais, democráticas e&#xD;
comprometidas com a justiça socioambiental e a defesa da vida em sua diversidade</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-06-02T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Cartografia participativa como ferramenta metodológica para a gestão social: uma proposição em Mazomba, Itaguaí - RJ</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26133</link>
      <description>Título: Cartografia participativa como ferramenta metodológica para a gestão social: uma proposição em Mazomba, Itaguaí - RJ
Autor: Carvalho, Isabella Dias de
Resumo: A gestão dos recursos hídricos em escala local utilizada em conjunto com a gestão social,&#xD;
possibilita a criação de um processo de cartografia participativa. A escala é a microbacia de&#xD;
Otto Pfafstetter (Ottobacia), conhecida como a menor escala de administração de recursos&#xD;
hídricos. O campo da pesquisa é situado na bacia hidrográfica do rio Mazomba, bairro do&#xD;
município de Itaguaí (RJ). Mulheres associadas do Instituto Mazomba são as interlocutoras&#xD;
imediatas da extensão universitária, elas representam os produtores agrícolas participando de&#xD;
um arranjo produtivo local da fruticultura da banana e de projetos socioambientais na tentativa&#xD;
de valorização de sua produção, buscam a obtenção de selo de produto orgânico, certificação&#xD;
de identificação geográfica e, de Pagamentos por Serviços Ambientais. A hipótese é que a&#xD;
cartografia participativa constitui uma linguagem de fácil apropriação por representar&#xD;
visualmente referências do dia a dia dos interlocutores e facilitar seu protagonismo na busca de&#xD;
recursos. Os objetivos estabelecidos pelos produtores no diálogo facilitado pelo apoio do&#xD;
Instituto Mazomba e a extensão universitária do PEPEDT/UFRRJ estabeleceram como objetivo&#xD;
geral entender como a gestão social dos recursos hídricos torna a Cartografia Participativa uma&#xD;
ferramenta de diálogo na implementação de Pagamento por Serviços Ambientais e, em termos&#xD;
específicos: analisar (i) as unidades de paisagens encontradas em Mazomba, (ii) os&#xD;
desdobramentos das políticas públicas de Desenvolvimento Territorial Rural Sustentável da&#xD;
região e (iii) os resultados da Cartografia Participativa. A questão que se coloca é como a gestão&#xD;
social dos recursos hídricos, dos produtores de banana orgânica, torna a Cartografia&#xD;
Participativa uma ferramenta de diálogo na implementação de Pagamento por Serviços&#xD;
Ambientais em Mazomba? O referencial teórico e metodológico aplicado é constituído pelos&#xD;
eixos teóricos da Gestão Social, particularmente Dialógica, Controle Social, Desenvolvimento&#xD;
Territorial e Interesse Bem Compreendido aplicados pela extensão universitária do&#xD;
PEPEDT/UFRRJ no Colegiado BIG. As Considerações Finais apontam para o principal limite&#xD;
encontrado: a ausência de regulamentação da Lei de PSA que restringe o alcance dos PSA e as&#xD;
dificuldades decorrentes da fragilidade das políticas territoriais que limitam a inclusão no&#xD;
diálogo de atores-chave como os gestores de Unidades de Conservação e responsáveis dos&#xD;
mecanismos de compensação ambiental. Por outro lado, mostram o potencial da gestão dos&#xD;
recursos hídricos na unificação das questões territoriais e a importância da continuidade da&#xD;
relação da comunidade com a extensão universitária no protagonismo das organizações do&#xD;
território.</description>
      <pubDate>Thu, 15 Aug 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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