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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8978</link>
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    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:48:21 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-21T15:48:21Z</dc:date>
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      <title>Representações sociais acerca do futuro e juventude por jovens brasileiros</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26139</link>
      <description>Título: Representações sociais acerca do futuro e juventude por jovens brasileiros
Autor: Oliveira, Geovana Rodrigues de
Resumo: A juventude na contemporaneidade está constantemente exposta a profundas transformações&#xD;
decorrentes do campo econômico, político e social, e que influenciam em suas transições para&#xD;
a vida adulta. A juventude é tomada conceitualmente como uma construção social,&#xD;
relacionada à identificação e compartilhamentos de costumes; uma categoria social com&#xD;
características próprias, vivenciada de forma singular a cada sujeito e inserida no campo&#xD;
social, diante de suas estruturas e organizações, que contribuem e atingem os jovens em seus&#xD;
processos de formação. A presente pesquisa teve por objetivo identificar, junto a jovens&#xD;
brasileiros, a estrutura das representações sociais acerca do futuro e juventude. A Teoria das&#xD;
Representações Sociais proposta por Serge Moscovici é o principal aporte teórico que&#xD;
viabilizará identificar o pensamento socialmente compartilhado de jovens sobre o futuro.&#xD;
Abordaremos a Teoria do Núcleo Central de forma mais especifica em busca da possível&#xD;
estrutura das representações sociais acerca do futuro. Para a coleta de dados foram utilizados&#xD;
questionários estruturados através de perguntas fechadas e tarefas de evocação livre com o&#xD;
termo indutor futuro e juventude. Foi utilizado o questionário via Google Forms com 124&#xD;
participantes Os resultados demonstram que futuro é visto como incerto, revela medo e&#xD;
incerteza, mas a família e a esperança se mantem presente. Quanto a juventude, as&#xD;
representações sociais agregam elementos como aprendizagem e independência com força no&#xD;
elemento resistência. Conclui-se que ainda que a juventude traga conquistas da independência&#xD;
e da força, o futuro ainda agrega medo e incertezas.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A aridez simbólica</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25984</link>
      <description>Título: A aridez simbólica
Autor: Bogado, Marcelo Fiorillo
Resumo: A dissertação pretende analisar a pertinência de uma leitura simbólica dos processos de&#xD;
adoecimento psíquicos observados na pós-modernidade, tendo como pano de fundo o aumento&#xD;
da prevalência dos transtornos mentais na atualidade. Também almeja investigar as relações&#xD;
entre os processos sociais de produção simbólica e o adoecimento psíquico, não só na esfera&#xD;
individual, como também no âmbito coletivo. Pois verifica-se que muitos dos fatores elencados&#xD;
nos transtornos mentais possuem uma clara determinação social, a saber, o crescente processo&#xD;
dessimbolização ocasionada pelo modelo econômico neoliberal. A psiquiatria como constructo&#xD;
histórico vem adotando um claro viés positivista, pautada pelas neurociências e possuindo como&#xD;
pedra angular a indústria farmacêutica. Está se tornando obsoleto o modelo da psiquiatria&#xD;
dinâmica que leva em conta a existência das instâncias do inconsciente e, portando, se abre para&#xD;
uma abordagem hermenêutica dos processos mentais. Carl Gustav Jung foi pioneiro em&#xD;
empregar o método hermenêutico na clínica psiquiátrica. Para isso, desenvolveu o conceito de&#xD;
função transcendente. A função transcendente remete a um campo de operações psíquicas que,&#xD;
mediante o concurso dos símbolos, transformam a energia do inconsciente em imagem&#xD;
arquetípica, estabelecendo, pela via simbólica de um intercâmbio eficaz (natural) entre a&#xD;
consciência e a instância inconsciente, um fluxo energético fundamental para a manutenção da&#xD;
homeostase psíquica. Carl Gustav Jung, ao longo de sua obra, sublinhou de modo enfático os&#xD;
agravos causados à psique quando falha a função simbólica transcendente.No quarto capítulo,&#xD;
aborda-se a figura da entidade afro-brasileira Exu, devido ao seu parentesco arquetípico com a&#xD;
figura do deus grego Hermes, de onde derivou a palavra hermenêutica. Finalmente, ilustro com&#xD;
dois casos clínicos o emprego do constructo junguiano na clínica psiquiátrica.</description>
      <pubDate>Thu, 16 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2020-01-16T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O impacto da pandemia de Covid-19 nos processos de trabalho de um CAPSi da Baixada Fluminense: a percepção da equipe multiprofissional do serviço</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25976</link>
      <description>Título: O impacto da pandemia de Covid-19 nos processos de trabalho de um CAPSi da Baixada Fluminense: a percepção da equipe multiprofissional do serviço
Autor: Ciambarella, Heloisa Mação
Resumo: O objetivo deste estudo foi analisar os efeitos da pandemia de COVID-19 nas dinâmicas&#xD;
de trabalho de um CAPSi, localizado na Baixada Fluminense, a partir da perspectiva da&#xD;
equipe multiprofissional. Partindo do pressuposto de que esse serviço está situado em&#xD;
uma região caracterizada por diversos desafios socioeconômicos, levou-se em&#xD;
consideração que os profissionais de saúde mental também enfrentaram mudanças&#xD;
significativas em suas vidas pessoais e na forma como o trabalho foi reconfigurado&#xD;
durante o período de crise pandêmica. No Brasil, o ápice da pandemia de COVID-19 foi&#xD;
marcado por uma elevada incidência de casos graves, resultando em leitos e UTIs lotados&#xD;
e uma sobrecarga nos sistemas de saúde, tal como ocorreu em outros países. Os impactos&#xD;
da pandemia ultrapassam o âmbito epidemiológico, especialmente para a população em&#xD;
situação de vulnerabilidade social. Uma estratégia para mitigar os efeitos na saúde mental&#xD;
decorrentes da pandemia foi a abordagem integral fornecida pelos serviços da Rede de&#xD;
Atenção Psicossocial em todo o Brasil. Os profissionais de saúde mental tiveram que se&#xD;
adaptar e enfrentar as demandas que emergiram ao longo dos anos de 2020, 2021 e 2022,&#xD;
incorporando estratégias de enfrentamento em suas práticas de trabalho. Para examinar&#xD;
os impactos da pandemia de COVID-19 nas dinâmicas de trabalho da equipe&#xD;
multiprofissional do CAPSi foi realizada uma pesquisa qualitativa exploratória por meio&#xD;
de entrevistas semiestruturadas com dez profissionais que compõem um CAPSi,&#xD;
localizado em Itaguaí, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. As entrevistas foram&#xD;
transcritas, analisadas em relação ao seu conteúdo e correlacionadas com as informações&#xD;
obtidas na revisão bibliográfica. Os resultados destacaram que o ano de 2020 foi o que&#xD;
trouxe mais desafios e promoveu mais reorientações, e que os processos de trabalho no&#xD;
início do ano de 2023 ainda permaneciam impactados pela pandemia de COVID-19. A&#xD;
nossa pesquisa no CAPSi corrobora com pesquisas anteriores e indica o estresse dos&#xD;
profissionais e o aumento das crises dos usuários, a sobrecarga de trabalho e a&#xD;
dificuldade de articulação entre os setores como os principais impactos. No CAPSi&#xD;
pesquisado destacam-se ainda a mudança no perfil de atendimento a partir do ano de&#xD;
2020, a criação de três novos instrumentos no ano de 2021, e o número alto de&#xD;
encaminhamentos que provêm do campo da educação. A finalidade dos processos de&#xD;
trabalho no CAPSi foi uma das dimensões menos afetadas. Esses resultados podem&#xD;
informar o planejamento de ações em situações de emergência de saúde pública e&#xD;
fornecer informações para orientar os serviços durante o período pós-crise.</description>
      <pubDate>Tue, 31 Oct 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25976</guid>
      <dc:date>2023-10-31T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Tecnologias leves na comunicação médico-paciente: a perspectiva de médicas residentes em um hospital federal do Rio de Janeiro</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25805</link>
      <description>Título: Tecnologias leves na comunicação médico-paciente: a perspectiva de médicas residentes em um hospital federal do Rio de Janeiro
Autor: Santos, Thyanne de Lima
Resumo: As habilidades de comunicação, compreensão empática e acolhimento constituem fatores&#xD;
essenciais para a integralidade do cuidado e para a qualidade da atenção oferecida pelos&#xD;
profissionais aos usuários dos serviços de saúde. Esta pesquisa objetivou compreender a&#xD;
percepção de residentes médicas acerca dos desafios da comunicação no cotidiano&#xD;
hospitalar, bem como investigar seus repertórios de habilidades interpessoais no&#xD;
atendimento a pacientes e seus acompanhantes. Para tanto, foi desenvolvido um estudo de&#xD;
caso múltiplo com duas médicas inseridas no programa de residência de um hospital da&#xD;
rede federal situado no município do Rio de Janeiro. Foram aplicados questionários&#xD;
autoadministrados, bem como foram realizados dois encontros individuais com cada uma&#xD;
das participantes, relativos à entrevista semiestruturada e à discussão de dois casos&#xD;
clínicos, em busca de conhecer suas percepções, saberes e práticas acerca dos processos de&#xD;
comunicação no contexto institucional. Os dados foram submetidos à Análise de Conteúdo&#xD;
de Bardin e organizados em três eixos temáticos: comunicação com usuários/familiares,&#xD;
incluindo importância atribuída e desafios percebidos; habilidades interpessoais na prática&#xD;
hospitalar, incluindo formação/capacitação e autoavaliação do próprio repertório; e&#xD;
comunicação de más notícias, incluindo impactos nas profissionais e reações dos pacientes.&#xD;
Encontrou-se categorias referentes a desafios relacionados à gestão (abuso de hierarquias,&#xD;
assédio moral), aos serviços (pressão por produtividade, sobrecarga de atividades e tempo&#xD;
limitado), aos usuários (resistências, baixa escolaridade, crenças religiosas) e às próprias&#xD;
profissionais (despreparo técnico, exaustão emocional, dosagem do vínculo). As residentes&#xD;
haviam tido pouco contato com o tema da comunicação médico-paciente na formação&#xD;
inicial, mas avaliaram de modo positivo suas habilidades sociais e comunicativas,&#xD;
apontando algumas dificuldades sobretudo em relação a clareza na realização de&#xD;
orientações e a regulação emocional. Na comunicação de más notícias, obteve-se&#xD;
categorias relacionadas ao impacto de comunicar a notícia difícil nas médicas&#xD;
(autoidentificação, autoculpabilização, empatia e desconforto frente a juventude de alguns&#xD;
usuários) e ao manejo de reações dos pacientes e familiares (raiva, questionamentos e&#xD;
imprevisibilidade emocional). Espera-se que os dados gerados por estudos como este&#xD;
possam subsidiar ações de educação profissional capazes de colaborar para uma maior&#xD;
humanização dos serviços no âmbito hospitalar, ampliando o alcance das tecnologias leves&#xD;
no cuidado em saúde.</description>
      <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-08-29T00:00:00Z</dc:date>
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