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dc.contributor.authorBarbosa, Andressa Guimarães-
dc.date.accessioned2026-08-19T21:52:00Z-
dc.date.available2026-08-19T21:52:00Z-
dc.date.issued2025-12-17-
dc.identifier.citationBARBOSA, Andressa Guimarães. Feitiçaria Eclesiástica: o julgamento do clero pelo Santo Ofício de Lisboa (XVIII). 2026. 189 f. Tese (Doutorado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26128-
dc.description.abstractA modernidade portuguesa foi marcada pelo fenômeno da Inquisição, tribunal responsável por perseguir e julgar as heresias no território lusitano e que estendeu seus braços por todo o império. Ninguém estava imune ao julgamento Santo Ofício, nem mesmo o clero católico. Muitos foram os religiosos que se tornaram réus da Inquisição pelas mais diversas heresias, incluindo entre elas a feitiçaria. No século XVIII, em Lisboa, ao menos 10 religiosos se viram nesse lugar. Homens e mulheres, todos parte do corpo da Igreja, que foram julgados por variadas práticas de magia. Cada um desses processos se desenvolve dentro de um complexo sistema jurídico normativo, apresentando diversas semelhanças, mas também um conjunto de particularidades que os marcaram. Ao olhar para esses casos podemos nos perguntar como esses religiosos chegaram ao banco dos réus e principalmente, sobre que termos a Inquisição poderia julgar um clérigo ou uma freira que se envolviam com feiticeiras, magias e demônios? Neste trabalho nos propomos a destrinchar esses casos, buscando compreender como a Inquisição analisou esses procesos tão particulares e que ao mesmo tempo carregavam consigo tantas questões comuns ao clero e a sociedade portuguesa do oitocentos. É nosso objetivo compreender de que maneira esses homens e mulheres foram julgados pelo Santo Ofício de Lisboa e entender quais as dinâmicas que puderam se estabelecer nos autos entre os religiosos que se viam no lugar dos réus e os agentes do tribunal.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectdireito modernopt_BR
dc.subjectjustiça Inquisitorialpt_BR
dc.subjectfeitiçaria do cleropt_BR
dc.subjectderecho modernopt_BR
dc.subjectjusticia inquisitorialpt_BR
dc.subjecthechiceria del cleropt_BR
dc.titleFeitiçaria Eclesiástica: o julgamento do clero pelo Santo Ofício de Lisboa (XVIII)pt_BR
dc.title.alternativeHechicería eclesiástica: el juicio del clero por el Santo Ofício de Lisboa (XVIII)es
dc.typeTesept_BR
dc.description.abstractOtherLa modernidad portuguesa estuvo marcada por el fenómeno de la Inquisición, tribunal responsable de perseguir y juzgar las herejías en el territorio lusitano y que extendió sus brazos por todo el imperio. Nadie estaba inmune al juicio del Santo Ofício, ni siquiera el clero católico. Muchos fueron los religiosos que se convirtieron en acusados de la Inquisición por las más diversas herejías, incluyendo entre ellas la brujeria. En el siglo XVIII, en Lisboa, al menos 10 religiosos se encontraron en ese lugar. Hombres y mujeres, todos parte del cuerpo de la Iglesia, que fueron juzgados por variadas prácticas de magia. Cada uno de estos procesos se desarrolla dentro de un complejo sistema jurídico normativo, presentando diversas semejanzas, pero también un conjunto de particularidades que los marcaron. Al observar estos casos, podemos preguntarnos cómo estos religiosos llegaron a convertisse em acusados y, principalmente, en qué términos la Inquisición podía juzgar a un clérigo o a una monja que se involucraba con hechiceras, magias y demonios? En este trabajo nos proponemos desentrañar estos casos, buscando comprender cómo la Inquisición analizó estos procesos tan particulares y que al mismo tiempo llevaban consigo tantas cuestiones comunes al clero y a la sociedad portuguesa del siglo XVIII. Nuestro objetivo es comprender de qué manera estos hombres y mujeres fueron juzgados por el Santo Ofício de Lisboa y entender cuáles fueron las dinámicas que pudieron establecerse en los autos entre los religiosos que se veían en el lugar de los acusados y los agentes del tribunal.es
dc.contributor.advisor1Gandelman, Luciana Mendes-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-3648-4364pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9932214057729415pt_BR
dc.contributor.referee1Gandelman, Luciana Mendes-
dc.contributor.referee2Gonçalves, Margareth de Almeida-
dc.contributor.referee3Oliveira, Yllan de Mattos-
dc.contributor.referee4Santos, Georgina Silva dos-
dc.contributor.referee5Muniz, Pollyanna Gouveia Mendonça-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2570133150929582pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Humanas e Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
Aparece nas coleções:Doutorado em História

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