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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8982</link>
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    <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:48:11 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-20T17:48:11Z</dc:date>
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      <title>Efeitos do enriquecimento ambiental perinatal no comportamento análogo à ansiedade e na sociabilidade e o possível envolvimento dos neurônios vasopressinérgicos e ocitocinérgicos do núcleo paraventricular do hipotálamo</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22020</link>
      <description>Título: Efeitos do enriquecimento ambiental perinatal no comportamento análogo à ansiedade e na sociabilidade e o possível envolvimento dos neurônios vasopressinérgicos e ocitocinérgicos do núcleo paraventricular do hipotálamo
Autor: Muniz, Samantha Costa Amorim
Resumo: Os transtornos de ansiedade estão entre as condições psiquiátricas de maior prevalência na&#xD;
população ocidental, levando à perda da qualidade de vida das pessoas acometidas. Isso reflete&#xD;
em prejuízos no convívio social, no desempenho escolar e no trabalho, além de promover&#xD;
grandes custos financeiros tanto para o paciente quanto para os sistemas de saúde. Diferentes&#xD;
mecanismos estão envolvidos no desenvolvimento de transtornos de ansiedade, dentre eles,&#xD;
alterações neuroendócrinas, como por exemplo, disfunções dos sistemas vasopressinérgico e&#xD;
ocitocinérgico. Além disso, disfunções nesses sistemas também podem causar déficits sociais,&#xD;
prejudicando a capacidade de integrar habilidades comportamentais, cognitivas e afetivas para&#xD;
se adaptar a diferentes contextos sociais. Ansiedade e déficits sociais são características comuns&#xD;
em transtornos neuropsiquiátricos, como depressão, transtornos bipolares e autismo. Eventos&#xD;
ocorridos no período perinatal têm grande impacto no comportamento do indivíduo desde a&#xD;
infância até a idade adulta. Fatores desfavoráveis nesta fase, têm sido correlacionados com a&#xD;
manifestação de doenças neuropsiquiátricas devido à sensibilidade neuroplástica desse período&#xD;
no desenvolvimento do sistema nervoso central. Por outro lado, ambientes favoráveis podem&#xD;
melhorar as capacidades cognitivas e emocionais. Neste trabalho, avaliamos os efeitos do&#xD;
enriquecimento ambiental (EA) perinatal no comportamento social e comportamento análogo&#xD;
à ansiedade em camundongos adolescentes e adultos, tanto machos quanto fêmeas. Também&#xD;
foi realizada uma análise por imunofluorescência dos neurônios vasopressinérgicos e&#xD;
ocitocinérgicos do núcleo paraventricular do hipotálamo. Na adolescência, os grupos&#xD;
submetidos ao ambiente enriquecido perinatal (AEP) apresentaram um aumento de 144,9% no&#xD;
tempo de brincadeira social em comparação aos animais de ambiente padrão perinatal (APP)&#xD;
(fator ambiente: F1,28 = 12,23, p = 0,0016). O EA perinatal não foi capaz de promover redução&#xD;
&#xD;
dos comportamentos ansiosos no teste do labirinto em cruz elevado (LCE) e da caixa claro-&#xD;
escuro (CCE). Contudo, no LCE, o aumento da atividade locomotora em 23,6% foi observado&#xD;
&#xD;
nos animais AEP em comparação aos animais APP (fator ambiente: (F1,60 = 4.28, p = 0,04). Na&#xD;
análise dos neurônios vasopressinérgicos, não foram encontradas diferenças significativas nos&#xD;
animais adolescentes. Porém, na análise dos neurônios ocitocinérgicos, os animais EAP&#xD;
apresentavam área do soma 10,7% maior que os APP (fator ambiente: F1,17 = 4,95, p = 0,03),&#xD;
assim como um aumento de 7,5% no diâmetro (fator ambiente: F1,17 = 13,2, p = 0,002). Nos&#xD;
adultos, independente do sexo, não houve diferenças significativas nos comportamentos sociais&#xD;
no teste de sociabilidade e preferência pela novidade social. Contudo, os animais EAP&#xD;
apresentaram aumento da atividade exploratória neste teste, com aumento no número de rearing&#xD;
88,1% maior que dos animais APP (fator ambiente: F1,57 = 5,10, p = 0,02). No teste do LCE, os&#xD;
animais enriquecidos demonstraram evidente redução dos comportamentos ansiosos, com&#xD;
aumento de 67,12% do tempo relativo de permanência nos braços abertos em relação aos</description>
      <pubDate>Tue, 25 Feb 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22020</guid>
      <dc:date>2025-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação farmacológica das atividades antinociceptiva e anti-inflamatória do composto híbrido: (±-cis) (6-etil-tetraidro-2H-pirano-2-il)metil 2-(2- (2,6-diclorofenilamino) fenil acetato</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/21672</link>
      <description>Título: Avaliação farmacológica das atividades antinociceptiva e anti-inflamatória do composto híbrido: (±-cis) (6-etil-tetraidro-2H-pirano-2-il)metil 2-(2- (2,6-diclorofenilamino) fenil acetato
Autor: Oliveira, Joyce Mattos de
Resumo: Os analgésicos estão entre uma das classes de medicamentos mais utilizadas para o&#xD;
tratamento ou alívio de situações dolorosas e inflamatórias. Porém, devido ao grande número&#xD;
de efeitos colaterais e muitas vezes da ineficácia dessas drogas, se faz necessária a busca por&#xD;
novos fármacos. Quando um novo composto apresenta respostas promissoras, a conjugação&#xD;
de estruturas bioativas específicas em uma única molécula pode ser realizada através da&#xD;
hibridação molecular. Uma saída eficaz de planejar racionalmente novos fármacos que tenha&#xD;
ação sinérgica e/ou diminuição de efeitos adversos. O objetivo deste estudo foi avaliar a&#xD;
atividade antinociceptiva aguda e crônica e anti-inflamatória do novo composto híbrido: (±-&#xD;
cis) (6-etil-tetraidro-2H-pirano-2-il)metil 2-(2-(2,6-diclorofenilamino) fenil acetato (LS26),&#xD;
sintetizado a partir da hibridação do composto [(±)-Cis)(6-etil-Tetrahidro-2H-Pirano-2-&#xD;
il]Metanol (LS20) e o anti-inflamatório não-esteroidal diclofenaco de sódio. O composto&#xD;
LS26 foi administrado pela via oral em todos os animais e em todos os modelos&#xD;
experimentais. De acordo com os resultados, o composto possui atividade antinociceptiva&#xD;
aguda observada nos modelos de contorções abdominais, formalina (ambas as fases) e&#xD;
imersão da cauda em água quente. O mecanismo de ação do composto envolve o sistema&#xD;
opioide, tendo em vista que a aplicação de antagonistas seletivos opioides foram capazes de&#xD;
reduzir o efeito antinociceptivo do composto híbrido. A via NO/GMPc/K+ATP também é um&#xD;
dos mecanismos de ação do LS26 devido a redução do efeito antinociceptivo com a&#xD;
administração prévia de L-NAME, ODQ e glibenclamida. A atividade antinociceptiva aguda e&#xD;
crônica sobre a alodinia induzida pela constrição crônica do nervo ciático, também foi&#xD;
observada no modelo de dor neuropática devido a inibição da produção de IL-1β e IL-6 no&#xD;
nervo ciático. O composto não apresenta relação entre o efeito antinociceptivo e um déficit&#xD;
motor, de acordo com os resultados do teste de rota-rod. Quanto a atividade anti-inflamatória,&#xD;
o composto LS26 apresentou atividade anti-edematogênica, pois foi capaz de reduzir a&#xD;
migração leucocitária e a produção de citocinas pró-inflamatórias como IL-1β, TNF-α e IL-6&#xD;
e aumentar a síntese da citocina anti-inflamatória IL-10 no modelo da bolsa de ar subcutânea.&#xD;
O composto apresentou seletividade para a inibição da COX-2 observada na avaliação in&#xD;
vitro. No teste toxicológico, o composto não apresentou alterações agudas e subcrônica nas&#xD;
avaliações microscópicas e macroscópicas. Esses resultados indicam atividade antinociceptiva&#xD;
através dos receptores opioides e a via NO/GMPc/K+ATP, além de atividade anti-inflamatória&#xD;
com inibição da migração leucocitária, redução dos níveis de IL-1β, TNF-α e IL-6, aumento&#xD;
de IL-10 e atividade inibitória seletiva sobre a COX-2. Podemos então sugerir que o&#xD;
&#xD;
composto híbrido LS26 possui efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório além de ser atóxico&#xD;
em modelos animais.</description>
      <pubDate>Fri, 11 Mar 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/21672</guid>
      <dc:date>2022-03-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Comunicação juncional em macrófagos no processo infecto inflamatório in vitro com toxoplasma gondii</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/19931</link>
      <description>Título: Comunicação juncional em macrófagos no processo infecto inflamatório in vitro com toxoplasma gondii
Autor: Carvalho, Gabriella Oliveira Alves Moreira de
Resumo: Toxoplasma gondii (T. gondii) é o agente causador da toxoplasmose. Este&#xD;
protozoário possui a característica de ser intracelular obrigatório e ter alta&#xD;
prevalência em todo o mundo, em que se acredita ter infectado um terço da&#xD;
população mundial, causando grande morbidade e mortalidade. Dada à&#xD;
complexidade desta doença, diversas pesquisas têm se dedicado ao estudo de&#xD;
estruturas que estejam associadas às doenças parasitárias. Dentre estas&#xD;
estruturas, estão as Junções Comunicantes que são responsáveis pela troca de&#xD;
íons e pequenos mensageiros que mantém a homeostase tecidual. Estes canais&#xD;
transmembranares exercem um importante papel na comunicação intercelular&#xD;
em diferentes tecidos, pois permitem a comunicação em diferentes tipos&#xD;
celulares, incluindo os macrófagos. Com isto, a caracterização morfológica e&#xD;
funcional das junções comunicantes em macrófagos, e em particular formada&#xD;
pela conexina 43 tem sido alvo de estudo de diversos grupos, mas seus&#xD;
mecanismos regulatórios ainda merecem esclarecimentos, principalmente&#xD;
diante de alterações patológicas, como nos processos infecto-inflamatórios&#xD;
causados pelo T. gondii. Diante disto, o objetivo principal deste estudo foi avaliar&#xD;
a modulação das junções comunicantes na linhagem macrofágica J774-G8,&#xD;
após a infecção com o parasito Toxoplasma gondii e a posterior ativação com&#xD;
fatores pró-imuno inflamatórios. Como metodologia, foi utilizada: (1) Cultura de&#xD;
células J774-G8; (3) Infecção da cultura pelo do T. gondii cepa RH; (4)&#xD;
Tratamento com os fatores pró-imuno inflamatórios individuais e conjugados&#xD;
(IFN-γ, TNF-α, IFN-γ + TNF-α); (5) Ensaios imunoeletroforéticos (Western Blot);&#xD;
e (4) Ensaios de imunofluorescência e análise por microscopia confocal. Os&#xD;
resultados gerais achados foram: (1) A melhora no perfil morfológico das culturas&#xD;
&#xD;
de células J774-G8 infectadas com T. gondii tratadas com os fatores pró-imuno-&#xD;
inflamatórios; (2) O aumento da expressão proteica da Cx43 em células J774-&#xD;
&#xD;
G8 infectadas após o tratamento com os fatores imunes pró-inflamatórios, por&#xD;
24 e 48 horas; (3) A ativação celular estimulada pelo tratamento com fatores&#xD;
conjugados; (4) Os danos no citoesqueleto celular causados pela infecção foram&#xD;
irreversíveis, mesmo após o tratamento com os fatores pró-imuno inflamatórios&#xD;
em células infectadas; (5) O dano ao citoesqueleto impediu o transporte e o&#xD;
ancoramento da Cx43 na membrana plasmática, porém os fatores proveram um&#xD;
aumento dos níveis citoplasmáticos da Cx43. Com isto foi possível concluir que:&#xD;
a infecção com o T. gondii causa danos irreversíveis nas células macrofágicas,&#xD;
porém o tratamento com fatores pró-imuno inflamatórios estimula a produção da&#xD;
Cx43, que mesmo não conseguindo se inserir na membrana plasmática em&#xD;
células infectadas por conta dos danos no citoesqueleto, pode exercer papéis&#xD;
importantes no processo de manutenção da estrutura celular infectada.</description>
      <pubDate>Mon, 24 Apr 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2023-04-24T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Modulação da função tireóidea após privação de sono paradoxal em ratos adrenalectomizados ou tratados com propranolol</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/9432</link>
      <description>Título: Modulação da função tireóidea após privação de sono paradoxal em ratos adrenalectomizados ou tratados com propranolol
Autor: Rodrigues, Nayana Coutinho
Resumo: A vida moderna vem diminuindo o tempo de sono da maioria dos homens devido às exigências da vida moderna, os efeitos dessa diminuição tem sido extensivamente estudados nos últimos anos em homens e em modelos animais, No entanto os efeitos da privação de sono na função tireoidiana são pouco estudados. O nosso grupo foi pioneiro em demonstrar os efeitos da privação de sono REM na função tireoidiana, trabalhos anteriores relacionados à função tireoidiana faziam privação de sono total. Neste trabalho nosso objetivo foi avaliar se os efeitos observados anteriormente na função tireoidiana após privação de sono REM eram diretamente pela privação de sono ou secundários a um hiperadrenocorticismo e/ou hiperestimulação β-adrenérgica. Ratos machos (250-300g) do biotério da UFRRJ foram mantidos em ciclo claro-escuro (7-19h) temperatura controlada (22° ± 2°C) com comida e água ad libitum; Para o protocolo do propranolol os animais foram distribuídos em: 1 controle (C), com padrão de sono normal; 2 controle tratado com propranolol   (C+P); 3 privados de sono por 24h (P24);4 privados de sono por 24h com rebote de 24h (P24R); 5- P24 tratados com propranolol (P24+P) e, 6 P24R tratados com propranolol (P24R+P). Todos os animais foram tratados com benzoato de propranolol na dose 30mg/Kg ou com água nos grupos controles por 14 dias. Para o protocolo da adrenalectomia (Ax), os animais foram anestesiados e adrenalectomizados, falso operados (Fo), após 10 dias de cirurgia os animais foram distribuídos em: Fo, Ax adrenalectomizados com padrão de sono normal;   privados de sono por 24h ou 96 com seus respectivos rebotes( P24, P96, P24R e P96R) e Ax privados de sono por 24 e 96 horas com seus respectivos rebotes (AxP24, Ax P96, AxP24R e AxP96 e AxP96R). Todos os animais foram eutanaziados no mesmo dia, sangue coletado para análise de T3, T4, TSH e corticosterona; fígado(F) e tireoide(T) para análise da desiodase tipo 1 (D1), hipófise(H), tecido adiposo marrom (TAM) e hipotálamo(HP) para a atividade da desiodase tipo 2 (D2). Todo procedimento foi aprovado pelo comitê de ética da UFRRJ 003/2015. O T4 diminui em ambos os protocolos, o T3 não muda no protocolo do propranolol, onde a D1 aumenta no F em todos os grupos e não sofre alteração na T, a D2 aumenta no TAM apenas em P24+P e em P24R+P no HP enquanto em H D2 diminui em C+P e P24+P e o rebote normaliza. A corticosterona diminuiu em todos os Ax e AxP24, já no Ax96 houve uma normalização dessa diminuição. O TSH aumentou em Ax e normalizou em AxP24 e AxP24R quando comparados ao Fo. Podemos concluir que a diminuição do T4 é independente de uma hiperativação adrenérgica, pois nem a adrenalectomia nem o bloqueio β-adrenérgico foram eficazes na manutenção dos níveis de T4 e que a privação de sono leva à uma falha no mecanismo de feedback uma vez que o T4 diminuído não estimula o aumento do TSH e que provavelmente o T3 não sofre alteração devido ao aumento da conversão periférica de T4-T3.</description>
      <pubDate>Tue, 20 Dec 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2016-12-20T00:00:00Z</dc:date>
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