Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/24370
Registro completo de metadatos
Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorBarbosa, Elvis Glauber de Souza-
dc.date.accessioned2026-02-03T14:06:08Z-
dc.date.available2026-02-03T14:06:08Z-
dc.date.issued2025-11-20-
dc.identifier.citationBARBOSA, Elvis Glauber de Souza. Como o uso dos materiais concretos no ensino de geometria pode contribuir no aprendizado de alunos do ensino médio com transtorno do espectro autista. 2025. 74f. Dissertação (Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional) - Instituto de Ciências exatas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/24370-
dc.description.abstractO presente trabalho propõe uma abordagem pedagógica diferenciada para o ensino de geometria a alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Ensino Médio, utilizando oficinas didáticas como principal metodologia. A pesquisa feita é qualiquantitativa e tem como objetivo, explorar o conhecimento de quatro alunos com TEA, do 1º ano do ensino médio, de uma escola Estadual na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. As oficinas têm o propósito de auxiliar o professor no ensino de conceitos geométricos fundamentais, como formas, ângulos, área, perímetro e sólidos geométricos através de materiais manipuláveis como Tangram, Material Dourado e Sólidos geométricos em acrílico. Apesar da crescente discussão sobre inclusão, sua efetivação no ensino brasileiro ainda é um desafio, especialmente no Ensino Médio, que recebe alunos todos os anos com diversas dificuldades cognitivas diferentes e muitos trazem lacunas de aprendizado em matemática, incluindo a interpretação de problemas geométricos. As oficinas podem ser uma forma de trabalhar a inclusão, ensinando geometria de forma lúdica e promovendo a interação dos alunos com TEA. Portanto, as oficinas pedagógicas se apresentam como uma estratégia promissora uma vez que a sua natureza prática e manipulativa, com exploração sensorial e interação direta com materiais, pode facilitar a internalização de conceitos abstratos, tornando o conteúdo mais acessível e engajador. Além disso, a pesquisa também visa investigar o potencial das oficinas para otimizar a relação pedagógica, promovendo um aprendizado mais individualizado, flexível e adaptado às necessidades dos alunos com TEA, fortalecendo o vínculo professor-aluno e um ambiente de confiança.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectensino médiopt_BR
dc.subjectgeometriapt_BR
dc.subjectoficinaspt_BR
dc.subjectautismopt_BR
dc.subjectinclusãopt_BR
dc.subjectHigh schoolpt_BR
dc.subjectgeometrypt_BR
dc.subjectworkshopspt_BR
dc.subjectautismpt_BR
dc.subjectinclusionpt_BR
dc.titleComo o uso de materiais concretos no ensino de geometria pode contribuir no aprendizado de alunos do ensino médio com transtorno do espectro autistapt_BR
dc.title.alternativeHow can the use of concrete materials in geometry teaching contribute to the learning of high school students with autism spectrum disorder?en
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThis study proposes a differentiated pedagogical approach for teaching geometry to students with Autism Spectrum Disorder (ASD) in high school, using didactic workshops as the main methodology. The research is both qualitative and quantitative and aims to explore the knowledge of four first-year high school students with ASD from a state school in the Baixada Fluminense region of Rio de Janeiro. The workshops aim to assist the teacher in teaching fundamental geometric concepts, such as shapes, angles, area, perimeter, and geometric solids, through manipulable materials such as Tangrams, Golden Material, and acrylic geometric solids. Despite the growing discussion about inclusion, its implementation in Brazilian education remains a challenge, especially in high school, which receives students every year with diverse cognitive difficulties, many of whom have learning gaps in mathematics, including the interpretation of geometric problems. The workshops can be a way to work on inclusion, teaching geometry in a playful way and promoting interaction among students with ASD. Therefore, pedagogical workshops present themselves as a promising strategy since their practical and manipulative nature, with sensory exploration and direct interaction with materials, can facilitate the internalization of abstract concepts, making the content more accessible and engaging. In addition, the research also aims to investigate the potential of workshops to optimize the pedagogical relationship, promoting more individualized, flexible learning adapted to the needs of students with ASD, strengthening the teacher-student bond and an environment of trust.en
dc.contributor.advisor1Saccomori Júnior , Cláudio Cesar-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5067-5549pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2180980997927698pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Araújo, Leandro Tomaz de-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0009-0006-5568-1706pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5898311635778281pt_BR
dc.contributor.referee1Saccomori Júnior , Cláudio Cesar-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5067-5549pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2180980997927698pt_BR
dc.contributor.referee2Araujo, Angelica Francisca de-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-9336-1010pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5455329768226486pt_BR
dc.contributor.referee3Lobosco, Rafael Martins-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3371005055930483pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9711466848228792pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Exataspt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Matemática em Rede Nacionalpt_BR
dc.relation.referencesAPA – American Psychiatry Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental disorders – DSM-5 5th.ed. Washington: American Psychiatry Association, 2013. ALVES, C. H. L. Diagnostico do Autismo. In: MATOS, D. C. Análise do Comportamento Aplicada ao Desenvolvimento Atípico com Ênfase em Autismo. 1 Ed. São Luís: UNICEUMA, 2016. ALMEIDA, Rosângela Pereira de. O uso de recursos pedagógicos mediados pelo Professor no Ensino de conceitos Geométricos a um educando com Transtorno do Espectro Autista. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal de Goiás, 2019. ALMEIDA, Talita. Carvalho. Silva de. A base de conhecimento para o ensino de sólidos arquimedianos. Pontifica Universidade Católica de São Paulo-Puc/ SP, 2015, 188p. ANDRADE, Abraão Lincoln Santos de; DANTAS, Paulo Moreira Silva. Impacto do treinamento funcional nas variáveis morfofuncionais de pessoas com deficiência intelectual. 2019. Universidade federal do Rio Grande do Norte. Natal, 2019. BRASIL. Lei no 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. [S. l.], 20 ago. 2021. BRASIL. Lei de nº 12764 de 27 de dezembro de 2012. Lei Berenice Piana. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm. Acesso em 18/10/2022. BRASIL. Lei 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: http://www.planalto.g ov.br/CCIVIL_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/ L131 46.htm. Acesso em 25 ags. 2020. Citado na página 11 BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. COSTA, D. S.; SCHMIDT, C. Plano educacional individualizado para estudantes com autismo: revisão conceitual. Cadernos de Educação, Pelotas, n. 61, p. 102-128, 2019. https://doi.org/10.15210/caduc.v0i61.12616 D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática. São Paulo: Summus, 1986. DELABONA, Stênio Camargo. A mediação do professor e a aprendizagem de geometria plana por aluno com TEA (síndrome de Asperger) em um laboratório de matemática escolar. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal de Goiás, 2016. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1970. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 58 São Paulo: Paz e Terra, 2011. LOPES, A. M.; SILVA, P. R.; MENEZES, M. A. A. A Neurociência como ferramenta para a formação de professores: avanços e desafios. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 101, n. 256, p. 89-104, Abr. 2020. MACHADO, Liliane dos Santos. Geoplano: Um jogo educacional inteligente para o ensino de geometria plana. 2008. International Conference on Engineering and Technology Education. São Paulo, 2008. MACHADO, Luiz Antonio de Assis. Construção Geométrica com régua e compasso: uma proposta didática para o ensino de Polígonos regulares. 2019. Dissertação (Mestrado em Matemática) – Universidade Federal do Tocantins – UFT, Arraias – TO, 2019. MARTINS, Patrick Lopes. Jogos Matemáticos Na Aprendizagem de Alunos com Transtorno do Espectro Autista. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal do Pará, 2023. MORAES, Marcela Balbino Santos de; DUTRA, Danilo Lima; ANJO, Ulisses Umbelino dos; REGO, Rogéria Gaudêncio do; MORAES, Ronei Marcos de; NASCIMENTO, João Pedro Oliveira do. O uso de jogos durante o Atendimento Educacional Especializado em estudantes com TEA: Contribuição à prática pedagógica no Ensino da Matemática. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal do Pernambuco, 2022. PAVANELLO, R. M. O abandono do ensino da geometria no Brasil: causas e consequências. In: Revista Zetetiké, Ano I, nº1/1993, p.7-17. PEGORARO, Viviane. A Inclusão de Estudantes Autistas no Ensino Remoto: Uma Proposta de Ensino de Conceitos Relativos a Ângulos. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal de Santa Maria, 2021. PERES, Carlos Eduardo de Araujo Rodrigues. Ensino de Matemática como ferramenta para inclusão de crianças autistas no contexto escolar. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal de Uberlândia-MG, 2023. PIAGET, Jean. The child’s conception of the world. Londres: Routledge & Kegan Paul LTD, 1929. PRAVATO, Mariano Carla de Melo. O uso de Materiais Manipuláveis no processo de ensino e aprendizagem de Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Licenciatura em Matemática) – Instituto Federal do Espírito Santo – IFES, Cachoeiro de Itapemirim – ES, 2022. RUSSO, R. M. T. 2015. Neuropsicopedagogia clínica: introdução, conceitos, teoria e prática. Curitiba, PR: Juruá. SANTOS, Karen Furtado dos. O Ensino de Matemática nos Anos Iniciais com alunos/as Autistas: análise das atividades pedagógicas de ensino. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal de Pelotas, 2023. SCHMIDT, C. Autismo, Educação e Transdisciplinaridade. 1. Ed. Campinas, SP: Papirus, 59 2013. V. 1. 232p. SEBASTIÁN-HEREDERO, E. Diretrizes para o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA). Revista Brasileira de Educação Especial, v. 26, n. 4, p. 733–768, out. 2020. SILVA, Adriano Pereira. Uma análise teórica sobre o processo de inclusão e o ensino da matemática para alunos com Transtorno do Espectro Autista. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Licenciatura em Matemática) – Universidade Federal de Goiás – UFG, Goiânia – GO, 2022. SILVA, A. C.; COSTA, B. M. Neurociência e TEA: bases neurológicas e implicações para o diagnóstico. Revista Brasileira de Neurologia, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 45-62, jun. 2023. SILVA, Mário M.; BEZERRA, E. de L. Contribuições das neurociências ao processo de ensino-aprendizagem. In: V Colóquio Internacional “Educação e Contemporaneidade”. São Cristóvão - SE, 2011. SILVA, M. C. da; Batista, G. de F. e RAMOS, A. da R. Aspectos legais e proposições educacionais para os sujeitos com Transtorno do Espectro do Autismo. In: PLETSCH, M. D., SOUZA, F. F. de (orgs). Observatório de Educação Especial e Inclusão Escolar: balanço das pesquisas e das práticas na Baixada Fluminense. Rio de Janeiro: M&M Editora, 2015, p.33-50. SOUZA, Adriano Faustino de, Desenvolvimento do Pensamento Matemático em estudantes com Transtorno do Espectro Autista: O uso de jogos educativos como ferramenta de apoio na educação básica. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal do Piauí, 2023. SOUSA, Marcília Ferreira, O Ensino da Matemática para Estudantes no Transtorno do Espectro Autista: Uma Proposta Pedagógica possível para os anos finais do Fundamental. Dissertação de Mestrado pela Universidade Federal Rural do SemiÁrido, 2022. SOUZA, M. C. D., e GOMES, C. 2015. Neurociência e o déficit intelectual: aportes para a ação pedagógica. Revista Psicopedagogia, 32(97), 104-114. UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília, 1994. VOLKMAR, F.R. WIESNER, L.A. O que é autismo? Conceitos de diagnósticos, causas e pesquisas atuais. Disponível no site: https://staticsshoptime.b2w.io/sherlock/books/firstCha pter/133833760.pdf. Acesso em: 26 de dezembro de 2022. VIGOTSKI, Lev Semionovitch, Fundamentos de defectología. Obras Escogidas V. Visor Dis. S.A. Tomas Bretón, Madri, 1997. VIGOTSKI, Lev Semionovitch, A defectologia e o estudo do desenvolvimento e da educação da criança anormal. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 37, n. 4, p. 861-870, dez. 2011pt_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
Aparece en las colecciones: Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción Tamaño Formato  
ELVIS GLAUBER DE SOUZA BARBOSA (1).pdf2,01 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Los ítems de DSpace están protegidos por copyright, con todos los derechos reservados, a menos que se indique lo contrario.