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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8978</link>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 23:03:04 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-13T23:03:04Z</dc:date>
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      <title>Efeito do treinamento resistido de alta intensidade sobre respostas comportamentais no modelo experimental de TDAH</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24512</link>
      <description>Título: Efeito do treinamento resistido de alta intensidade sobre respostas comportamentais no modelo experimental de TDAH
Autor: Gomes, Ana Késsia Do Nascimento
Resumo: O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é definido como uma disfunção do&#xD;
neurodesenvolvimento, onde suas características se dão por prejuízos cognitivos, além de&#xD;
comportamentos hiperativos e impulsivos podendo contribuir para interferências críticas na idade&#xD;
adulta. É comprovado que a terapia farmacológica reduz os sintomas do TDAH, no entanto, os&#xD;
colaterais são significativos. Baseado nisso, estudos recentes têm investigado os efeitos da terapia&#xD;
não farmacológica sobre o transtorno. Os benefícios à saúde oriundos da prática de exercícios físicos&#xD;
aeróbios já são conhecidos, entretanto, esse modelo demanda tempo, além de ser considerado por&#xD;
muitos como uma prática monótona, dificultando a adesão por neurodivergentes. Em contrapartida,&#xD;
estudos que abordam o efeito do treinamento resistido são escassos. Dessa forma, o objetivo desse&#xD;
estudo foi verificar as possíveis influências induzidas pelo treinamento resistido (TR), cloridrato de&#xD;
metilfenidato (MPH) e a combinação de ambos, sobre os comportamentos análogos ao TDAH em&#xD;
modelo experimental fêmeas. Ratas espontaneamente hipertensas (SHR), consideradas pela&#xD;
literatura o modelo apropriado para investigar o transtorno, compuseram os seguintes grupos&#xD;
experimentais: Controle (TDAHSEDCTRL, n = 10), Treinamento Resistido (TDAH-TRCTRL, n = 10),&#xD;
Fármaco (TDAHSEDMPH, n = 10) e Treinamento Resistido + Fármaco (TDAH-TRMPH, n = 10).&#xD;
Todos os animais foram ovariectomizados após três meses de vida. O protocolo experimental&#xD;
consistiu em 8 semanas de treinamento resistido, além da administração via orogástrica do cloridrato&#xD;
de metilfenidato, na concentração de 0,2 mg/ml, apenas em animais pertencentes ao grupo tratado&#xD;
com fármaco, durante todo o período experimental. Após a conclusão do treinamento de força, os&#xD;
comportamentos dos animais foram avaliados através dos testes preferência por sacarose, labirinto&#xD;
em cruz elevado, campo aberto, labirinto de Barnes e esquiva passiva. Os dados estatísticos foram&#xD;
analisados através do software Graphpad Prism. A normalidade da distribuição dos dados foi&#xD;
&#xD;
verificada pelo teste Shapiro Wilk. Os testes ANOVA de duas ou três vias foram aplicados e o pós-&#xD;
teste de Tukey permitiu as múltiplas comparações. Os resultados evidenciaram que o treinamento&#xD;
&#xD;
resistido além da combinação entre as terapias foi capaz de reduzir a ansiedade e reduzir a&#xD;
impulsividade, entretanto apenas a terapia não-farmacológica foi eficiente em aumentar a atividade&#xD;
locomotora (p&lt;0,05), ambos comportamentos avaliados através do Labirinto em cruz elevado e do&#xD;
campo aberto. Outro efeito importante, advindo do treinamento resistido e da combinação entre as&#xD;
terapias, foi o aumento da memória espacial, avaliado através do labirinto de Barnes (p&lt;0,05). Não&#xD;
foi verificado diferença significativa no sinal análogo à depressão avaliado através do teste&#xD;
preferência pela sacarose, bem como não foi identificado diferenças significativas na memória&#xD;
aversiva avaliada através do teste esquiva passiva (p&gt;0,05). Os resultados encontrados sugerem&#xD;
possíveis benefícios do treinamento resistido e da combinação de ambas terapias sobre os sinais&#xD;
análogos ao TDAH. Espera-se que os efeitos encontrados, quando translacionados, possam gerar&#xD;
melhoras comportamentais em indivíduos acometidos pelo TDAH.</description>
      <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24512</guid>
      <dc:date>2025-07-31T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Investigação longitudinal do coping e sua influência sobre a autoestima no contexto da formação militar na Academia Militar das Agulhas Negras – AMAN.</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24394</link>
      <description>Título: Investigação longitudinal do coping e sua influência sobre a autoestima no contexto da formação militar na Academia Militar das Agulhas Negras – AMAN.
Autor: Aliane, Fabiano Patrício
Resumo: O presente estudo longitudinal teve como objetivo investigar as relações entre as estratégias de enfrentamento (coping) e a autoestima no contexto da formação militar dos cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), ao longo dos quatro anos do curso de formação. Participaram voluntariamente da pesquisa 215 cadetes de uma mesma turma, sendo 193 (89,8%) do sexo masculino e 22 (10,2%) do sexo feminino. Foram aplicados instrumentos validados para o contexto militar: a Escala de Autoestima de Rosenberg (EAR) e a Escala Toulousiana de Coping – versão reduzida (ETC-R). Os resultados evidenciaram correlações positivas e significativas entre as variáveis psicológicas consideradas adaptativas, especialmente entre a autoestima e os fatores de coping controle (r = 0,312; p &lt; 0,01) e apoio social (r = 0,268; p &lt; 0,05). Por outro lado, os fatores de coping não adaptativos – retraimento e distração social – apresentaram correlação negativa com a autoestima (r = -0,243; p &lt; 0,05), indicando associação com maior vulnerabilidade emocional. Observou-se, ainda, tendência de crescimento gradual dos escores de autoestima e das estratégias adaptativas ao longo dos anos de formação, embora sem diferenças estatisticamente expressivas entre as médias (&lt; 0,505). Foi também desenvolvido um programa piloto de intervenção psicopedagógica — Workshop sobre Gestão do Estresse —, que demonstrou potencial para fortalecer as estratégias de enfrentamento e promover maior consciência emocional entre os cadetes. Esses resultados reforçam o papel do coping e da autoestima como variáveis centrais no processo formativo da AMAN, associadas ao bem-estar, à liderança e ao desempenho atitudinal. Conclui-se que o fortalecimento dessas variáveis pode contribuir para práticas pedagógicas e psicopedagógicas voltadas à promoção da saúde mental, da resiliência e do equilíbrio emocional na formação do oficial combatente do Exército Brasileiro.</description>
      <pubDate>Wed, 20 Aug 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24394</guid>
      <dc:date>2025-08-20T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O dispositivo de maternidade e raça: modos de subjetivação e resistência</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23463</link>
      <description>Título: O dispositivo de maternidade e raça: modos de subjetivação e resistência
Autor: Silva, Gabriela Dutra Candido da
Resumo: O objetivo deste trabalho consiste em realizar uma revisão bibliográfica sobre os impactos e&#xD;
efeitos do dispositivo de maternidade em mães em contextos de vulnerabilidade. Essa&#xD;
realidade, frequentemente marcada pela ausência da figura paterna, impõe desafios&#xD;
significativos, como a sobrecarga emocional, dificuldades financeiras, estigmas sociais e&#xD;
prejuízos à saúde mental. Esses impactos se intensificam quando o debate incorpora o recorte&#xD;
racial, evidenciando a herança escravocrata que contribui para a desumanização da&#xD;
maternidade de mulheres negras, tornando-se urgente reconhecer a importância do apoio&#xD;
social e da implementação de políticas públicas eficazes que possam mitigar os efeitos dessas&#xD;
múltiplas vulnerabilidades. E por fim, destacar a resistência das mães negras, que, mesmo&#xD;
diante do luto e da exclusão social, transformam sua dor em mobilização política e luta por&#xD;
reconhecimento e justiça.</description>
      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23463</guid>
      <dc:date>2025-07-11T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Inserção Ecológica: Uma análise sobre a transgeracionalidade da violência de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23300</link>
      <description>Título: Inserção Ecológica: Uma análise sobre a transgeracionalidade da violência de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade
Autor: Silva, Karoline Arcanjo Apóstolo da
Resumo: A violência é um fenômeno naturalizado que atravessa todas as classes sociais e se dissemina&#xD;
nas relações interpessoais, envolvendo uma relação de poder e sendo, por alguns, concebida&#xD;
como comum. No Brasil, a maioria dos casos de violação de direitos de crianças e adolescentes&#xD;
é perpetrada por adultos com laços de consanguinidade ou função parental Este estudo visa&#xD;
verificar se crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social são vítimas de&#xD;
violação de direitos devido à transgeracionalidade da violência, considerando o racismo&#xD;
estrutural como um fator basilar que organiza as relações sociais e familiares. , é comum&#xD;
observar na dinâmica familiar de mulheres que sofreram algum tipo de violência na infância a&#xD;
perpetuação ou naturalização dessa violência em relação aos seus filhos, ou a ausência de uma&#xD;
postura protetiva diante de situações de violência que seus filhos possam estar vivenciando.&#xD;
Isso pode ser justificado pela falta de referência de um adulto saudável na infância. A pesquisa&#xD;
utilizou uma revisão integrativa da literatura sobre a temática e pesquisa exploratória com a&#xD;
utilização dametodologia de Inserção Ecológica , com 21 participantes- mães ou cuidadoras&#xD;
legais de crianças e adolescentes de 5 a 18 anos, inscritas em projetos da ONG HAJA, localizada&#xD;
na comunidade de Quatro Rodas, em Duque de Caxias-RJ. A pesquisa buscoua responder se o&#xD;
racismo é um fenômeno que estrutura a lógica da transgeracionalidade da violência, quais são&#xD;
as características desse contexto, o perfil das famílias que perpetuam essa violência, o impacto&#xD;
no desenvolvimento de crianças e adolescentes, e as estratégias de intervenção aplicadas no&#xD;
Brasil na última década para romper com a transgeracionalidade da violência.Os resultados&#xD;
indicaram a presença marcante da violência transgeracional contra crianças e adolescentes, com&#xD;
o racismo estrutural sendo um dos pilares dessas violações. Diante desses dados, considera-se&#xD;
urgente a criação de um plano de enfrentamento contra a violência intrafamiliar em famílias em&#xD;
situação de vulnerabilidade.</description>
      <pubDate>Fri, 02 May 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23300</guid>
      <dc:date>2025-05-02T00:00:00Z</dc:date>
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