Please use this identifier to cite or link to this item: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/20306
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dc.contributor.authorLunardi, Vera Lucia-
dc.date.accessioned2025-03-10T14:42:53Z-
dc.date.available2025-03-10T14:42:53Z-
dc.date.issued1999-04-
dc.identifier.citationLUNARDI, Vera Lucia. As organizações dos trabalhadores rurais (sindicato, associação, cooperativa) e a agricultura familiar - uma reflexão sobre Goiás. 1999. 131 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 1999.pt_BR
dc.identifier.urihttps://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/20306-
dc.description.abstractFoi no período compreendido entre 1945 e 1964 que os trabalhadores rurais brasileiros e suas organizações ganharam maior visibilidade. Mais tarde, quando se constituiu efetivamente um movimento sindical específico, os mesmos passaram a ser reconhecidos pela denominação genérica de “trabalhadores rurais”. Em ambos os períodos o segmento dos “pequenos produtores” - junto com suas lutas e demandas - esteve dissolvido em meio às bandeiras e reivindicações que eram tidas como prioritárias pelos movimentos: as referentes à reforma agrária e aos direitos trabalhistas. Entretanto, em meados dos anos 70 este segmento passou a constituir uma nova identidade - “pequeno produtor” -, com a qual seguiu sendo reconhecido ao longo daquela década e da seguinte, associado às questões relativas à política agrícola. Na metade final da década de 80 surgiram e proliferaram as associações e houve uma tentativa de mudar o sinal na direção das grandes cooperativas com os pequenos produtores passando à sua gestão. Finalmente, em meados dos anos 90, o movimento sindical absorveu uma nova identificação para o mesmo segmento: “produtor familiar”, associando esta denominação à busca de um “projeto alternativo de desenvolvimento rural sustentável”, passando ambos a se constituírem em prioridade deste mesmo movimento. O presente estudo se propõe a resgatar o “lugar” que foi sendo ocupado pela “pequena produção” / “agricultura familiar”, ao longo do tempo, bem como analisar o relacionamento deste segmento com as organizações - sindicato, associação e cooperativa. O estudo está perpassado pelas categorias sociológicas “representação”, “identidade” e “mediação”, que se fazem permanentemente presentes. Como ilustração, o trabalho relata e analisa a experiência do município goiano de Itapuranga, onde é possível identificar os elementos que permeiam seu objeto.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectPequenos produtores ruraispt_BR
dc.subjectoposição sindicalpt_BR
dc.subjectmovimentos sociais no campopt_BR
dc.subjectSmall farmerspt_BR
dc.subjectunion oppositept_BR
dc.subjectrural social movementspt_BR
dc.titleAs organizações dos trabalhadores rurais (sindicato, associação, cooperativa) e a agricultura familiar - uma reflexão sobre Goiáspt_BR
dc.title.alternativePeasants organizations (union, association, cooperative) and family farming - a reflexion about state of Goiásen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherBetween 1945 and 1964, Brazilian peasants and their organizations gained the public scene. Later, when a specific movement based on the rural unions was formed, they became generally identified as “rural workers” (“trabalhadores rurais”). In both these periods, the specific struggles and demands of the “small farmers” (“pequenos produtores”) were included amidst the demands and aims that the social movements considered most important: land reform and labor rights. In the mid-seventies, however, this sector brought up a new form of identity – “small farmer” – under which it became recognized along the seventies and eighties, as issues connected with agricultural policies were emphasized. In the later half of the eighties there was an upsurge of small farmers’ associations, and small farmers also made efforts to take over the direction of some large cooperatives. Finally, in the mid-nineties, the rural labor unions began using a new name for this same sector: “family farmer” (“produtor familiar”). This name was then linked to the issue of an “alternative project for sustainable rural development”, and both this sector and this issue became priorities for the unions. The aim of this study is to show the “place” that has been attributed to “small farmers”/ “family farming” in the different moments, as well as to analyze the relations between this sector and organizations such as unions, associations, cooperatives. Sociological categories such as “representation”, “identity” and “mediation” have been used all along this work. As an illustration, it reports and analyzes the case of the municipality of Itapuranga, in the state of Goiás, where all the elements that are part of the object of research can be seen.en
dc.contributor.advisor1Medeiros, Leonilde Servolo de-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5030-8044pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6874717097891723pt_BR
dc.contributor.referee1Medeiros, Leonilde Servolo de-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5030-8044pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6874717097891723pt_BR
dc.contributor.referee2Pessoa, Jadir de Morais-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7640102236711284pt_BR
dc.contributor.referee3Carneiro, Maria Jose Teixeira-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6910171165637315pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7568242340901939pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Humanas e Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedadept_BR
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dc.subject.cnpqAgronomiapt_BR
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