Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26581
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSouza, Beatriz Teixeira-
dc.date.accessioned2026-10-09T14:38:01Z-
dc.date.available2026-10-09T14:38:01Z-
dc.date.issued2025-09-02-
dc.identifier.citationSOUZA, Beatriz Teixeira. Trajetórias Negras: intersecção de raça, gênero e educação no Programa de Pós-graduação em Geografia da UFRRJ. 2025. p. Dissertação (Mestrado em geografia). Instituto Multidisciplinar/Instituto de Educação, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu/Seropédica RJ. 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26581-
dc.description.abstractA pesquisa tem como foco apresentar reflexão sobre a presença de mulheres negras no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Por meio das narrativas educacional e de vida de seis mulheres negras ingressas no mestrado (incluo-me nesse grupo), analisaram-se as questões que permeiam nossos corpos e identidades. Ao percorrer historicamente, observou-se que a situação da mulher negra na sociedade, especialmente na brasileira, é atravessada pela exploração, dominação e inferioridade. Nesta pesquisa recorremos à interseccionalidade como método de desobediência epistemológica. A resistência e a libertação que acompanham as reflexões do feminismo negro subsidiarão as análises. Ao analisarmos os eixos de opressões sofridas pelas mulheres negras desde o período escravagista até os dias atuais, observamos que as intersecções se colocam na trajetória de vida e educacional em diferentes momentos e espaços sociais, inclusive considerando aqui o espaço escolar e acadêmico, por onde nossas interlocutoras passaram a maior parte de suas vidas, os quais também são impactados pelo racismo estrutural e pelo sexismo, promovendo o apagamento, sub-representação e subvalorização, o que contribui para deslegitimar saberes e vivências negras. Como mostram os dados analisados neste estudo, percebe-se que o número de mulheres negras concorrendo ao programa de pós-graduação em Geografia (Mestrado) ainda é inferior quando comparado ao número de homens e mulheres brancas. Portanto, observou-se nesta pesquisa que o racismo estrutural e o sexismo atravessam a vida de mulheres negras no ensino superior, lançando-as às “duplas ou triplas opressões” (Anzaldúa,2000; Gonzalez, 2020) ao longo de toda sua trajetória, como revelam as narrativas de mulheres negras neste estudo, acarretando danos, prejuízos psíquicos e dificuldade de reconhecimento dentro do espaço acadêmico. Ao mesmo tempo, revela um caminho de superação e resistência ao longo do percurso de violências racistas vivenciados por essas mulheres. A pesquisa buscou romper com metodologias unívocas, cristalizadas e que negligenciam as subjetividades das experiências de vidas negras, sendo guiada por uma perspectiva interseccional para analisar os eixos de opressões que envolvem a vida de nossas entrevistadas, mulheres negras ingressas no programa de mestrado. Sendo assim, o trabalho demonstra a trajetória de mulheres negras até a Pós- Graduação, retratando suas vivências e expectativas por mudanças através da educação. As narrativas revelam os efeitos do racismo estrutural e do sexismo no cotidiano. Bem como a necessidade da construção de políticas públicas de permanência, antirracista e emancipatória dentro da universidade.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectpós graduaçãopt_BR
dc.subjectmulheres negraspt_BR
dc.subjecttrajetórias educacionaispt_BR
dc.subjectblack womenpt_BR
dc.subjecteducational trajectoriespt_BR
dc.subjectgraduate studies.pt_BR
dc.titleTrajetórias negras: intersecção de raça, gênero e educação no programa de pós-graduação em geografia da UFRRJ.pt_BR
dc.title.alternativeBlack trajectories: intersection of race, gender, and education in the graduate program in geography at UFRRJ. 2025.en
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThe research focuses on reflecting on the presence of black women in the Graduate Program in Geography at the Federal Rural University of Rio de Janeiro. Through the educational and life narratives of six black women enrolled in the master's program (I include myself in this group), we analyzed the issues that permeate our bodies and identities. Historically, it has been observed that the situation of black women in society, especially in Brazil, is marked by exploitation, domination, and inferiority. In this research, we resort to intersectionality as a method of epistemological disobedience. The resistance and liberation that accompany the reflections of black feminism will support the analyses. When analyzing the axes of oppression suffered by black women from the period of slavery to the present day, we observed that the intersections occur in life and educational trajectories at different moments and in different social spaces, including the school and academic spaces where our interlocutors spent most of their lives, which are also impacted by structural racism and sexism, promoting erasure, underrepresentation, and undervaluation, which contributes to delegitimizing black knowledge and experiences. As the data analyzed in this study show, it is clear that the number of black women applying to the graduate program in Geography (Master's) is still lower when compared to the number of white men and women. Therefore, this research observed that structural racism and sexism permeate the lives of black women in higher education, subjecting them to “double or triple oppression” (Anzaldúa, 2000; Gonzalez, 2020) throughout their entire trajectory, as revealed by the narratives of black women in this study, causing damage, psychological harm, and difficulty in gaining recognition within the academic space. At the same time, it reveals a path of overcoming and resistance throughout the course of racist violence experienced by these women. The research sought to break with univocal, crystallized methodologies that neglect the subjectivities of black life experiences, guided by an intersectional perspective to analyze the axes of oppression that involve the lives of our interviewees, black women enrolled in the master's program. Thus, the work demonstrates the trajectory of black women to graduate school, portraying their experiences and expectations for change through education. The narratives reveal the effects of structural racism and sexism in everyday life. As well as the need to build public policies for permanence, anti-racism, and emancipation within the university.en
dc.contributor.advisor1Guimarães, Geny Ferreira-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2147-1197pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0959221310519854pt_BR
dc.contributor.referee1Guimarães, Geny Ferreira-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2147-1197pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0959221310519854pt_BR
dc.contributor.referee2Oliveira , Anita Loureiro de-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-2745-7847pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5672746009227494pt_BR
dc.contributor.referee3Souza, Lorena Francisco de-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-5300-5046pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3662610483618187pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9063472416297763pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Educaçãopt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Multidisciplinar de Nova Iguaçupt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.relation.referencesAKOTIRENE, C. Interseccionalidade. São Paulo, SP: Sueli Carneiro; Jandaíra, 2019. 151p. ALMEIDA, S. Racismo estrutural. Coleção Feminismos Plurais. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2021. ANZALDÚA, G. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos Feministas, [S. l.], v. 8, n. 1, p. 229, 2000. DOI: 10.1590/%x. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880. Acesso em: 6 jul. 2025. BALBACHEVSKI, E. A pós-graduação no Brasil: novos desafios para uma política bem- sucedida. In: BROCK, C.; SCHWARTZMAN, S. Os desafios da educação no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. Disponível em: https://doi.org/10.17699/workshopnpt.12.4. Acesso em: 23 jun. 2025. BARROS, L. A. E; MAGALHÃES, A.S; MATOS, M. G. Suporte para a primeira geração universitária: da família ao corpo docente. Revista NUPEM, Campo Mourão, v. 17, n. 41, maio/ago. 2025. Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/nupem/article/view/10172/7032. Acesso em: 1 dez. 2025. BASTOS, J. Cinquentas tons de racismo. -1 ed. -São Paulo: Matrix, 2023. BENTO, C. Pacto da Branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. BERNARDO, L.D.; TOZATTO, A. Racismo e saúde mental da população negra no brasil: notas para uma psicologia CONTEMPORÂNEA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 8, n. 12, p. 436–459, 2022. DOI: 10.51891/rease.v8i12.7990. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/7990. Acesso em: 13 jan. 2025. BRASIL. Desigualdades raciais, racismo e políticas públicas: 120 anos após a abolição. Brasília: IPEA/ Diretoria de Estudos Sociais (Disoc), 2008. Disponível em:https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/4729/1/Comunicado_n4_Desigualdade.pdf. 2008. Acesso 23 de mar. 2023. BRASIL. Parecer no 977/65. Aprovado em 3 de dezembro de 1965. Brasília: MEC/CEF, 1965. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbedu/a/NsLTtFBTJtpH3QBFhxFgm7L/?format=pdf&lang=pt Acesso em: 21 mar. 2025. 155 BRITISH COUNCIL BRASIL. Demandas de Aprendizagem de Inglês no Brasil - Elaborado com exclusividade para o British Council -Instituto de Pesquisa Data Popular. 1a Ed. São Paulo. 2014. Disponível em: demandas_de_aprendizagempesquisacompleta.pdf Acesso em: 25 jul. 2025. BOURDIEU, P. A dominação masculina. 22.ed. Trad. de Maria Helena Kühner. Rio de Janeiro: Difel, 2023. BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução de Renato Aguiar. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2003. CAFFÉ (sic) Torrado. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2024. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra1197/caffe-sic-torrado. Acesso em: 31 de jul. 2024. CALDWELL, K. L. A institucionalização de estudos sobre a mulher negra: Perspectivas dos Estados Unidos e do Brasil. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [S. l.], v. 1, n. 1, p. 18–27, 2010. Disponível em: https://abpnrevista.org.br/site/article/view/304. Acesso em: 2 ago. 2024. CALDWELL, K. L.. Fronteiras da diferença: raça e mulher no Brasil. Revista Estudos Feministas, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 91, 2000. DOI: 10.1590/%x. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/11922. Acesso em: 2 ago. 2024. CARNEIRO, S. Escritos de uma vida. São Paulo: Jandaíra, 2023. CARNEIRO, S. Mulheres em movimento. Estudos Avançados, [S. l.], v. 17, n. 49, p. 117- 133, 2003. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/eav/article/view/9948. Acesso em: 5 nov. 2021. CARNEIRO, A. S. Construindo cumplicidades. In: Carneiro, S. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011. Cap. 19, p.119-122. CARNEIRO, S. Dispositivo de racialidade: A construção do outro como não ser como fundamento do ser. Rio de Janeiro: Zahar, 2023. CARNEIRO, S. Enegrecer o feminismo: A situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. 2003 Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/Zs869RQTMGGDj586JD7nr6k/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 7 mar. 2024. CAVALLEIRO, E. S. Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2012. CAVALLEIRO, E.S. O Processo de Socialização na Educação infantil: A Construção do Silêncio e da Submissão. Rev. Bras. Cresc. Desenv. Hum., São Paulo, 9(2), 1999. Disponível em: https://revistas.usp.br/jhgd/article/view/39447/42331 . Acesso em: 14 out. 2024. CÉSAIRE, A. Discurso sobre o colonialismo. São Paulo: Veneta, 2020. 156 CIRQUEIRA, D. M. Trajetórias Socioespaciais de Estudantes Negras e Negros da Universidade Federal de Goiás. Monografia. Instituto de estudos sócio-ambientais. UFG. Goiânia, 2008. COLLINS, P. H. Bem Mais que Ideias: a Interseccionalidade Como Teoria Social Crítica. São Paulo: Boitempo, 2022. COLLINS, P. H.; BILGE, S. Interseccionalidade. Tradução: Rane Souza. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2021. 281 p. COMBAHEE River, C., Pereira, S. & Gomes, L. S. (2019/1977). Tradução: Manifesto do Coletivo Combahee River. Plural - Revista De Ciências Sociais, 26(1), pp. 197-207. Disponível em: doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2019.159864. Acesso em: 07 abr. 2025. CRENSHAW, K. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Estudos Feministas. V. 10, N.1, p.171-188, jan. 2002. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104 Acesso em: 14 ago. 2021. CUNHA, L. A. Ensino superior e universidade no Brasil. In: 500 Anos de Educação no Brasil - 3a Ed. 2007. São Paulo: Autêntica, 2007. Disponível em: https://www2.fag.edu.br/professores/solange/INTEGRA%C3%87%C3%83O,%20ENSINO% 20PESQUISA%20E%20EXTENS%C3%83O/BIBLIOGRAFIA/CUNHA,%20Luiz%20Ant% C3%B4nio.%20Ensino%20superior%20e%20universidade%20no%20Brasil.pdf. Acesso em: 06 jun. 2025. DAVIS, A. Mulheres, raça e classe. Tradução: Heci Regina Candiani. - 1. ed. - São Paulo: Boitempo, 2016. ENCONTRO com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá. Direção: Silvio Tendler; Produção: Ana Rosa Tendler, Cláudio Bojunga, Bernardo Pimenta. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2001. 1 vídeo (90 min). Disponível em: https://libreflix.org/i/encontro-com- milton-santos. Acesso em: 10 nov. 2025 ESTADÃO (2020). “No Brasil, não existe racismo', diz Mourão sobre assassinato de homem negro em supermercado” Estadão, 20 nov. (online). Disponível em: https://www.estadao.com.br/brasil/nao-existe-racismo-no-brasil-diz-mourao-ao-comentar- morte-de-homem-negro-no-rs/?srsltid=AfmBOorcB4WIQk0xQC_OC1- hG_4IPJUkaP3yPtsF701nBoh344vX99X5. Acesso em: 25 jun. 2025 EVARISTO, C.: Nossa fala estilhaça a máscara do silêncio. Carta Capital, São Paulo, 13 maio 2017. Sociedade. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/conceicao- evaristo-201cnossa-fala-estilhaca-a-mascara-do-silencio201d/. Disponível em: https://goo.gl/ARsknv. Acesso em: 07 jul. 2025. FANON, F. Os Condenados da Terra. Rio de Janeiro, RJ: Editora Zahar; Brasileira. 2022. FANON, F. Pele negra máscaras brancas. Tradução de Renato da Silveira. Salvador: EDUFBA, 2008. FEDERICI, S. O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta 157 Feminista, tradução de Coletivo Sycorax — São Paulo: Elefante, 2019. FERREIRA, L. Menos de 3% entre docentes da pós-graduação, doutoras negras desafiam racismo na academia. Gênero e Número. 2018. Disponível em: http://www.generonumero.media/menos-de-3-entre-docentes-doutoras-negras-desafiam- racismo-na-academia/. Acesso em: 10 dez. 2024. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. 17o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2023. Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/07/anuario-2023.pdf. Acesso em: 14 de jun.2024. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. 18o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2024. Disponível em: https://publicacoes.forumseguranca.org.br/handle/123456789/253. Acesso em: 21 de jul. 2024 FOUCAULT, M. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis, Vozes, 2014. FRANÇA, Elizete. A importância da mulher negra na casa grande. 1996. Disponível em: Acesso em: 10 set. 2023. GOMES, N. L. A Universidade Pública como Direito dos(as) Jovens Negros(as): a experiência do Programa Ações Afirmativas na UFMG. In: SANTOS, Sales Augusto dos. (Org.) Ações Afirmativas e Combate ao Racismo nas Américas. Brasília: Ministério da Educação: UNESCO, 2007. p. 245-262. GOMES, N. L. Intelectuais negros e produção do conhecimento: algumas reflexões sobre a realidade brasileira. In: SOUSA-SANTOS, B.; MENESES, M. P. (org.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 492-516. GOMES, N. L. Trajetórias escolares, corpo negro e cabelo crespo: reprodução de estereótipos ou ressignificação cultural?. Revista Brasileira de Educação, Belo Horizonte, n.21, p. 40-51, 2002. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/275/27502104.pdf Acesso em: 07 jan. 2025. GOMES, N.L. O Movimento Negro e a intelectualidade negra descolonizando os curriculos. In: Decolonialidade e Pensamento Afrodiaspórico. BERNAR DINO-COSTA, Joaze; MALDONADO-TORRES, Nelson; GROSFOGUEL, Ramón (orgs.). 2. ed.,1. reimp. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019. GONÇALVES, A. M. Um defeito de cor. 21 ed. Rio de Janeiro: Record, 2019. GONZALEZ, L. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984. p. 223-244. Disponível: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7395422/mod_resource/content/1/GONZALES%2C %20L%C3%A9lia%20-%20Racismo_e_Sexismo_na_Cultura_Brasileira%20%281%29.pdf Acesso em: 11 de jun.2024. GUIMARÃES, G. F. Mulheres Negras: como nos vemos? D’Cimarron, v. 1, p. 1, 2020. 158 GUIMARÃES, G. F. Rio Negro de Janeiro: olhares geográficos de suas heranças negras e o racismo no processo-projeto patrimonial. Tese de Doutorado. 2015. Programa de Pós- graduação em Geografia, UFBA. 2015. HARAWAY, D. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 5, p. 7–41, 2009. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1773. Acesso em: 10 out. 2024. HIRATA, H.; KERGOAT, D. Novas configurações da divisão sexual do trabalho. Cadernos de Pesquisa, v. 37, n. 132, p. 595-609, set. dez. 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/. Acesso em: 23 Dez. 2024. HOOKS, B. E eu não sou uma mulher?: Mulheres negras e feminismo. Trad. Bhuvi Libanio. 2a Ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2020. HOOKS, B. Intelectuais negras. Estudos feministas, v. 3, n. 2, p. 464-478, 1995. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/16465/15035. Acesso em: 6 de nov. 2021. IBGE. Estatísticas de Gênero: Indicadores sociais das mulheres no Brasil. 3d. 2023. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv102066_informativo.pdf. Acesso em: 24 nov. 2024. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Mulheres negras são 69,9% no serviço doméstico ou de cuidados no Brasil. Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202503/mulheres-negras-sao-69-9-no-servico- domestico-ou-de-cuidados-no-brasil. Acesso em: 23 jul. 2025. KERGOAT, D. Divisão Sexual do Trabalho e Relações Sociais de Sexo. Dictionnaire critique de féminisme. Ed. PressesUniversitaires de France. Paris, novembro de 2000. Traduzido por Miriam Nobre em agosto de 2003. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/. Acesso em: 23 Dez. 2024. LEÃO, R. Não serei anônima. In: DUARTE, M. (org) querem nos calar: poemas para serem lidos em voz alta. São Paulo: Planeta do Brasil, 2019, p. 205-206. LIMA, S.M.C. A personagem na telenovela brasileira: alguns momentos. Revista USP, São Paulo, n.48, p.88-99, dez. 2001. DOI: 10.11606/issn.2316-9036.v0i48p88-99. Disponível em: https://revistas.usp.br/revusp/article/view/32894. Acesso em: 21 jul. 2024. LORENSET, R. Beatriz C. Memórias que se (re)formulam: a historicidade do ensino superior no brasil. Unoesc & Ciência - ACHS, [S. l.], v. 6, n. 1, p. 83–90, 2015. Disponível em: https://periodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/6904. Acesso em: 6 jul. 2025. MINAYO, M. C. S. & SANCHES, O. Quantitativo-Qualitativo: Oposição ou Complementaridade? Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro, 9 (3): 239-262, jul/set, 1993. Disponível em: 159 https://www.scielo.br/j/csp/a/Bgpmz7T7cNv8K9Hg4J9fJDb/?format=pdf&lang=pt Acesso em: 21 jul. 2025. MOORE, C. Racismo e Sociedade: Novas bases epistemológicas para entender o racismo, Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.Disponivel em: https://ipeafro.org.br/acervo- digital/leituras/acervo-ipeafro/racismo-e-sociedade-de-carlos-moore/. Acesso em: 22 mar. 2024. MOURA, R. Abolição e República: a situação política nacional. In: MOURA, R. Tia Ciata e a Pequena África do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: 2a Ed. Secretaria Municipal de Cultura, Dep. Geral de Doc. e Inf. Cultural, Divisão de Editoração, 1995. p. 15-20. Disponível em: https://www.unisalento.it/documents/20152/229631/Tia+Ciata+e+a+Pequena+%C3%81frica+ no+Rio.pdf/0ed23dcd-e33e-f71c-1541-f7501b732ebd?version=1.0. Acesso em 23 mar. 2023. MUNANGA, K. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Programa de educação sobre o negro na sociedade brasileira. Tradução. Niterói: EDUFF, 2004. Disponível em: https://biblio.fflch.usp.br/Munanga_K_UmaAbordagemConceitualDasNocoesDeRacaRacism oIdentidadeEEtnia.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025. NASCIMENTO, Beatriz. Uma história feita por mãos negras: relações raciais, quilombos e movimentos Rio de Janeiro: Zahar, 2021. NEZ, E. Antecedentes históricos da universidade no brasil e no mundo: do predomínio da igreja ao início da democratização do acesso. Humanidades &Inovação, v.5 (8), 29 – 38. Disponivel em: https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/7217. Acesso em: 06 jun. 2025. OLADE, Y. A. F. Os gregos roubaram a filosofia dos africanos. Portal Geledés, 17 dez. 2014. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/os-gregos-roubaram-filosofia-dosafricanos-por- yeye-akilimali/>. Acesso em: 08 ago. 2024. OLIVEIRA, A. L. Corpo, espacialidade e maternagem: Trilhas para uma geografia corporificada. Revista da ANPEGE, [S. l.], v. 17, n. 32, p. 217–243, 2021. DOI: 10.5418/ra2021.v17i32.12472. Disponível em: https://ojs.ufgd.edu.br/anpege/article/view/12472. Acesso em: 1 dez. 2025. OLIVEIRA, R. C. Famílias Políticas, Desigualdade e Estratificação Social no Brasil Contemporâneo. In: XVII Congresso Brasileiro de Sociologia, 2015, Porto Alegre. Anais XVII Congresso Brasileiro de Sociologia, 2015. Disponível em: https://www.academia.edu/12814454/Fam%C3%ADlias_Pol%C3%ADticas_Desigualdade_e _Estratifica%C3%A7%C3%A3o_Social_no_Brasil_Contempor%C3%A2neo.Acesso em: 14 jul. 2025. RIBEIRO, D. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento, 2017. SANTOS, A. B. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Ubu Editora/Piseagrama, 2023. SANTOS, M. O intelectual negro no Brasil. Ethnos Brasil, v. 1, n. 1, p. 7-10, 2002. 160 SCOTT, J. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, [S. l.], v. 20, n. 2, 2017. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/71721. Acesso em: 2 ago. 2024. SILVA, G.; ARAÚJO, M. Da interdição escolar às ações educacionais de sucesso: escolas dos movimentos negros e escolas profissionais, técnicas e tecnológicas. In: ROMÃO, J. (org.). História da educação dos negros e outras histórias. Brasília/DF: Ministério da Educação, 2005. p. 65-7. Disponível: https://etnicoracial.mec.gov.br Acesso em: 24 Dez. 2024 SOARES, K.; SANTOS, D.; DUTRA BIGNOL, L. Os estereótipos e representações de personagens negros na história infantil de Monteiro Lobato: O sítio do Picapau Amarelo. In: COPENE SUL, 4., 2019, Rio Grande do Sul. Anais eletrônicos. Rio Grande do Sul, 2019. Disponível em: <https://www.copenesul2019.abpn.org.br/resources/anais/11/copenesul2019/1559511599_AR QUIVO_290a086a513eeb371ab1c674ca79eef8.pdf>. Acesso em: 21 de jul. 2024. SOUZA, E. F. de. A carta da escravizada Esperança Garcia, escrita por ela mesma, e a formação do cânon literário afro-brasileiro. Aletria: Revista de Estudos de Literatura, [S. l.], v. 32, n. 1, p. 277–297, 2022. DOI: 10.35699/2317-2096.2022.35457. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/aletria/article/view/35457. Acesso em: 31 out. 2023. SOUZA, J. A Tolice da Inteligência Brasileira: ou como o país se deixa manipular pela elite. Rio de Janeiro: LeYa, 2018. Disponível em: %20Tolice%20da%20Inteligencia%20Brasil.pdf Acesso em: 22 jun. 2025. SOUZA, K. C. C. Mestres/as negros/as: trajetórias na pós-graduação dos/as egressos/as do curso de formação pré-acadêmica Afirmação na Pós. 2018. 215 f. Dissertação (Mestrado em Educação: Conhecimento e Inclusão Social), Programa de Pós-Graduação em Educação: Conhecimento e Inclusão Social, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. Disponível em: http://hdl.handle.net/1843/BUOS-B4LKPN. Acesso em: 06 jun. 2025. SOUZA, L. F. de. Corpos negros femininos em movimento: trajetória socioespaciais de professoras negras em escolas públicas. Dissertação de Mestrado em Geografia. IESA – UFG, 2007. Disponível: https://www.academia.edu/42670744/. Acesso: 10 de out. de 2024. SOUZA, V. S. Eugenia, racismo científico e antirracismo no Brasil: debates sobre ciência, raça e imigração no movimento eugênico brasileiro (1920-1930). Revista Brasileira de História, v. 42, no 89, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/a/TLsppHZdSyVtfKjZbRx9qXK/?format=pdf&lang=pt Acesso em: 21 jul. 2025. SOUZA. A. L. Negritude, letramento e uso social da oralidade. In: CAVALLEIRO, E. (Org.). Racismo e anti-racismo na educação: repensando nossa escola. São Paulo: Summus, 2001. p. 179-194. STOLCKE, V. Sexo está para gênero assim como raça para etnicidade? Estudos Afroasiáticos, (20): 101-119, junho de 1991. Disponível em: 161 https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/373812/mod_resource/content/1/sexo%20genero%2 0ra%C3%A7a%20etnicidade.pdf. Acesso em: 10 de jun. 2024. TRUTH, S. E não sou uma mulher? Tradução: Osmundo Pinho. Geledés: Instituto da Mulher Negra, 08 nov. 2014. Título original: "Ain't I a Woman?" (1851). Disponível em: https://www.geledes.org.br/e-nao-sou-uma-mulher-sojourner-truth/. Acesso em: 15 mar. 2024. TÚBERO, R. Acesso, permanência e exclusão racial. Revista Educação e Políticas em Debate, [S. l.], v. 5, n. 1, 2016. DOI: 10.14393/REPOD-v5n1a2016-44576. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistaeducaopoliticas/article/view/44576. Acesso em: 8 jul. 2025. Uma Senhora Brasileira em seu Lar. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2024. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra62092/uma-senhora-brasileira-em-seu-lar. Acesso em: 31 de jul. 2024. WERNECK, J. Aids: vulnerabilidade das mulheres negras. Jornal da Rede, Rede Saúde, n.23, mar. 2001. Disponível em: www.edesaude.org.br. Acesso em: 5 de jun. 2024. WEST, C. O Dilema do Intelectual Preto. In: União dos Coletivos Pan- Africanistas. Coleção Pensamento Preto: Epistemologias do Renascimento Africano [Volume I]. 1a ed. Diáspora Africana: Editora Filhos da África, 2018. p. 214-232. Disponível em: https://www.academia.edu. Acesso em: 7 jun. 2024. XAVIER, G.; FARIAS, J.; GOMES, F. (Orgs.). Mulheres negras no Brasil escravista e do pós-emancipação. São Paulo: Selo Negro Edições, 2012. XAVIER. G. Você pode substituir mulheres negras como objeto de pesquisa por mulheres negras contando sua própria história. Rio de Janeiro: Malê, 2019.pt_BR
dc.subject.cnpqGeografiapt_BR
Aparece nas coleções:Mestrado em Geografia

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2025 -BEATRIZ TEIXEIRA DE SOUZA.pdf2,68 MBAdobe PDFAbrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.