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dc.contributor.authorRibeiro, Jéssika Mara Martins-
dc.date.accessioned2026-07-20T20:25:26Z-
dc.date.available2026-07-20T20:25:26Z-
dc.date.issued2004-02-17-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Jéssika Mara Martins. Produção de aflatoxina B1 e ocratoxina A em radícula de cevada utilizada na alimentação animal. 2004. 42 f. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Veterinária) - Instituto de Veterinária, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2004.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25828-
dc.description.abstractRadícula de cevada foi testada como substrato para o crescimento de espécies fúngicas toxígenas pertencentes ao gênero Aspergillus (A. flavus NRRL 5520, A. ochraceus NRRL 3174, A. niger ATCC 1004, A. carbonarius UFPE 1546). Amostras de radícula com diferentes atividades de água (Aa) tais como 0,82, 0,91 e 0,95 foram inoculadas com cada cepa fúngica e incubadas por 21 dias em estufas BOD a 25ºC e 30ºC. A. niger não produziu ocratoxina A (OTA) na radícula em nenhum dos períodos de incubação avaliados (7, 14 e 21 dias), apesar de tê-la produzido em ágar coco. A. flavus produziu aflatoxina B1 na radícula, detectada a partir dos sete dias de incubação. As maiores concentrações da toxina foram obtidas quando incubado a 25ºC, temperatura na qual a Aa 0,95 permitiu melhor produção, enquanto a 30ºC sobressaiu a Aa 0,82. A. ochraceus produziu mais OTA na radícula com Aa inicial 0,82, tanto a 25ºC quanto a 30ºC. A OTA foi produzida em concentrações próximas a 30.000 ng g-l de radícula. Aflatoxina B1 e Ocratoxina A foram detectadas por CLAE usando detecção por ultravioleta e fluorescência, respectivamente.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectmicotoxinaspt_BR
dc.subjectsíntesept_BR
dc.subjectavaliação de substratopt_BR
dc.subjectmycotoxinspt_BR
dc.subjectsynthesispt_BR
dc.subjectsubstrate avaliationpt_BR
dc.titleProdução de aflatoxina B1 e ocratoxina A em radícula de cevada utilizada na alimentação animalpt_BR
dc.title.alternativeAflatoxin B1 and ochratoxin A production in barley rootlet used as alternative feeden
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherBarley rootlet was tested as substrate for growing of mycotoxigenic species of fungi from genus Aspergillus (A. flavus NRRL 5520, A. ochraceus NRRL 3174, A. niger ATCC 1004, A. carbonarius UFPE 1546). Samples of rootlet with different water activities (aw) as 0.82, 0.91 and 0.95 were inoculated with each fungi strains and incubated by 21 days in BOD at 25ºC and 30ºC. A. niger did not produce ochratoxin A (OTA) in the rootlet in none of the periods of evaluated incubation (7, 14 and 21 days), despite have produced it in Coconut Agar Medium. A. flavus produced aflatoxin Bl in the rootlet, detected from the seven incubation days. The biggest concentrations of the toxin were obtained when incubated to 25ºC, temperature in which the aw 0.95 allowed the biggest production, while to 30ºC excelled the aw 0.82. A. ochraceus produced more OTA in the rootlet when used initial aw 0.82, so to 25ºC as 30ºC. OTA was produced in near concentrations to 30.000 ng g-l of rootlet. Aflatoxin Bl and Ocratoxin A were detected by IIPLC using Ultraviolet and Fluorescence detection, respectively.pt_BR
dc.contributor.advisor1Rosa, Carlos Alberto da Rocha-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2073046127303600pt_BR
dc.contributor.referee1Rosa, Carlos Alberto da Rocha-
dc.contributor.referee2Direito, Glória Maria-
dc.contributor.referee3Motta, Olney Vieira da-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8270250588271115pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Veterináriapt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Administraçãopt_BR
dc.subject.cnpqMedicina Veterináriapt_BR
Aparece nas coleções:Mestrado em Microbiologia Veterinária

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