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dc.contributor.authorSilva, Érlon Domingues da-
dc.date.accessioned2026-10-21T13:46:20Z-
dc.date.available2026-10-21T13:46:20Z-
dc.date.issued2025-07-31-
dc.identifier.citationSILVA, Erlon Domingues Da. Crescimento sustentável no Brasil: análise do grau de desacoplamento entre o PIB e os gases de efeito estufa entre os anos de 1991 a 2021. 2025. 71 f. Dissertação (Mestrado em Economia Regional e Desenvolvimento) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26740-
dc.description.abstractEsta dissertação analisa o crescimento sustentável no Brasil por meio do grau de desacoplamento entre o Produto Interno Bruto (PIB) e as emissões de gases de efeito estufa (GEE) nos setores agropecuário e de indústria de transformação entre 1991 e 2021. O Objetivo é investigar, a nível federal e regional, a relação entre a variação do PIB setorial e a variação das emissões de CO2, empregando o índice de Tapio, que classifica em oito cenários de acoplamento e desacoplamento. Os dados de PIB foram obtidos no Ipeadata do IBGE e as estimativas de emissões no portal SEEG do Observatório do Clima. Os resultados mostram que, no setor agropecuário, predomina o desacoplamento negativo forte, revelando crescimento das emissões em paralelo à retração do PIB. O único ano com desacoplamento forte foi 2007. A análise regional apresenta o desempenho ambiental mais eficiente da região Sul, em contraste com o Centro-Oeste, no qual a alta emissão não corresponde a quantidade produzida. Na indústria de transformação, os dados revelam um cenário mais favorável. Em dezessete dos trinta anos analisados, foram observados estágios de desacoplamento forte, fraco ou recessivo, demonstrando, em alguns momentos, avanços na dissociação entre emissões de GEE e crescimento econômico. No entanto, nove anos foram classificados como desacoplamento negativo forte, com piora simultânea dos indicadores ambiental e econômico, concentrando-se especialmente na década de 2010. A mudança estrutural da economia brasileira, de um modelo agroexportador para uma industrialização verde, é apresentada como uma alternativa para antecipar o ponto de inflexão da Curva de Kuznets Ambiental (EKC), conciliando crescimento econômico e sustentabilidade ambiental. O trabalho destaca a importância de políticas industriais voltadas à modernização produtiva com base em tecnologias de baixo carbono, bem como a necessidade de planejamento de longo prazo para estimular a transição para uma economia verde. Considerando que o Brasil possui matriz energética relativamente limpa e vantagens em recursos naturais, uma nova industrialização orientada à sustentabilidade surge como caminho promissor para conciliar desenvolvimento econômico, inclusão social e preservação ambiental.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectDesacoplamentopt_BR
dc.subjectcrescimento sustentávelpt_BR
dc.subjectíndice de Tapiopt_BR
dc.subjectDecouplingpt_BR
dc.subjectsustainable growthpt_BR
dc.subjectTapio indexpt_BR
dc.titleCrescimento sustentável no Brasil: análise do grau de desacoplamento entre o PIB e os gases de efeito estufa entre os anos de 1991 a 2021pt_BR
dc.title.alternativeSustainable growth in Brazil: analysis of the degree of decoupling between GDP and greenhouse gas emissions from 1991 to 2021en
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThis dissertation analyzes sustainable growth in Brazil through the degree of decoupling between Gross Domestic Product (GDP) and greenhouse gas (GHG) emissions in the agricultural and manufacturing sectors from 1991 to 2021. The objective is to investigate, at both federal and regional levels, the relationship between sectoral GDP variation and CO2 emissions variation, using the Tapio index, which classifies decoupling into eight possible scenarios. GDP data were obtained from Ipeadata (IBGE), and emission estimates were sourced from the SEEG platform of the Climate Observatory. The results show that, in the agricultural sector, strong negative decoupling predominates, indicating rising emissions alongside declining GDP. The only year classified as strong decoupling was 2007. Regionally, the South presented the most environmentally efficient performance, in contrast to the Center-West, where high emissions were not matched by proportional production output. In the manufacturing sector, the scenario was more favorable. In seventeen out of the thirty years analyzed, the Tapio index showed stages of strong, weak, or recessive decoupling, demonstrating some progress in breaking the link between economic growth and GHG emissions. However, nine years were classified as strong negative decoupling, reflecting simultaneous deterioration of environmental and economic indicators, particularly during the 2010s. The structural shift from an agro-export model to a green industrialization is presented as a viable strategy for anticipating the inflection point of the Environmental Kuznets Curve (EKC), thus reconciling economic growth with environmental sustainability. The study highlights the importance of industrial policies focused on productive modernization based on low-carbon technologies, as well as the need for long-term planning to foster the transition toward a green economy. Given Brazil’s relatively clean energy matrix and abundance of natural resources, a new sustainability-oriented industrialization emerges as a promising path to align economic development, social inclusion, and environmental preservation.en
dc.contributor.advisor1Pimentel, Débora Mesquita-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5513-2287pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4558185212239650pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Freitas, Alexandre Jeronimo de-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3397-5210pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1872768606155468pt_BR
dc.contributor.referee1Pimentel, Débora Mesquita-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5513-2287pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4558185212239650pt_BR
dc.contributor.referee2Freitas, Alexandre Jeronimo de-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-3397-5210pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1872768606155468pt_BR
dc.contributor.referee3Crespo, Eduardo Alberto-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-1638-5390pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7617511181603513pt_BR
dc.contributor.referee4Fernandes, Marcelo Pereira-
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0003-4550-8564pt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/5921961325644555pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6257019339723045pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Sociais Aplicadaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Economia Regional e Desenvolvimentopt_BR
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dc.subject.cnpqEconomiapt_BR
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