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http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26768Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Machado, Ana Paula Souza Rodrigues | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-23T15:53:14Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-23T15:53:14Z | - |
| dc.date.issued | 2018 | - |
| dc.identifier.citation | MACHADO, Ana Paula Souza Rodrigues. O governo dos engenhos de açúcar no recôncavo da Guanabara — século XVIII. Revista do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil, n. 15, p. 157–186, 2018. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 1983-6031 | - |
| dc.identifier.uri | http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26768 | - |
| dc.description.abstract | O objetivo deste artigo é o de aferir o número de engenhos de açúcar do Recôncavo da Guanabara fluminense, ao longo do século XVIII, assim como analisar os elementos que contribuíram para o bom (permanência) e o mau (falência) governo desses engenhos, tendo em vista que a atividade açucareira foi a porta de entrada para a nobreza do Rio de Janeiro setecentista. Deste modo, tentaremos responder as seguintes perguntas: quantos engenhos de açúcar estiveram em funcionamento na capitania do Rio de Janeiro? Dos que se tornaram fogo morto, ou seja, deixaram de funcionar, quais foram os motivos que levaram algumas famílias à bancarrota? O que fez surgirem novos engenhos? Esclareço que o uso do termo ‘governo’ fez parte do vocabulário social da época recortada, e que a escolha do verbete não foi ao acaso, sendo utilizado também na esfera doméstica | pt_BR |
| dc.relation.ispartof | Revista do Arquivo Geral Da Cidade do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.relation.ispartofseries | N/A;15 | - |
| dc.subject | engenho de açúcar | pt_BR |
| dc.subject | Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.subject | governo; | pt_BR |
| dc.title | O governo dos engenhos de açúcar no recôncavo da Guanabara — século XVIII | pt_BR |
| dc.type | Artigo em periódico | pt_BR |
| dc.description.abstractOther | The objective of this article is to evaluate the number of sugar mills in the Recôncavo da Guanabara fluminense throughout the eighteenth century, as well as to analyze the elements that contributed to the good (permanence) and the bad (bankrupt-cy) government of these sugar mills. The sugar activity was the gateway for the nobility of Rio de Janeiro in the eighteenth century. In this way, we will try to answer the follow- ing questions: how many sugar mills were operating in the Rio de Janeiro captaincy? Of those who became dead fire, that is, they ceased to function, what were the reasons that led some families to bankruptcy? what gave rise to new engenhos? I clarify that the use of the term ‘government’ was part of the social vocabulary of the anciem regime and that the choice of the term it was not random, being also used in the domestic sphere. | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Biblioteca Digital | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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