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dc.contributor.authorSilva, Andressa Alves da-
dc.date.accessioned2026-08-19T14:50:27Z-
dc.date.available2026-08-19T14:50:27Z-
dc.date.issued2026-02-03-
dc.identifier.citationSILVA, Andressa Alves da. O protagonismo texcocano nas guerras hispano-indígenas entre 1519-1521: as representações de Ixtlilxochitl II em textos dos séculos XVI e XVII no Vale do México. 2026, 175 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26029-
dc.description.abstractA pesquisa tem como objetivo analisar as representações discursivas sobre don Hernando Ixtlilxochitl II e a cidade de Texcoco em cartas e crônicas escritas durante e após a conquista de México-Tenochtitlan, nos séculos XVI e XVII, na Nova Espanha. Diante destas obras, produzidas por diferentes atores sociais, encontramos relatos distintos sobre o mesmo episódio. Em alguns destes textos, considerados de tradição histórica texcocana, relata-se que Ixtlilxochitl II foi um dos grandes conquistadores indígenas e Texcoco, a principal cidade aliada dos espanhóis. Além disso, nestes mesmos textos, Texcoco é exaltada em comparação a Tlaxcala, cidade historicamente considerada a maior aliada dos espanhóis durante a conquista. A partir disso, utilizaremos a metodologia da análise do discurso para averiguar essas diferentes representações. Conjuntamente, teremos como base os debates acerca da noção de representação, presente em textos de Roger Chartier e François Hartog. Baseado nessas reflexões, nossa principal hipótese é a de que as tradições históricas hispânica e texcocana originaram múltiplos processos discursivos sobre os mesmos eventos. Dessa forma, observamos como os relatos constroem discursos com mais ou menos ênfase sobre grupos e indivíduos participantes das guerras de conquista durante os anos de 1519 a 1521. Além disso, essas disputas deixam claro o embate na época sobre quem deveria — ou não — ser considerado conquistador. Sendo assim, a pesquisa contribui para a Nova História da Conquista, ao analisar o protagonismo de um indígena em fontes já muito estudadas, mas que, até o momento, ainda é pouco conhecido no campo temáticopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectConquista do Méxicopt_BR
dc.subjectTexcocopt_BR
dc.subjectprotagonismo indígenapt_BR
dc.subjectConquest of Mexicopt_BR
dc.subjectIndigenous protagonismpt_BR
dc.titleO protagonismo texcocano nas guerras hispano-indígenas entre 1519-1521: as representações de Ixtlilxochitl II em textos dos séculos XVI e XVII no Vale do Méxicopt_BR
dc.title.alternativeThe protagonism of Texcoco in the Spanish-Indian wars between 1519-1521: representations of Ixtlilxochitl II in 16th and 17th century texts in the Valley of Mexicoen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThe research aims to analyze the discursive representations of Don Hernando Ixtlilxochitl II and the city of Texcoco in letters and chronicles written during and after the conquest of Mexico-Tenochtitlan in the 16th and 17th centuries in New Spain. In these works, produced by different social actors, we find distinct accounts of the same episode. In some of these texts, considered part of the Texcocan historical tradition, it is reported that Ixtlilxochitl II was one of the great indigenous conquerors and Texcoco the main allied city of the Spanish. Furthermore, in these same texts, Texcoco is exalted in comparison to Tlaxcala, a city historically considered the greatest ally of the Spaniards during the conquest. Based on this, we will use the methodology of discourse analysis to investigate these different representations. In addition, the study draws on debates surrounding the notion of representation, present in the texts of Roger Chartier and François Hartog. Based on these reflections, our main hypothesis is that different historical traditions (Hispanic and Texcocan) have given rise to multiple discursive processes regarding the same events. In this way, we observe how the accounts construct discourses with more or less emphasis on groups and individuals who participated in the wars of conquest during the years 1519 to 1521. Besides, these disputes clearly demonstrate the contemporary debate over who should — or should not — be considered the conqueror. Therefore, this research contributes to the New History of the Conquest by analyzing the leading role of an indigenous person in sources that have already been extensively studied but who, until now, is still little known in the thematic fielden
dc.contributor.advisor1Kalil, Luis Guilherme Assis-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4332-6735pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2638477460089622pt_BR
dc.contributor.referee1Kalil, Luis Guilherme Assis-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4332-6735pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2638477460089622pt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Eduardo Natalino dos-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-0205-1701pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1341470778292869pt_BR
dc.contributor.referee3Fernandes, Luiz Estevam de Oliveira-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2093509678163801pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8864799857560923pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Humanas e Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
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dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
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