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dc.contributor.authorSoares, Nielly Colodette-
dc.date.accessioned2026-06-10T21:19:00Z-
dc.date.available2026-06-10T21:19:00Z-
dc.date.issued2026-04-10-
dc.identifier.citationSOARES, Nielly Colodette. Identidade docente na educação do campo: recorte autoetnográfico no estado do Espírito Santo. 2026. 68 f. Dissertação (Mestrado em Educação Agrícola) – Instituto de Agronomia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25502-
dc.description.abstractEsta dissertação de mestrado investiga a trajetória de uma educadora inserida na Educação do Campo, destacando as complexidades e os desafios vivenciados em uma escola do interior do Espírito Santo. A partir de uma abordagem autoetnográfica, a pesquisa procura descolonizar práticas pedagógicas e valorizar os saberes locais, articulando reflexões autobiográficas com fundamentos teóricos da área. A metodologia empregada é qualitativa e orientada pela interpretação das experiências da pesquisadora-professora em seu cotidiano escolar. Os instrumentos de produção de dados incluem observações diretas, análise de documentos e, principalmente, narrativas pessoais autoetnográficas. A dissertação organiza-se em três capítulos interligados. No primeiro, é apresentada a trajetória histórica e conceitual da Educação do Campo no Brasil. No segundo, analisa-se a presença da colonialidade nas escolas do campo, tomando como referência episódios e reflexões vividas pela autora. No terceiro, a escrita autoetnográfica constitui-se como ferramenta principal para examinar a trajetória da professora na Educação do Campo e as tensões e desafios entre a prática pedagógica e o currículo integrado. Os resultados da pesquisa revelam a importância de uma formação docente contínua, contextualizada e engajada, que valorize os saberes locais e promova a integração entre a teoria e a prática. A pesquisa destaca a necessidade de descolonizar a docência, reconhecendo as limitações impostas pela colonialidade e buscando formas de integrar saberes locais e experiências dos estudantes no currículo. A autoetnografia se mostrou um recurso poderoso para identificar marcas da colonialidade e promover descolonizações práticas, reconhecendo erros, adaptando metodologias e reivindicando espaços de escuta e reconhecimento para os sujeitos do campo.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectEducação do campopt_BR
dc.subjectIdentidade docentept_BR
dc.subjectAutoetnografiapt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectPrática pedagógicapt_BR
dc.subjectRural educationpt_BR
dc.subjectTeacher identitypt_BR
dc.subjectAutoethnographypt_BR
dc.subjectDecolonialitypt_BR
dc.subjectPedagogical practicept_BR
dc.titleIdentidade docente na educação do campo: um recorte autoetnográfico no estado do Espírito Santopt_BR
dc.title.alternativeTeacher Identity in Rural Education: An Autoethnographic Snapshot in the State of Espírito Santoen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThis master's dissertation examines the trajectory of an educator working in Rural Education, highlighting the complexities and challenges experienced in a school in the interior of Espírito Santo. Through an autoethnographic approach, the research seeks to decolonize pedagogical practices and value local knowledge, articulating autobiographical reflections with theoretical foundations from the field. The methodology is qualitative and guided by interpretation of the researcher-teacher's experiences in her daily school life. Data production instruments include direct observations, document analysis and, primarily, personal autoethnographic narratives. The dissertation is organized into three interlinked chapters. The first presents the historical and conceptual trajectory of Rural Education in Brazil. The second analyzes the presence of coloniality in rural schools, taking as reference episodes and reflections lived by the author. In the third, autoethnographic writing serves as the main tool to examine the teacher's trajectory in Rural Education and the tensions and challenges between pedagogical practice and the integrated curriculum. The research results reveal the importance of continuous, contextualized, and engaged teacher training that values local knowledges and promotes integration between theory and practice. The study emphasizes the need to decolonize teaching, recognizing the limitations imposed by coloniality and seeking ways to integrate local knowledges and students' experiences into the curriculum. Autoethnography proved to be a powerful resource to identify marks of coloniality and promote practical decolonizations, acknowledging mistakes, adapting methodologies, and claiming spaces of listening and recognition for rural subjects.en
dc.contributor.advisor1Silva, Simone Batista da-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-5781-6006pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9808514796479539pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Simone Batista da-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-5781-6006pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1985424809328384pt_BR
dc.contributor.referee2Zenóbio, Lívia Fortes Silva-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6282255918197159pt_BR
dc.contributor.referee3Marques, Luiz Otávio Costa-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-7139-3137pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0132626738510581pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5285829655118717pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Agronomiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação Agrícolapt_BR
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Aparece en las colecciones: Mestrado em Educação Agrícola

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