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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8974</link>
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    <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 04:46:34 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-20T04:46:34Z</dc:date>
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      <title>Impacto do abuso de esteroides anabolizantes associado ao treinamento de força durante a adolescência no sistema cardiovascular e memória de ratos wistar adultos</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22042</link>
      <description>Título: Impacto do abuso de esteroides anabolizantes associado ao treinamento de força durante a adolescência no sistema cardiovascular e memória de ratos wistar adultos
Autor: Costa, César Rafael Marins
Resumo: O abuso de esteróides anabolizantes (EA) é um fenômeno global, mas pouco se sabe sobre seus efeitos tardios, especialmente na pressão arterial, na modulação autonômica cardíaca e na memória em adultos que usaram EA durante a adolescência. Portanto, o objetivo deste estudo foi investigar as alterações na pressão arterial, na modulação autonômica cardíaca e na memória em ratos adultos após o uso de EA combinado com treinamento de força durante a fase jovem. O presente estudo foi aprovado pela Comissão de ética no uso de animais - ICBS, com protocolo número 5306/2016-51. Foram utilizados 20 ratos Wistar machos cedidos pelo Biotério de criação de Roedores DCFis/UFRRJ. Os animais foram divididos em 4 grupos: controle treinado com administração de veículo (TC, n=4), controle sedentário com administração de veículo (SC, n=4), treinado com administração de propionato de testosterona (TT, n=4) e sedentário com administração de veículo. administração de propionato de testosterona (ST, n=5). O protocolo de treinamento de força foi realizado em uma escada inclinada de 80° e 1,1 metro de altura, três vezes por semana durante oito semanas. Foram avaliadas a pressão arterial e a modulação autonômica e, ao final das oito semanas, os animais foram submetidos a um teste de memória espacial no Barnes Maze. As análises estatísticas foram realizadas por meio de ANOVA de duas vias com pós-teste de Bonferroni, utilizando o software GraphPad Prism (versão 8.0), com nível de significância estabelecido em P &lt; 0,05. Os resultados são apresentados como média ± erro padrão da média. Os grupos ST e TT apresentaram intervalo RR médio menor (15 a 9%) em comparação aos grupos controle (p &lt; 0,05). Além disso, os grupos ST e TT apresentaram frequência cardíaca média mais elevada (9 a 12%) em comparação aos grupos controle (p ≤ 0,05). A modulação simpática cardíaca, avaliada pela relação de potência espectral de baixa frequência para alta frequência (relação BF/AF), foi maior nos grupos ST e TT (250 a 323%) em comparação aos grupos controle (p &lt; 0,05). Além disso, os grupos ST e TT apresentaram maior pressão arterial sistólica em comparação aos grupos controle (9 a 12%) (p ≤ 0,05). No teste de memória, o grupo TC apresentou 9% de melhora no desempenho no teste de memória espacial no Barnes Maze em comparação ao grupo SC (p &lt; 0,05), sugerindo melhora na memória espacial induzida por treinamento de força. Entretanto, tanto o grupo TT quanto o grupo ST apresentaram pior desempenho em comparação ao grupo SC e ao grupo (22% e 46% respectivamente) (p &lt; 0,05). Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos TT e ST (p &gt; 0,05). Os resultados sugerem que o abuso de EA durante a fase adolescente de ratos, mesmo quando descontinuado, está associado à hipertensão, aumento da modulação simpática e déficits de memória espacial em ratos adultos. Além disso, enquanto o treinamento de força melhora a memória espacial, o uso abusivo de EA anula os efeitos benéficos do exercício sobre esse parâmetro cognitivo.</description>
      <pubDate>Fri, 06 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22042</guid>
      <dc:date>2024-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do potencial anti-edematogênico, antinociceptivo e anti-inflamatório do extrato, frações e composto flavonoide de Cecropia hololeuca Miq. (Urticaceae)</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/10309</link>
      <description>Título: Avaliação do potencial anti-edematogênico, antinociceptivo e anti-inflamatório do extrato, frações e composto flavonoide de Cecropia hololeuca Miq. (Urticaceae)
Autor: Teixeira, Felipe Marques
Resumo: Cecropia hololeuca, popularmente conhecida como embaúba-prateada, pertence ao gênero Cecropia que consiste em cerca de 60 espécies, algumas delas amplamente utilizadas na medicina tradicional. Os flavonoides são amplamente distribuídos no reino vegetal e responsáveis por uma variedade de atividades farmacológicas. Este estudo investigou o potencial anti-edematogênico, antinociceptivo e anti-inflamatório do extrato aquoso (EACH), frações aquosa (FAqCH), butanólica (FBuCH), enriquecida em flavonoides (FEFCH), flavonoídica (FFCH) e composto flavonoide da Cecropia hololeuca, bem como o possível mecanismo de ação. O pré-tratamento com EACH (30-1000 mg/kg, p.o) produziu inibição dose dependente das contorções induzidas pelo ácido acético (DI50 190 mg/kg) em camundongos machos albinos da linhagem Swiss. A administração oral de FAqCH (180 mg/kg) e FBuCH (120 mg/kg) reduziu as contorções induzidas por ácido acético em 80% e 37,9%, respectivamente. A administração oral de EACH (1 g/kg) não produziu efeito antinociceptivo enquanto o controle positivo fentanil (50 μg/kg, s.c) aumentou o limiar nociceptivo no teste de imersão da cauda. Adicionalmente, EACH não alterou a atividade motora no teste do rota-rod, ao contrário do diazepan (5 mg/kg, i.p). No teste de pleurisia induzida por carragenina, a avaliação do EACH (100, 300 e 1000 mg/kg, p.o) evidenciou que a maior dose inibiu significativamente a migração de leucócitos em 50%, em relação ao veículo (1,5±0,3x106 leucócitos/mL). Nos experimentos com FAqCH (60, 180 e 600 mg/kg, p.o) e FBuCH (400 mg/kg, p.o), observamos que FAqCH inibiu a migração de leucócitos de forma dose dependente em 35,7%, 67,7% e 85,4%, respectivamente, e FBuCH reduziu a migração de leucócitos em 68,8%, quando comparados ao veículo (2,9±0,4x106 leucócitos/mL). Os animais pré-tratados com FEFCH (2,5, 5 e 10 mg/kg, p.o) reduziram a migração de leucócitos em 43,6%, 42,3% e 53,9%, respectivamente, em relação ao veículo (1,8±0,3 x106 leucócitos/mL). No teste de pleurisia induzida por carragenina o controle positivo dexametasona (2 mg/kg, s.c) apresentou valores semelhantes para inibição da migração de leucócitos. No modelo de artrite induzida por zimosan EACH, FAqCH, FBuCH, FEFCH, FFCH e a rutina inibiram a formação do edema articular, a nocicepção e a migração de neutrófilos para o espaço articular em pelo menos uma das doses testadas. A administração da rutina (30 mg/kg, p.o.) promoveu diminuição do diâmetro da articulação fêmur-tibial, antinocicepção através do teste de Von Frey e inibiu a migração de leucócitos para a cavidade articular em 42,9%, 24,4% e 48,7%, respectivamente, em relação ao veículo e semelhante ao controle positivo dexametasona. Adicionalmente, os tratamento com EACH (1 g/kg, p.o), rutina (30 mg/kg, p.o) e dexametasona (2 mg/kg, s.c) reduziram a concentração de TNF-α no macerado articular, em 32,8%, 47% e 64%, respectivamente, quando comparados ao grupo veículo (146,5±21,5 pg/g de tecido). Estes resultados indicam que o EACH e as frações isoladas da Cecropia hololeuca produziram atividade anti-edematogênica, antinociceptiva e anti-inflamatória. A avaliação da rutina no modelo de artrite induzida por zimosan sugere que este importante flavonoide possa ser responsável pelas atividades promovidas pelo EACH através da inibição de TNF-α, justificando os relatos do uso etnomedicinal desta espécie em doenças inflamatórias.</description>
      <pubDate>Tue, 27 Feb 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/10309</guid>
      <dc:date>2018-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Citocinas pró inflamatórias, eixo hipotálamo-hipófiseadrenal e papel do BDNFna mediação da neurogênese hipocampal no infarto do miocárdio em ratos</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/10310</link>
      <description>Título: Citocinas pró inflamatórias, eixo hipotálamo-hipófiseadrenal e papel do BDNFna mediação da neurogênese hipocampal no infarto do miocárdio em ratos
Autor: Côrtes, Rafael Sonoda
Resumo: O infarto do miocárdio (IM) é a síndrome de maior prevalência nos dias atuais. Semelhantemente  impactante, a depressão tem causado diversos prejuízos à saúde e  a economia mundial. Epidemiologicamente, essas diferentes condições clínicas possuem uma  relação  bidirecional.  Diversos  estudos  em  ratos,  nos  últimos  anos,  associam  o surgimento de sinais análogos a depressão a alterações fisiopatológicas pós IM, dentre &#xD;
as  quais  a  ativação  de  fatores  pró-inflamatórios  e  a  hiperativação  do  eixo  endócrino hipotálamo-hipófise-adrenal  (HPA).  O  objetivo  deste trabalho  foi:  estudar,  em  grupos distintos de ratos, num protocolo a curto prazo, de quatro dias e num longo, de vinte e cinco  dias,  as  características  supracitadas,  além  de  elucidar  a  participação  do  fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF) e da neurogênese hipocampal no surgimento da  depressão  induzida  por  IM  experimental,  através  da  proteína  ki-67,  marcador  de proliferação celular. Para tanto, ratos Wistar machos (200-250g) foram  submetidos ao &#xD;
IM através da ligadura da artéria coronária esquerda e submetidos ao teste de preferência  pela  sacarose,  teste  do  nado  forçado  e  ao  teste  do  campo  aberto.  Foram mensurados: os níveis cardíacos de TNF-α e as concentrações plasmáticas e hipotalâmicas  de  TNF-α  e  IL-1β.  Na  alça  endócrina,  as  concentrações  plasmáticas  de hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) e de corticosterona e os níveis hipotalâmicos de hormônio  liberador de corticotrofina (CRH). Por fim,  foi  mensurada as concentrações plasmáticas  de  BDNF  para  a  associação  com  a  neurogênese  do  hipocampo,  região importante  na  fisiopatologia  da  depressão.  No  protocolo  longo,  os  animais  infartados apresentaram  sinais análogos a depressão em comparação aos animais  falso operados. Concomitantemente, apresentaram níveis elevados de TNF-α e IL-1β, de CRH, ACTH e corticosterona e concentrações plasmáticas diminuídas de BDNF, sugerindo diminuição da proliferação de células granulares no hipocampo e, consequentemente, o surgimento da  depressão  em  resposta  ao IM.  Embora  sejam  necessários  mais  estudos,  acredita-se que  este  trabalho  tenha  impacto  translacional,  servindo  de  base  experimental  para  o desenvolvimento de futuras estratégias farmacológicas mais eficazes para melhor qualidade e expectativa de vida de pacientes com infarto do miocárdio. &#xD;
Palavras chave: Infarto, citocinas, depressão</description>
      <pubDate>Fri, 29 Jul 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/10310</guid>
      <dc:date>2016-07-29T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Exposição gestacional aguda ao etanol em ratos wistar: alterações comportamentais e hidroeletrolíticas</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/10305</link>
      <description>Título: Exposição gestacional aguda ao etanol em ratos wistar: alterações comportamentais e hidroeletrolíticas
Autor: Carvalho, Adryano Augustto Valladão
Resumo: O consumo gestacional agudo de etanol pode promover distúrbios contundentes na estruturação de vários sistemas de neurotransmissores, acarrentando alterações funcionais que persistem por toda vida do indivíduo. No presente trabalho avaliamos a influência pré-natal aguda do etanol na regulação hidroeletrolítica e em diferentes respostas comportamentais e ontogênicas ligadas ao sistema serotoninérgico cerebral. A regulação hidroeletrolítica é fundamental para o desenvolvimento de vários processos bioquímicos relacionados à manutenção da vida, e um dos principais mecanismos adaptativos envolvidos com a conquista do ambiente terrestre. O sistema serotoninérgico cerebral possui papel crítico na manutenção da homeostase hidroeletrolítica, particularmente no comportamento de saciedade ao sódio. Efetivamente o padrão de atividade serotoninérgica pode ser criticamente afetado por xenobióticos durante a neurogênese embrionária. A administração de etanol durante a gestação pode reduzir a síntese de serotonina e a expressão da enzima Triptofano Hidroxilase no Núcleo Dorsal da Rafe de ratos. Embora já demonstrado que a exposição gestacional ao etanol gera prejuízos sobre os circuitos serotoninérgicos, não havia até então dados reportando a influência de tal exposição sobre os mecanismos de regulação hidroeletrolítica, especialmente tratamentos agudos, que possuem aspecto translacional mais tangível. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo perquirir o espectro das possíveis alterações desencadeadas pela exposição pré-natal aguda ao etanol sobre o apetite ao sódio e outros parâmetros implicados no controle hidroeletrolítico, e também sobre outras respostas comportamentais. Para tanto, no 14º dia de gestação ratas gestantes foram tratadas com solução de etanol (20% em solução fisiológica, 3g/Kg i.p.). Aos noventa dias de vida, grupos de no mínimo 10 indivíduos provenientes de diferentes ninhadas foram aleatoriamente separados para proceder as manipulações experimentais. Nesta idade a ingestão acumulativa de sódio e água foi mensurada após quatro dias de dieta pobre em sódio seguida de administração de furosemida (10 mg/kg s.c.) e captopril (5 mg/kg s.c.). Neste mesmo paradigma experimental, também avaliamos a evolução do peso corporal, a pressão sistólica, o ritmo de filtração glomerular, a concentração urinária e plasmática de sódio, e ainda o hematócrito dos grupos testados. O grupo etanol apresentou maior ingestão acumulativa de sódio, mas não apresentou diferenças significativas nos outros parâmetros descritos. Também investigamos a ativação neuronial (por meio de imunoreatividade a proteína Fos) das principais áreas encefálicas envolvidas no controle da ingestão salina.  Durante a fase de consumo houve maior número de células Fos-ir no OVLT e SFO, sem diferença no MnPO e menor imuno reatividade no SON, PVN (PaML, PaMM, PaPo) e no DRN, indicando menor reatividade destas áreas após a ingestão de salina. Também evidenciamos que os animais do grupo etanol apresentaram comportamento relacionado à ansiedade e défict na consolidação e evocação da memória. Entretanto o tratamento com etanol não acarreta déficits sensoriais, prejuízos na coordenação motora e no desenvolvimento ponderal, bem como não gera anedonia sob condições basais. Nossos dados permitem concluir que a exposição pré-natal aguda ao etanol induz distúrbios na geração do comportamento de saciedade ao sódio, comportamento relacionado à ansiedade e distúrbios nos mecanismos de memória.</description>
      <pubDate>Wed, 31 Dec 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/10305</guid>
      <dc:date>2014-12-31T00:00:00Z</dc:date>
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