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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8995</link>
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    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:26:29 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-09T17:26:29Z</dc:date>
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      <title>Efeito da suplementação com progesterona de longa ação no desenvolvimento embrionário, fetal, pós-natal e na perda gestacional de fêmeas Nelore</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/18247</link>
      <description>Título: Efeito da suplementação com progesterona de longa ação no desenvolvimento embrionário, fetal, pós-natal e na perda gestacional de fêmeas Nelore
Autor: Silenciato, Lara Nogueira
Resumo: O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da progesterona injetável de longa ação&#xD;
(P4LA), administrada no início do diestro (sete dias após a inseminação), sobre o&#xD;
desenvolvimento embrionário, fetal e pós-natal, assim como sobre a taxa de prenhez e perda&#xD;
gestacional de fêmeas Nelores. Para tanto, foram desenvolvidos dois experimentos, sendo que&#xD;
no primeiro, o objetivo foi determinar os efeitos da suplementação de P4LA sobre as taxas de&#xD;
prenhez e de perdas gestacionais. Assim, 403 fêmeas (novilhas e vacas) foram submetidas ao&#xD;
mesmo protocolo de sincronização da ovulação para realização de Inseminação Artificial em&#xD;
Tempo Fixo (IATF). Após a realização da IATF, os animais foram divididos em dois grupos&#xD;
de acordo com o escore de condição corporal, ciclicidade e presença de bezerro ao pé, de&#xD;
maneira que em cada grupo, houvesse proporção semelhante de fêmeas levando em&#xD;
consideração estas três variáveis. O grupo P4 (GP4; n=208) foi constituído por fêmeas que&#xD;
receberam 150 mg de P4LA (Sincrogest® Injetável, Ourofino, Cravinhos/SP), via&#xD;
intramuscular, em dose única, e o grupo Controle (GC; n= 195), por fêmeas que não receberam&#xD;
nenhuma suplementação hormonal após a IATF. O diagnóstico de gestação foi realizado aos&#xD;
30 e 90 dias pós-IATF por ultrassonografia transretal. No segundo experimento, o objetivo&#xD;
principal foi avaliar o efeito da suplementação de P4LA sobre o desenvolvimento embrionário,&#xD;
fetal e pós-natal. Para tanto, foram utilizadas 119 fêmeas gestantes provenientes do experimento&#xD;
I. Amostras de sangue foram coletadas nos dias 17 e 30 pós-IATF, para determinação da&#xD;
concentração de progesterona. O desenvolvimento embrionário foi avaliado aos 30 dias de&#xD;
&#xD;
gestação pela mensuração ultrassonográfica do comprimento crânio-caudal (CRL - crown-to-&#xD;
rump length). Para avaliação do desenvolvimento fetal, foi mensurado o diâmetro torácico&#xD;
&#xD;
(DTO) aos 45 dias de gestação, tomando-se a medida ultrassonográfica da distância máxima&#xD;
entre as extremidades laterais do tórax. O desenvolvimento pós-natal foi avaliado pelo peso ao&#xD;
nascimento. Os dados dos dois experimentos foram submetidos à análise de correlação linear&#xD;
de Pearson, regressão logística binária e ajuste de modelo para análise de variância pelo teste&#xD;
de Wald. A estatística de teste para a significância dos coeficientes foi realizada pelo teste z.&#xD;
As variáveis quantitativas foram comparadas pelo teste t de Student, a 5% de probabilidade. No&#xD;
experimento I, não foi observada diferença significativa entre os grupos GP4 e GC para a taxa&#xD;
de prenhez e perda gestacional (0,3 e 0,61, respectivamente). No experimento II, também não&#xD;
houve diferença entre os grupos suplementados ou não com P4LA em relação à concentração&#xD;
de progesterona mensurada nos dias 17 e 30 pós-IATF (0,73 e 0,62, respectivamente) assim&#xD;
como não foi observada diferença para o desenvolvimento embrionário, fetal e pós-natal (0,59,&#xD;
0,09 e 0,64, respectivamente) em relação ao grupo suplementado e controle. Conclui-se que a&#xD;
utilização de P4LA no início do diestro, não foi uma estratégia eficaz para melhorar a taxa de&#xD;
prenhez e diminuir a perda gestacional, além de não interferir no desenvolvimento embrionário,&#xD;
fetal e pós-natal de fêmeas Nelore submetidas à IATF.</description>
      <pubDate>Thu, 27 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/18247</guid>
      <dc:date>2022-01-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estratégias para recuperação e renovação de pastagem degradada de Urochloa decumbens</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/15760</link>
      <description>Título: Estratégias para recuperação e renovação de pastagem degradada de Urochloa decumbens
Autor: Diavão, Jaciara
Resumo: O objetivo do presente estudo foi avaliar diferentes estratégias de recuperação e renovação de pastagem degradada em área de morro na Zona da Mata de Minas Gerais. Avaliou-se os atributos químicos e físicos do solo, massa, composição botânica e morfológica, acúmulo e valor nutritivo da forragem. Foram testados cinco tratamentos dispostos sob um delineamento em blocos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos foram: controle (CTRL) – pastagem degradada de Urochloa (Brachiaria) decumbens cv. Basilisk sem calagem e adubação; CAL – calagem de manutenção; CAL+P – calagem e adubação fosfatada de manutenção; CAL+NPK – calagem e adubações nitrogenada, fosfatada e potássica de manutenção e QCAL+NPK – calagem a adubação nitrogenada, fosfatada e potássica de formação, associadas à renovação com implantação de Megathyrsus maximus cv. BRS Quênia. Para os atributos químicos e físicos do solo considerou-se o arranjo de parcelas subdivididas com os tratamentos na parcela e as profundidades do solo (0 a 5, 5 a 10, 10 a 20 e 20 a 40 cm) na subparcela, enquanto as variáveis de dossel e forragem foram analisadas sob medidas repetidas no tempo em cinco estações do ano (verão 1, outono 1, primavera 1, verão 2 e outono 2). Os dados foram analisados utilizando procedimentos GLM e MIXED do pacote estatístico SAS®, para as variáveis do solo e da forragem, respectivamente. Maiores teores de cálcio, magnésio, potássio, soma e saturação de bases e carbono orgânico foram obtidos na profundidade de 0 a 5 cm. A menor densidade do solo, diâmetro médio ponderado e geométrico dos agregados ocorreram na maior profundidade, e a maior resistência do solo à penetração foi obtida na profundidade de 15 a 20 cm. O maior teor volumétrico de água no solo ocorreu durante o verão 1 e 2. Houve efeito da interação tratamento e estação do ano para as variáveis de estrutura do dossel, massa, acúmulo e valor nutritivo da forragem. Maior altura, menor intervalo entre cortes, relação folha:colmo, maior FDN, PB e DIVMS foram obtidos para o QCAL+NPK. Maiores massas de forragem total acumuladas foram observadas para QCAL+NPK e CAL+NPK nas estações outono 1, verão 2 e outono 2 (superioridade média de 1.376, 1.352 e 913 kg ha-1  , respectivamente), além de superioridade média de 2.368 e 3.984 kg  ha-1 de MS para o QCAL+NPK, em relação aos demais tratamentos, nas estações verão 1 e primavera 1, respectivamente. A utilização de calcário, associado às adubações fosfatada, nitrogenada e potássica não promoveu alterações das variáveis físicas do solo, porém melhorou todas as propriedades químicas, principalmente na profundidade de 0 a 5 cm. A associação entre aplicação de calcário e adubação de manutenção com NPK afeta positivamente a recuperação de pastagem degradada de U. decumbens cv. Basilisk, promovendo aumento da produção e acúmulo de forragem. A renovação da pastagem com M. maximus cv. BRS Quênia promove maior produção e acúmulo de forragem, além de melhor composição morfológica e valor nutritivo da forragem, quando comparada às demais estratégias de recuperação de pastagens degradadas de U. decumbens cv. Basilisk na Zona da Mata de Minas Gerais.</description>
      <pubDate>Fri, 08 Apr 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/15760</guid>
      <dc:date>2022-04-08T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Produção de leite em pastagens de Capim-Massai em sistemas agrossilvipastoris</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/9241</link>
      <description>Título: Produção de leite em pastagens de Capim-Massai em sistemas agrossilvipastoris
Autor: Silva, Aline Barros da
Resumo: Uma melhoria no ambiente da criação de animais gera grandes benefícios nos resultados de produção, obtidos dentro da pecuária leiteira em regiões tropicais do Brasil. O objetivo desse trabalho foi avaliar o desempenho produtivo e qualitativo do capim-Massai, além do desempenho e comportamento animal de vacas mestiças, em três sistemas, um em monocultivo do capim à pleno sol (pleno sol-SPS) e dois sob regimes de sombra com eucalipto (sombreamento moderado-SSM e sombreamento intenso-SSI). O experimento foi conduzido na Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop/MT) no período entre 06/01/2018 e 14/06/2019. Foram avaliadas as características estruturais do pasto, perda, aproveitamento e oferta de forragem, valor nutritivo da forragem, microclima, taxa de lotação, comportamento animal, produção individual e qualidade do leite. Os dados foram analisados sob estatística univariada pelo SAS® On Demand e PDIFF (p&lt;0,10) e multivariada (análise discriminante e de componentes principais). A radiação fotossintéticamente ativa (RFA) foi maior no SPS, com diferença de 25% para o SSM e 50% para o SSI. Os valores médios de ITU foram superiores a 72 nos três sistemas. A massa de forragem pré-pastejo, a massa seca de lâminas foliares e massa seca de colmos no SSM foram intermediárias aos demais sistemas (6.885, 3.206 e 2.105 kg ha-1 MS, respectivamente). Os valores de densidade volumétrica e aproveitamento da forragem também foram intermediários no SSM (109,1 ha-1 cm-1 MS e 2.999 kg ha-1 MS, em média) em relação aos demais sistemas. Maiores teores de proteína bruta foram obtidos no SSI (13,6%), intermediários no SSM (11,3%) e menores no SPS (10,1%). No verão/2017, a produção individual de leite foi maior no SSI do que no SPS, ambas semelhantes àquela do SSM (15,5 kg vaca-1 dia-1 de leite). No período de chuvas, as vacas dos sistemas sombreados buscaram por sombra em maior frequência (66,5%, em média) que as do SPS (15,9%), enquanto que no período de seca, houve frequência intermediária no SSM (59,7%), com maior valor para o SSI (73,2%). Em condições de baixa incidência da RFA, os colmos do capim-Massai foram menos espessos e mais leves nos sistemas com sombreamento, devido ao manejo do pasto sob 95% de interceptação luminosa. O microclima afetou positivamente o desempenho produtivo do capim-Massai a pleno sol, contudo afetou negativamente o teor de proteína bruta de sua forragem. No SSM, houve maior produtividade do capim-Massai em relação ao SSI, concomitante ao maior teor de proteína bruta da forragem do que no SPS. A produção de leite foi muito dependente da produção de massa seca, o que frequentemente é privilegiado nos sistemas em monocultivo deste capim. O sombreamento moderado promove equilíbrio entre a produção e o valor nutritivo do capim-Massai, assim como ambiência para vacas leiteiras, nas distintas épocas do ano no norte do Mato Grosso–Brasil.</description>
      <pubDate>Fri, 30 Apr 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/9241</guid>
      <dc:date>2021-04-30T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Dietas, prebiótico e probiótico e seus efeitos sobre o microbioma intestinal de equinos</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/9242</link>
      <description>Título: Dietas, prebiótico e probiótico e seus efeitos sobre o microbioma intestinal de equinos
Autor: Franzan, Bruna Caroline
Resumo: A microbiota intestinal tem importância fundamental na nutrição e na saúde dos equinos e é influenciada por diversos fatores. Esse trabalho teve como objetivo avaliar uma dieta completa extrusada (CED) na alimentação de equinos e os fatores dietéticos que influenciam o microbioma fecal. Os equinos alimentados com a CED tiveram menor consumo de água e fibra, maior consumo de matéria seca (MS), extrato etéreo e energia bruta, menor produção e pH fecal. A digestibilidade da MS, matéria orgânica, extrato etéreo, proteína bruta e energia bruta foram superiores na CED. O tempo médio de retenção da digesta (TMR) da CED foi menor quando comparado a dieta de feno de Coastcross (CHD) quando estimado pelo marcador LIPE®. A abundância relativa do filo Actinobacteria foi maior após 28 dias de consumo de CHD comparado a 7 dias de consumo. A adaptação gradual de equinos ao consumo de CED afetou os filos Verrucomicrobia, Synergistetes, Tenericutes e Lentisphaerae. A inclusão de 30% de CED na dieta afeta a abundância de grupos bacterianos relacionados a atividade fermentativa, entretanto, a diversidade de espécies bacterianas das fezes foi mantida até o momento de consumo de 60% CED e 40% de CHD. A troca abrupta do CHD para CED resultou em redução do pH fecal 96 horas após a troca e redução da diversidade de espécies bacterianas 24 horas após a troca. Além disso, afetou os filos Bacteroidetes, Firmicutes, Verrucomicrobia, Proteobacteria, Elusimicrobia e Actinobacteria. A troca abrupta da CED para CHD resultou em redução do pH fecal em 24 horas após a troca e aumento da diversidade de espécies bacterianas 96 horas após a troca. Além disso, afetou os filos Synergistetes e Lentisphaerae. Por fim, ambas as trocas de dietas resultaram no aumento da abundância relativa de OTUs classificadas como Bacteroidetes e Treponema 24 horas após a troca. A suplementação com prebiótico inulina (PRE), probiótico Saccharomyces cerevisiae (PRO) e simbiótico inulina + Saccharomyces cerevisiae (SIM) não influenciou os índices de diversidade bacteriana observadas nas fezes de potros no período de desmame. A suplementação com PRE aumentou a classe Bacilli nas fezes dos potros lactentes em comparação ao grupo controle. O pH fecal dos potros suplementados com PRE foi superior ao grupo controle. A suplementação com PRO e SIM aumentou as classes Erysipelotrichia e Saccharimonadia, respectivamente, após três dias de consumo, entretanto, o efeito não foi prolongado. Além disso, houve diferença dos microbiomas fecais entre os sexos dos potros. Portanto, conclui-se que a CED pode ser usada na alimentação de equinos, desde que seja feito adaptação gradual. A composição da dieta e a suplementação com aditivos afetam o microbioma fecal de equinos e sua resposta a mudanças dietéticas.</description>
      <pubDate>Fri, 26 Feb 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2021-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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