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dc.contributor.authorLuiz, Jadeane Matos do Nascimento-
dc.date.accessioned2026-09-17T16:08:32Z-
dc.date.available2026-09-17T16:08:32Z-
dc.date.issued2026-03-13-
dc.identifier.citationLUIZ, Jadeane Matos do Nascimento. O campo de concentração de Ravensbrück: um olhar a partir das autobiografias de mulheres sobreviventes do Regime Nazista. 2026, 143 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26382-
dc.description.abstractA presente pesquisa tem como intuito a análise das autobiografias de três mulheres sobreviventes do campo de concentração feminino de Ravensbrück, sendo estas: The Blessed Abyss, de Maria Ferdinanda Herbermann; Michelangelo in Ravensbrück: One Woman’s War Against the Nazis, da autoria de Karolina Lanckorońska; e And I am afraid of my dreams, escrito por Wanda Wiktoria Poltawska. Estas foram as mulheres que redigiram suas autobiografias a respeito da experiência de encarceramento no campo de concentração de Ravensbrück. Considerado o maior campo de concentração essencialmente feminino, esteve em pleno funcionamento ao longo do regime nazista na Alemanha, sendo inaugurado no ano de 1939, com libertação de suas internas em 1945. Este campo se distingue por suas características específicas, como as condições submetidas às suas vítimas, assim como as formas de violência perpetradas contra as mulheres. As fontes escritas pelas mulheres sobreviventes objetivam compreender que o interior do Campo de Concentração Feminino se destaca em relação às formas de exercer violência. Dentre estas, se enquadra a Violência de Gênero, praticada contra as vítimas femininas, referindo-se aos crimes específicos de gênero. Tendo como perspectiva as experiências das vítimas de Ravensbrück e as autobiografias, destaca-se, semelhantemente, a forma de escrita biográfica que contribui para precisar as vivências subjetivas no interior do campo. Denotando um relato de caráter testemunhal, o qual pode ser articulado com as demais narrativas de encarceramento dos sobreviventes do regime nazista e Holocausto. As autobiografias citadas permitem elucidar os aspectos relativos ao campo de concentração, como suas condições, a rotina, aspectos políticos e redes de sociabilidade e cooperação tecidas pelas internaspt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectAutobiografiaspt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectRavensbrückpt_BR
dc.subjectViolênciapt_BR
dc.subjectCampo de Concentraçãopt_BR
dc.subjectRegime Nazistapt_BR
dc.subjectAutobiographiespt_BR
dc.subjectWomenpt_BR
dc.subjectViolencept_BR
dc.subjectConcentration Camppt_BR
dc.subjectNazi Regimept_BR
dc.titleO campo de concentração de Ravensbrück: um olhar a partir das autobiografias de mulheres sobreviventes do Regime Nazistapt_BR
dc.title.alternativeThe Ravensbrück Concentration Camp: A look through the autobiographies of women survivors of the Nazi regimeen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThe present research aims to analyze the autobiographies of three women survivors of the Ravensbrück women's concentration camp, namely: The Blessed Abyss, by Maria Ferdinanda Herbermann; Michelangelo in Ravensbrück: One Woman’s War Against the Nazis, by Karolina Lanckorońska; and And I am afraid of my dreams, written by Wanda Wiktoria Poltawska. These were the women who wrote their autobiographies about the experience of incarceration in the Ravensbrück concentration camp. Considered the largest concentration camp primarily for women, it was fully operational throughout the Nazi regime in Germany, being inaugurated in 1939 and liberated in 1945. This camp is distinguished by its specific characteristics, such as the conditions imposed on its victims, as well as the forms of violence perpetrated against women. The sources written by the surviving women aim to understand that the interior of the Women's Concentration Camp stands out in relation to the ways of exercising violence. Among these, Gender Violence is included, practiced against female victims, referring to specific gender crimes. Having as a perspective the experiences of the victims of Ravensbrück and the autobiographies, the biographical writing that helps to specify the subjective experiences within the camp is similarly highlighted. Denoting a testimonial narrative, which can be articulated with the other incarceration narratives of the survivors of the Nazi regime and the Holocaust. The cited autobiographies allow for elucidating aspects related to the concentration camp, such as its conditions, routine, political aspects, and the networks of sociability and cooperation woven by the inmatesen
dc.contributor.advisor1Koifman, Fábio-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-0019-6106pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9734939846059572pt_BR
dc.contributor.referee1Cordeiro, Janaína Martins-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-0594-5113pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7651230332566234pt_BR
dc.contributor.referee2Moraes, Luis Edmundo de Souza-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7497301779570000pt_BR
dc.contributor.referee3Koifman, Fábio-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-0019-6106pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9734939846059572pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0000-2674-0208pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2493678662603602pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Humanas e Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
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dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
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