Use este identificador para citar ou linkar para este item:
http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26825Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Machado, Dilson Duarte Pinto | - |
| dc.date.accessioned | 2026-11-05T16:26:20Z | - |
| dc.date.available | 2026-11-05T16:26:20Z | - |
| dc.date.issued | 2023-12-04 | - |
| dc.identifier.citation | MACHADO, Dilson Duarte Pinto. Zona de amortecimento do Parque Estadual dos Três Picos-RJ: o desafio de harmonizar a produção agropecuária com a conservação da Mata Atlântica. 2023. 129 f. Tese (Doutorado em Ciência, Tecnologia e Inovação em Agropecuária) - Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2023. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26825 | - |
| dc.description.abstract | A presente pesquisa tem como área de estudo a zona de amortecimento do Parque Estadual dos Três Picos (PETP), que abrange os municípios de Teresópolis, Nova Friburgo, Silva Jardim, Cachoeiras de Macacu e Guapimirim, no estado do Rio de Janeiro. O problema central refere- se à coexistência de um mosaico agropecuário convencional em plena atividade no entorno de uma unidade de conservação de proteção integral, prática que contraria os princípios de preservação ambiental. Nesse contexto, discute-se a necessidade de compatibilizar demandas socioeconômicas locais com a conservação ambiental, buscando alternativas sustentáveis de uso do solo. Partiu-se das hipóteses de que as atividades agropecuárias avançam sobre os limites do parque; que existem áreas na zona de amortecimento propícias à implementação de sistemas agroflorestais (SAF); e que diversas propriedades rurais apresentam potencial para adotar tais práticas, contribuindo para a recuperação ambiental e a sustentabilidade produtiva. O objetivo geral foi mapear a zona de amortecimento do PETP, distinguindo as áreas mais adequadas para a sugestão de implantação de SAF simples e biodiversos. Entre os objetivos específicos destacam-se: identificar o uso e a ocupação da terra; caracterizar o perfil socioeconômico dos produtores; elaborar mapas das áreas propícias a SAF; e espacializar essas informações para subsidiar decisões. A metodologia incluiu levantamento bibliográfico, análise de dados socioeconômicos do IBGE (2017) e EMATER-Rio (2020), caracterização fisiográfica e biótica a partir de documentos oficiais e produção cartográfica com imagens Landsat 7 e 8. Realizou- se análise temporal (2000–2020) do uso do solo, elaboração de uma matriz de diversidade para sugerir os tipos de SAF adequados a cada município e aplicação da Matriz Pressão-Estado- Resposta (PER), que avaliou de forma integrada aspectos ecológicos, sociais e econômicos. Os resultados demonstraram que, embora a urbanização tenha se expandido em determinadas áreas, houve aumento significativo da cobertura florestal entre 2000 e 2020, acompanhado pela redução de áreas agrícolas e de pastagens. A expansão de áreas construídas, contudo, apresentou crescimento expressivo, constituindo fator de pressão sobre o ambiente. A matriz de diversidade indicou que Teresópolis e Nova Friburgo são mais aptos a SAF biodiversos, enquanto Silva Jardim e Guapimirim se mostram adequados a SAF simples; já Cachoeiras de Macacu reúne condições para ambos. A matriz PER revelou fragilidades como o baixo acesso dos produtores a assistência técnica e financiamentos, a presença ainda restrita de SAF implantados e a pressão da expansão imobiliária. Por outro lado, destacou a relevância da agricultura familiar e a existência de ampla disponibilidade de áreas propícias à adoção de sistemas sustentáveis. Conclui-se que a implementação de SAF na zona de amortecimento do PETP representa alternativa viável e necessária, pois alia conservação ambiental à geração de renda. A adoção dessas práticas pode mitigar impactos das atividades agropecuárias convencionais, fortalecer a agricultura familiar, valorizar a tradição produtiva local e ampliar a proteção da biodiversidade. O estudo contribui, assim, para orientar políticas públicas e estratégias de manejo que promovam paisagens multifuncionais, conciliando produção e conservação. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.subject | Manejo sustentável | pt_BR |
| dc.subject | Zona de amortecimento | pt_BR |
| dc.subject | Mata Atlântica | pt_BR |
| dc.subject | Agroflorestas | pt_BR |
| dc.subject | Sustainable management | pt_BR |
| dc.subject | Buffer zone | pt_BR |
| dc.subject | Atlantic Forest | pt_BR |
| dc.subject | Agroforestry | pt_BR |
| dc.subject | Manejo sostenible | pt_BR |
| dc.subject | Unidades de Conservación | pt_BR |
| dc.subject | Bosque Atlántico | pt_BR |
| dc.subject | Agroforestería | pt_BR |
| dc.title | Zona de amortecimento do Parque Estadual dos Três Picos-RJ: o desafio de harmonizar a produção agropecuária com a conservação da Mata Atlântica | pt_BR |
| dc.title.alternative | Buffer zone of Três Picos State Park-RJ: the challenge of harmonizing agricultural production with the conservation of the Atlantic Forest | en |
| dc.title.alternative | Zona de amortiguamiento del Parque Estadual Três Picos-RJ: el desafío de armonizar la producción agrícola con la conservación de la Mata Atlántica | es |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.description.abstractOther | This research focuses on the buffer zone of the Três Picos State Park (PETP), which includes the municipalities of Teresópolis, Nova Friburgo, Silva Jardim, Cachoeiras de Macacu, and Guapimirim, in the state of Rio de Janeiro, Brazil. The central issue concerns the coexistence of conventional agricultural mosaics in full activity around a strict protection conservation unit, a practice that contradicts the principles of environmental preservation that underlie such areas. In this context, the study addresses the challenge of reconciling local socioeconomic demands with conservation goals, while seeking sustainable alternatives for land use. The hypotheses considered were that agricultural activities continue to expand toward the park’s limits, negatively affecting its ecosystems; that suitable areas for the implementation of agroforestry systems (AFS) exist within the buffer zone; and that several rural properties demonstrate potential to adopt such practices, contributing to both environmental recovery and productive sustainability. The general objective was to map the PETP buffer zone, distinguishing areas most suitable for suggesting the implementation of simple and biodiverse AFS. The specific objectives were: to identify land use and occupation; to characterize the socioeconomic profile of rural producers; to prepare maps of areas favorable for AFS; and to spatialize such information to support planning and decision-making processes. The methodology included bibliographic review, analysis of socioeconomic data from IBGE (2017) and EMATER-Rio (2020), physiographic and biotic characterization based on official documents, and cartographic production using Landsat 7 and 8 imageries. A temporal analysis of land use (2000–2020) was carried out, together with the elaboration of a diversity matrix to indicate the most appropriate types of AFS for each municipality. In addition, the Pressure-State-Response (PSR) framework was applied, enabling an integrated assessment of ecological, social, and economic aspects of the buffer zone. The results showed that, despite the expansion of urbanization in certain areas, forest cover increased significantly between 2000 and 2020, accompanied by reductions in both agricultural and pasture lands. Built-up areas, however, also grew considerably, constituting an important source of environmental pressure. The diversity matrix indicated that Teresópolis and Nova Friburgo present higher suitability for biodiverse AFS, while Silva Jardim and Guapimirim are more adequate for simple AFS. Cachoeiras de Macacu, given its territorial extension and productive versatility, revealed potential for both models. The PSR analysis exposed weaknesses such as the limited access of producers to technical assistance and credit, the still incipient presence of AFS, and the strong pressure generated by real estate expansion. On the other hand, it highlighted the relevance of family farming and the existence of large areas favorable to sustainable systems. It is concluded that the implementation of AFS in the PETP buffer zone constitutes a viable and necessary alternative, as it combines environmental conservation with income generation. The adoption of such practices can mitigate the impacts of conventional agricultural activities, strengthen family farming, value local productive traditions, and expand biodiversity protection. This research contributes to informing public policies and management strategies that promote multifunctional landscapes, effectively reconciling production and conservation. | en |
| dc.description.abstractOther | 1. Introducción La presente investigación analiza la zona de amortiguamiento del Parque Estadual dos Três Picos (PETP), localizada en el estado de Río de Janeiro y comprendida por partes de los municipios de Teresópolis, Nova Friburgo, Silva Jardim, Cachoeiras de Macacu y Guapimirim. El estudio aborda la tensión entre las actividades agropecuarias convencionales del entorno y la necesidad de conservar remanentes de Mata Atlántica, proponiendo sistemas agroforestales (SAF) como herramientas potenciales de conciliación entre producción y conservación. El análisis considera el período comprendido entre 2000 y 2020 con el fin de identificar transformaciones en el uso y cobertura del suelo, así como las condiciones socioeconómicas que afectan la viabilidad de los SAF en la zona de amortiguamiento. Objetivo general: mapear y caracterizar la zona de amortiguamiento del PETP en el período 2000–2020 para identificar áreas prioritarias para la implementación de sistemas agroforestales sencillos y/o biodiversos. Objetivos específicos: (i) describir la dinámica espacial de uso y cobertura del suelo en los años 2000 y 2020; (ii) caracterizar el perfil socioeconómico de los productores rurales; (iii) aplicar matrices de valoración (diversidad y Presión-Estado- Respuesta) para priorizar áreas y proponer tipologías de SAF apropiadas para cada municipio. 2. Metodología La investigación se desarrolló en tres ejes: análisis socioeconómico, caracterización biofísica y mapeo geoespacial. En el análisis socioeconómico se emplearon datos del Censo Agropecuario 2017 (IBGE) y registros de EMATER-Rio, lo que permitió identificar la estructura productiva, el perfil de los productores, el uso de insumos, el acceso a crédito y asistencia técnica. La caracterización biofísica se fundamentó en el Plan de Manejo del PETP (INEA, 2009). En el componente geoespacial, se utilizaron imágenes satelitales LANDSAT 7 (ETM+) para el año 2000 y LANDSAT 8 (OLI) y Sentinel-2A/2B para el año 2020. Las imágenes, con resolución de 30 metros, fueron procesadas en QGIS con datum WGS84 y proyección UTM zona 23S. Además, se consultó la Colección 9 del proyecto MapBiomas (2000–2020), adoptada como fuente principal de información sobre cobertura y uso del suelo. Esta colección posee un nivel de acurácia global superior al 91% para el bioma Mata Atlántica, lo que garantiza la confiabilidad de los resultados empleados en este trabajo. Los mapas generados permitieron identificar coberturas predominantes (bosque, agricultura, pastos, áreas construidas, cuerpos de agua, suelo expuesto y vegetación arbustiva) y cuantificar sus variaciones en el período de análisis. Los datos fueron organizados en tablas comparativas y representados en mapas temáticos. Con base en estas informaciones, se elaboraron dos matrices: (a) Matriz de diversidad, que relaciona la superficie total y el número de establecimientos rurales, orientando la recomendación de SAF biodiversos en áreas con mayor diversidad productiva y SAF simples en áreas de mayor escala de producción; y (b) Matriz PER (Presión-Estado-Respuesta), que x integra indicadores socioeconómicos y ambientales para identificar presiones críticas, el estado de conservación y las posibles respuestas. 3. Resultados Los resultados revelaron transformaciones significativas entre 2000 y 2020 en todos los municipios de la zona de amortiguamiento. En Teresópolis, la cobertura forestal aumentó 35,77%, alcanzando más del 70% del territorio, mientras que la agricultura se redujo 12,87% y los pastos 3,29%. La superficie urbana se incrementó en 9,11%, reflejando presión inmobiliaria creciente. En Nova Friburgo, los bosques crecieron 13,20% y las áreas agrícolas y de pastos disminuyeron 11,73% y 9,96%, respectivamente, con un aumento urbano moderado (1,99%). En Silva Jardim, la cobertura forestal creció 5,38%, mientras que la agricultura y los pastos disminuyeron 3,87% y 2,52%, con estabilidad en áreas urbanas. En Cachoeiras de Macacu, la superficie forestal aumentó 10,78%, en contraste con la reducción de agricultura (- 19,83%) y pastos (-6,97%); la urbanización avanzó 2,94%. En Guapimirim, los bosques crecieron 2,06%, la agricultura retrocedió 10,11%, los pastos -0,16% y la superficie urbana se expandió 7,68%. Estos resultados evidencian un proceso de recuperación forestal en todos los municipios, aunque acompañado por la reducción de áreas agropecuarias y el avance de la urbanización. La matriz PER permitió clasificar el uso de plaguicidas y la expansión urbana como presiones críticas, mientras que el estado actual se caracterizó por un mosaico de regeneración forestal, predominancia de agricultura familiar y limitaciones en la asistencia técnica. Como respuesta, se identificó que el 50,51% de la zona de amortiguamiento es apta para la implementación de SAF, lo que representa 882 establecimientos rurales con potencial directo de adopción. 4. Discusión Los hallazgos muestran un escenario dual: por un lado, regeneración forestal y conservación parcial de la Mata Atlántica; por otro, riesgos crecientes derivados de la expansión urbana y de la reducción de áreas agrícolas productivas. La predominancia de agricultura familiar sin adecuada asistencia técnica y la baja proporción de SAF existentes (apenas 1,03% del área) constituyen limitaciones relevantes para la transición hacia modelos sostenibles. La aplicación combinada de matrices de diversidad y PER ofreció criterios objetivos para recomendar SAF biodiversos en municipios con mayor fragmentación territorial (Teresópolis y Nova Friburgo) y SAF simples en municipios de mayor escala (Silva Jardim y Guapimirim), mientras que Cachoeiras de Macacu, por su peso territorial, admite ambas modalidades. 5. Conclusiones El estudio confirma que la zona de amortiguamiento del PETP posee un potencial elevado para la implementación de sistemas agroforestales como estrategia de conciliación entre conservación y producción. La adopción de imágenes satelitales, la Colección 9 de MapBiomas y el uso de matrices integradoras permitieron evaluar con rigor científico las dinámicas territoriales entre 2000 y 2020. El aumento generalizado de la cobertura forestal es alentador, aunque limitado por la expansión urbana y la reducción de la base agropecuaria. Los resultados ofrecen una base sólida para orientar políticas públicas y acciones de extensión rural. Relevancia práctica y teórica En el ámbito práctico, la investigación aporta insumos directos para la planificación territorial, identificando 882 propiedades con potencial de SAF, lo que puede orientar programas de crédito, asistencia técnica y restauración ecológica. En el plano teórico, la integración de datos socioeconómicos con análisis de teledetección y matrices de priorización constituye una contribución metodológica para el estudio y gestión de zonas de amortiguamiento en contextos de alta biodiversidad. | es |
| dc.contributor.advisor1 | Correia, Maria Elizabeth Fernandes | - |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0003-1919-6659 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8912768268043499 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co1 | Moraes, Luiz Fernando Duarte de | - |
| dc.contributor.advisor-co1ID | https://orcid.org/0000-0001-9953-267X | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0374432757124562 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co2 | Uzêda, Mariella Camardelli | - |
| dc.contributor.advisor-co2Lattes | http://lattes.cnpq.br/5351884387366609 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Correia, Maria Elizabeth Fernandes | - |
| dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/0000-0003-1919-6659 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8912768268043499 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Richter, Monika | - |
| dc.contributor.referee2ID | https://orcid.org/0000-0002-2129-4007 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/9435685314161200 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Silva, Eduardo Vinicius da | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/0091148004995716 | pt_BR |
| dc.contributor.referee4 | Jantalia, Cláudia Pozzi | - |
| dc.contributor.referee4ID | https://orcid.org/0000-0002-6178-6145 | pt_BR |
| dc.contributor.referee4Lattes | http://lattes.cnpq.br/3465919209024196 | pt_BR |
| dc.contributor.referee5 | Resende, Alexander Silva de | - |
| dc.contributor.referee5Lattes | http://lattes.cnpq.br/8036868163621712 | pt_BR |
| dc.creator.ID | https://orcid.org/0000-0002-8652-9399 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5802023848401698 | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRRJ | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Agropecuária | pt_BR |
| dc.relation.references | ABDALA, K. O.; NETO, M. A. B. Efeito da pressão agropecuária na zona de amortecimento do Parque Nacional das Emas. Revista em Agronegócio e Meio Ambiente, v. 14, Suplemento 2 Maringá-PR. 15p. 2021. ALMEIDA, R. B.; CASTRO, A. C. L.; ARAÚJO, G. C.; SOARES, L. S. Evolução espaço- temporal do uso do solo na Estação Ecológica do Rangedor e seu entorno. Revista Ibero- americana de Ciências Ambientais, v. 8, no. 3, p. 239-253. 2017. ARAUJO, M. A. R. Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC). In: Unidades de Conservação no Brasil: o Caminho da Gestão para Resultados. p. 25-112. 2012. ARCHELA, R. S.; PISSINATI, M. C. Geossistema, Território e Paisagem – método de estudo da paisagem rural sob a ótica Bertrandiana. Revista Geografia, v. 18, no. 1. Departamento de Geociências. Universidade Estadual de Londrina. Londrina – PR. p. 5-31. 2009. ASSIS, R. L. Desenvolvimento Rural Sustentável no Brasil: perspectivas a partir da integração de ações públicas e privadas com base na agroecologia. Revista Economia Aplicada, no 10, p.75-89. 2006. AZEVEDO, B. R. M.; PIGA, F. G.; RODRIGUES, T. C. S.; AZEVEDO, R. R. Análise temporal da cobertura da terra em unidade de conservação do município de São Luís, Maranhão, Brasil. Revista Formação, v. 27, no 51. p. 209-230. 2020. BALBINOT, R.; OLIVEIRA, N. K.; VANZETTO, S. C.; PERDROSO, K. VALERIO, A. F. O. papel da floresta no ciclo hidrológico em bacias hidrográficas. Revista Ambiência. Guarapuava-PR v. 4, n. 1 (2008), p.131-149. 2008. BARBOSA, L. C. B. G; BRANDÃO, T. F. B. Agricultura familiar e desenvolvimento rural em alagoas: um olhar a partir do censo agropecuário de 2017. Revista Econômica do Nordeste - REN, v. 51, suplemento especial. Fortaleza. p. 173-194. 2020. 2017. BARBOSA, M. Z. Capital Natural e Sustentabilidade na Agricultura. Revista Análises e Indicadores do Agronegócio, v. 13, no 4, Instituto de Economia Aplicada – SP. p. 1-6. 2018. BARCELLOS, A. O.; MEDRADO, M. J. S.; GRISE, M. M.; SKORUPA, L. A.; ROCHA, W. S. D. Benefícios da ILPF. 33-40 p. In: BALBINO, L. C.; BARCELLOS, A. O.; STONE, L. F. (Orgs.). Marco referencial: integração lavoura-pecuária-floresta. Brasília: Embrapa, 130p. 2011. BERTRAND, C.; BERTRAND, P. G. Uma Geografia Transversal e de Travessias: o meio ambiente através dos territórios e das temporalidades. Tradução de Messias Modesto dos Passos. Maringá: Massoni, 360 p. 2009. BIZERRIL, M. X. A. O estudo da frugivoria e da dispersão de sementes: qual a sua importância e o que investigar? Revista Universitas - Biociências. p. 69-80. 2000. BRANDON, K.; WELLS, M. Planning for people and parks: design dilemmas. World Development, no 20, p.557-570, 1992. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em 18 de setembro de 2021. BRASIL. Lei 12.805/13, a qual institui a Política Nacional de Integração Lavoura-Pecuária- Floresta. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 2014/2013/lei/l12805.htm Acesso em 18 de setembro de 2021. BRASIL. Lei 12.854/13, a qual fomenta e incentiva ações que promovam a recuperação florestal e a implantação de sistemas agroflorestais em áreas rurais desapropriadas e em áreas degradadas. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 2014/2013/lei/l12854.htm Acesso em 18 de setembro de 2021. BRASIL. Lei no 9.985 de 18 de julho de 2000, que institui o Sistema Brasileiro de Unidades de Conservação da Natureza. Disponível em http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=322. Acesso em 12 de junho de 2019. CAMARGO, G. M.; SCHLINDWEIN, M. M.; PADOVAN, M. P.; SILVA, L. F. Sistemas agroflorestais biodiversos: uma alternativa para pequenas propriedades rurais. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional - G&DR, v. 15, n. 1. Taubaté-SP, p. 34-46. 2019. CANUTO, J. C. Sistemas agroflorestais - experiências e reflexões. Embrapa Meio Ambiente. Brasília. 216p. 2017. CARMO, A. B. G.; GAVIOLI, F. R.; MOLIN, P. G. Dinâmica da paisagem e classificação qualitativa das zonas de amortecimento de unidades de conservação do estado de São Paulo. XX Simpósio Brasileiro de Sensoriamento remoto - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE. Florianópolis-SC. Anais... Florianópolis-SC. p. 2919-2922. 2023. CARVALHO, J. C. A conservação da natureza e dos recursos naturais na Amazônia Brasileira. In: Simpósio sobre a Biota Amazônica. Anais... p. 1-47, 1967. CASTELO BRANCO, A. F. V.; LIMA, P. V. P. S.; FILHO, E. S. M.; COSTA, B. M. G.; PEREIRA, T. P. Avaliação da perda da biodiversidade na Mata Atlântica. Revista Ciência Florestal - Universidade de Santa Maria, v. 31, n. 4, p. 1885-1909. 2021. CHAYANOV, A. A Teoria das Cooperativas Camponesas. Porto Alegre: Editora UFRGS, 296 p. 2017. CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Edgard Blücher, 236 p. 1999. CIFUENTES, M. A.; IZURIETA, A.; DE FARIA, H. H. Medición de la efectividad del manejo de areas protegidas. Serie Tecnica n. 2. Turrialba, Costa Rica: WWF, UICN; GTZ. Forest Innovations Project. 100 p. 2000. CONAMA. Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente no 13, de 06 de dezembro de 1990. Estabelece normas referentes ao entorno das Unidades de Conservação visando à proteção dos ecossistemas ali existentes. Brasília, DF, 1990. COSGROVER, D. A Geografia está em toda parte: cultura e simbolismo nas paisagens humanas, In: CORRÊA, R. L., ROSENDAHL, Z. (Orgs.) Paisagem, Tempo e Cultura. Rio de Janeiro, EdUERJ, p. 93-123. 1988. DEAN, W. A ferro e fogo: a história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 484 p. 1996. DEBRET, J. B. Jungle in the Paraíba do Sul river margins. (Quadro à óleo pintado a mão reproduzido na Figura 3 desta Tese). Disponível em: https://pt.wahooart.com/@@/9DHEJ6- Jean-Baptiste-Debret-selva-dentro-o-Para%C3%ADba-Fazer-Sul-Rio-Margens. Ano de acesso: 2023. DIAS, N. O; MARTINS, F. C. M.; BARROS, K. O. Geotecnologia aplicada à diagnose ambiental: Reserva Biológica de Pinheiro Grosso, Barbacena – MG. Revista Sociedade e Natureza, v. 32. p. 126-140. 2019. DIEGUES, A. C. S. O mito moderno da natureza intocada. Editora HUCITEC, Universidade de São Paulo - USP, 3°ed, São Paulo: 2001. DINIZ, R. F.; TUBALDINI, M. A. S. O uso da biodiversidade local e da agroecologia na recuperação de áreas degradadas em territórios quilombolas nos municípios de Minas Novas e Chapada do Norte, Vale do Jequitinhonha-MG. Revista Ateliê Geográfico, v. 5, no 2. Goiânia- GO, p. 123-153. 2011. DREW, D. Processos Interativos Homem - Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994, 224p. DRUMMOND, J. A. Devastação e preservação ambiental no Rio de Janeiro. Editora EDUFF, Universidade Federal Fluminense - UFF, Niterói. 159p. 1997. DUBOIS, J. C. L. Classificação e Breve Caracterização de SAFs e Práticas Agroflorestais In: DEITENBACH, A.; FLORIANI, G. S.; DUBOIS, J. C. L.; VIVAN, J. L. (orgs). Manual Agroflorestal para a Mata Atlântica. Ministério do Desenvolvimento Agrário. Brasília: 2008. 195 p. 2008. EMATER-RIO – Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural. Acompanhamento Sistemático da Produção Agrícola - ASPA. 2020. Disponível em: http://www.emater.rj.gov.br/tecnica.asp. Acesso em: 27/09/2020. ENGEL, V. L. Sistemas Agroflorestais: conceitos e aplicações. Botucatu: 1999. EUSÉBIO, G. S.; TONETO JUNIOR, R. Uma análise do acesso ao crédito rural para as unidades produtivas agropecuárias do estado de São Paulo: um estudo a partir do LUPA. Revista Planejamento e Políticas Públicas | ppp | n. 38. (2012). p.133-152. 2012. FARIA, D.; LAPS, R.R.; BAUMGARTEN, J.; CETRA, M. Bat and bird assemblages from forests and shade cacao plantations in two contrasting landscapes in the Atlantic Forest of southern Bahia, Brazil. Revista Biodiversity e Conservation. 2006. FERREIRA, A. C.; SANTOS, A. F.; VOGEL, H. F. Investigação bibliográfica e análise do potencial de dispersão de sementes por aves frugívoras no Brasil. Revista Brasileira de Zoociências, p. 1-12. 2017. FLEMING, T. H.; HEITHAUS, E. R. Frugivorous bats, seed shadows, and the structure of tropical forests. Biotropica, p. 45-53. 1981. FONSECA, L. M. G. Processamento digital de imagens. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, 105 p. 2000. FRANCEZ, D. C.; ROSA, L. S. Trabalho e renda em sistemas agroflorestais estabelecidos por agricultores familiares na Amazônia oriental. Cadernos CEPEC/UFPA, v. 2, no 9. Centro de Pesquisa Econômica, Pará. p. 1-24. 2013. FREITAS, E. C. S.; NETO, S. N. O.; FONSECA, D. M.; SANTOS, M. V.; LEITE, H. G.; MACHADO, V. D. Deposição de serapilheira e de nutrientes no solo em sistema agrossilvipastoril com eucalipto e acácia. Revista Árvore, v. 37, no. 3. Viçosa-MG. p. 409-417. 2013. GALINKIN, M. DIAS, A.; LATRUBESSE, E. M.; SCARDUA, F. P. MENDONÇA, A. F. ARRUDA, M. B.; SÁ, F. S. N. Corredores Ecológicos: uma abordagem integradora de ecossistemas no Brasil. Brasília: 2003. GARCEZ, A. J. S.; COUTINHO, H. L. C.; HERNANI, L. C.; SEIDEL, E. R. Formação de ambientes produtivos com aumento da biodiversidade e da geração de renda no projeto de assentamento Santa Lúcia, em Bonito-MS (3o Seminário de Agroecologia de Mato Grosso do Sul, 2o Encontro de Produtores Agroecológicos de Mata Grosso do Sul. Corumbá). Revista Cadernos de Agroecologia, v. 5, no 1. p. 1-5. 2010. GUIMARÃES, G. P.; MENDONÇA, E. S.; PASSOS, R. R.; ANDRADE, F. V. Soil aggregation and organic carbon of oxisols under coffee in agroforestry systems. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 38. p. 278-287. 2014. HADDAD, N. M.; BRUDVIG, L. A.; CLOBERT, J.; DAVIES, K. F.; GONZALEZ, A.; HOLT, R. D.; LOVEJOY, T. E.; SEXTON, J. O.; AUSTIN, M. P.; COLLINS, C. D.; COOK, W. M.; DAMSCHEN, E. I.; EWERS, R. M.; FOSTER, B. L.; JENKINS, C. N.; KING, A. J.; LAURANCE, W. F.; LEVEY, D. J.; MARGULES, C. R.; MELBOURNE, B. A.; NICHOLLS, A. O.; ORROCK, J. L.; SONG, D.-X.; TOWNSHEND, J. R. Habitar fragmentation and its lasting impacto on Earth’s ecosystems. Washington DC: Revista Science Advances. 2015. 1-9 p. 2015. HAINES-YOUNG, R.; GREEN, D. R.; COUSINS, S. Landscape Ecology and Spatial Information System. Bristol, Taylor and Francis. p. 3-8. 1993. HENNERICH, J. E.; FARIÑA, L. O.; PLEIN, C. Conexões entre assistência técnica, extensão rural e agricultura familiar. Revista do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária – NERA, v. 25, no 62. Presidente Prudente-SP, p. 135-157. 2022. HOWE, H. F. Implications of seed dispersal by animals for tropical reserve management. Biological Conservation. p. 261-281. 1984. IBAMA. Bases, princípios e diretrizes (1997) - IBAMA-GTZ - Guia do Chefe: manual de apoio ao gerenciamento de unidades de conservação, 2001. Acesso em: <http://www.ibama.gov.br/siucweb/guiadechefe/java.htm> IBAMA. Roteiro Metodológico de Planejamento: Parque Nacional, Reserva Biológica e Estação Ecológica. Edições IBAMA, Brasília, 2002. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE Brasil em Síntese – Território – Mata Atlântica. 2024. Disponível em: https://brasilemsintese.ibge.gov.br/territorio.html. Acesso em: 20/05/2024. IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE Cidades - Teresópolis - Censo Agropecuárion. 2017. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/teresopolis/pesquisa/24/76693. Acesso em: 20/08/2020. IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE Cidades - Silva Jardim – Censo Agropecuário. 2017. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/silva- jardim/pesquisa/24/76693. Acesso em: 20/08/2020. IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE Cidades - Guapimirim - Censo Agropecuário. 2017. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/guapimirim/pesquisa/24/76693. Acesso em: 21/08/2020. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE Cidades - Nova Friburgo - Censo Agropecuário. 2017. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/nova- friburgo/pesquisa/24/76693. Acesso em: 20/08/2020. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE Cidades - Cachoeiras de Macacu - Censo Agropecuário. 2017. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/cachoeiras- de-macacu/pesquisa/24/76693. Acesso em: 21/08/2020. INEA - INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE. Parque Estadual dos Três Picos. 2021 Disponível em: < http://www.inea.rj.gov.br/biodiversidade-territorio/conheca-as-unidades-de- conservacao/parque-estadual-dos-tres-picos/> Acesso em 26 de maio de 2021. INEA - INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE. Plano de Manejo do Parque Estadual dos Três Picos – PETP. Rio de Janeiro: 627p. 2009. JUNIOR, A. B. R.; SILVA, R. O.; NETO, W. P.; RODRIGUES, C. T. Efeito da utilização de assistência técnica sobre a renda de produtores familiares do Brasil no ano de 2014. Revista de Economia e Sociologia Rural. 16 p. 2020. KAGEYAMA, P. Y.; GANDARA, F. B. Biodiversidade e Dinâmica em Sistemas Agroflorestais - Sistemas Agroflorestais: manejando a biodiversidade e compondo a paisagem rural. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Manaus. pp. 25- 32. 2000. KARRA, K.; KONTGIS, C.; STATMAN-WEIL, Z.; MAZZARIELLO, J. C.; MATHIS, M.; BRUMBY, S. P. Global land use/land cover with Sentinel-2 and deep learning. IGARSS 2021-2021. IEEE International Geoscience and Remote Sensing Symposium. IEEE, 2021. KINOUCHI, M. R. Da proximidade à vizinhança: desenho e gestão das zonas de amortecimento em unidades de conservação. Tese de Doutorado, Campinas, SP: 2010. 211p. 2010. KLUTHCOUSKI, J.; CORDEIRO, L. A. M.; VILELA, L.; MARCHÃO, R. L.; SALTON, J. C.; MACEDO, M. C. M.; ZIMMER, A. H.; BALBINO, L. C.; PORFÍRIO-DA-SILVA, V.; MÜLLER, M. D. Conceitos e Modalidades da Estratégia de Integração Lavoura-Pecuária- Floresta. 21-33p. In: CORDEIRO, L. A. M.; VILELA, L.; KLUTHCOUSKI, J.; MARCHÃO, R. L. (Eds.). Integração Lavoura-Pecuária-Floresta: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Coleção 500 perguntas, 500 respostas. Brasília: Embrapa. 393 p. 2015. LAMEGO, A. R. O homem e a serra. - Setores da Evolução Fluminense. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Rio de Janeiro. 464 p. 1965. LEMES, S. B. F.; ANDRADE, G. C.; FARIA, K. M. S. Dinâmica de uso e cobertura vegetal nas zonas de amortecimento do parque nacional das Emas e doa parque nacional Chapada dos Veadeiros entre 1985 e 2019. Revista Eletrônica do PRODEMA, v. 15, no 1. Fortaleza-CE. p. 83-93. 2021. LIMA, O.; MELLONI, R.; MELLONI, E. G. P. Antropização da zona de amortecimento da Reserva Biológica Serra dos Toledos (Itajubá-MG) e seu efeito na qualidade do solo. Revista CERNES, v. 19, no 03. Lavras-MG, p. 373-381. 2013. LÔBO, R. L. L.; SIQUEIRA, T. M. V.; MARTINS, E. S.; LIMA, A. S. T.; CUNHA, A. C. M. C. M. Sistemas agroflorestais na recuperação de áreas degradadas. Brazilian Journal of Development, v. 7, no. 4. Curitiba. p. 38127-38142. 2021. LOISELLE, B. A.; RIBBENS, E.; VARGAS, O. Spatial and temporal variation of seed rain in a tropical lowland wet forest. Revista Biotropica, v. 28 no1. p. 82-95. 1996. LOURENÇO, A. V.; REIS, C. M.; VOLKMER, G.; WITT, J. R.; CARVALHO, N. F. Desenvolvimento Sustentável e Agroecologia In: SOGLIO, F. K. D.; KUBO, R. R. (Orgs). Desenvolvimento, Agricultura e Sustentabilidade. Editora da UFRGS. Porto Alegre. 206p. 2016. MACHADO, B. S.; NEVES, M. C. R.; MATTOS, L. B. Determinantes do acesso a programas de financiamento de crédito rural no Brasil: uma análise a partir da PNAD 2014. Anais... do 59o Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER) & 6o Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). UnB – Brasília, 20p. 2021. MACHADO, E. L. M.; GONZAGA, A. P. D.; MACEDO, L. G.; VENTURIN, N; GOMES, J. E. Importância da avifauna em programas de recuperação de áreas degradadas. Revista Científica Eletrônica de Engenharia Florestal, no. 07, 19 p. 2006. MACHADO, G. Por uma territorialização da bacia hidrográfica. In: SAQUET, M. A. (Org.). Estudos Territoriais na Ciência Geográfica. Led. São Paulo: OUTRAS EXPRESSÕES, V. 1, pp. 107-128. 2013. MACHADO, R. A. S.; LIMA, E. C.; OLIVEIRA, A. G. Evolução da cobertura e uso do solo na Zona de Amortecimento da Estação Ecológica Raso da Catarina entre 1985 e 2015 e sua relação com o processo de desertificação. Revista Brasilian Applied Science Review, v. 4, no. 5 Curutiba-PR (2020). pp. 3107-3122. MAPBIOMAS. Projeto MapBiomas – Colección 9 (2000–2020). 2020. MARTINS, E. C.; GUIMARÃES, N. L. S.; CARVALHO, R. S. Sistema de produção agrossilvipastoril para a região da caatinga - SAF: avaliação dos impactos econômicos, sociais e ambientais. 48o Congresso Sociedade Brasileira de Economia Administração e Sociologia Rural - SOBER. Campo Grande-MS. 2010. p.1-18. MARTINS, E. M.; SILVA, E. R.; CAMPELLO, E. F. C.; LIMA, S. S.; NOBRE, C. P.; CORREIA, M. E. F.; RESENDE, A. S. O uso de sistemas agroflorestais diversificados na restauração florestal na Mata Atlântica. Revista Ciência Florestal da Universidade de Santa Maria, v. 29, no. 2. pp. 632-648. 2019. METZGER, J. P. O que é ecologia de paisagens? Revista Neotropica. V. 1, n. 1. São Paulo: 2001. MMA – MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Fragmentação de Ecossistemas: causas, efeitos sobre a biodiversidade e recomendações de políticas públicas. Brasília: 2003. MMA/SBF - MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE/SECRETARIA DE BIODIVERSIDADE E FLORESTAS. Mata Atlântica: manual de adequação ambiental. Série Biodiversidade. Brasília: 2010. MOÇO, M. K. S.; GAMA-RODRIGUES, E.; GAMA-RODRIGUES, A. C.; MACHADO, R. C. R. Soil and litter fauna of cacao agroforestry systems in Bahia, Brazil. Revista Agrofloresty System. 13p. 2008. MORAES, M. C. P.; MELLO, K.; TOPPA, R. H. Análise da paisagem de uma zona de amortecimento como subsídio para o planejamento e gestão de unidades de conservação. Revista Árvore, v. 39, no. 1. Viçosa-MG, p. 1-8. 2015. NETO, M. M. G.; BORGHI, E.; ALVARENGA, R. C.; VIANA, M. C. M. Integração Lavoura- Pecuária-Floresta – iLPF. In: NOBRE, M. M.; OLIVEIRA, I. R. (Orgs.) Agricultura de Baixo Carbono: tecnologias e estratégias de implantação. Brasília: Embrapa, pp. 139-178, 2018. OLIVEIRA, S. M.; MARTINS, R. A. Impactos ambientais decorrentes da expansão urbana no entorno do parque ecológico Jatobá Centenário no município de Morrinhos/Goiás. Simpósio interdisciplinar em ambiente e sociedade 1. Anais... Goiás. 15p. 2017. PÁDUA, J. Natureza e projeto nacional. As origens da ecologia política no Brasil. In: PÁDUA, J. (Org.). Ecologia e política no Brasil, espaço e tempo. Rio de Janeiro: IUPERJ, 1987. PERELLO, L. F. C. Roteiro metodológico para o planejamento de zona de amortecimento em unidades de conservação. Tese. Programa de Pós-graduação em Ecologia e Recursos Naturais. São Carlos: UFSCar. 177p. 2011. PERROCA, M. G.; GAIDZINSKI, R. R. Avaliando a confiabilidade interavaliadores de um instrumento para classificação de pacientes - coeficiente Kappa. Revista da Escola de Enfermagem. São Paulo – USP, v. 37, no. 1. p. 72-80. 2003. QUINTÃO, A. Evolução do conceito de parques nacionais e sua relação com o processo de desenvolvimento. Revista Brasil Florestal, Brasília, no. 54. 1983. REDE ILPF. ILPF em números. 12p. 2016. REIS, A.; NAKAZONO, E. M.; MATOS, J. Z. Utilização da sucessão e das interações planta- animal na recuperação de áreas florestais degradadas. UFPR. Curitiba, p. 29-43. 1996. RESENDE, S. R.; CARVALHO, M. G. Uso de espécies zoocóricas nativas na recuperação de áreas degradadas: a fauna como catalisadora no processo de recuperação. Centro Universitário de Belo Horizonte-MG. Anais... Resumo de artigo do 64o Congresso Nacional de Botânica. 2013. RIBEIRO, M. F.; FREITAS, M. A. V.; COSTA, V. C. O desafio da gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação. Anais... VI Seminário Latino-Americano de Geografia Física. II Seminário Ibero-Americano de Geografia Física. Universidade de Coimbra, 11p. 2010. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: 2010. SALTON, J. C.; OLIVEIRA, P.; TOMAZI, M.; RICHETTI, A.; BALBINO, L. C.; FLUMIGNAM, D.; MERCANTE, F. M.; MARCHÃO, R. L.; CONCENÇO, G.; SCORZA JUNIOR, R. P.; ASMUS, G. L. Benefícios da Adoção da Estratégia de Integração Lavoura- Pecuária-Floresta. In: CORDEIRO, L. A. M.; VILELA, L.; KLUTHCOUSKI, J; MARCHÃO, R. L. (Eds.) Integração Lavoura-Pecuária-Floresta: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Coleção 500 perguntas, 500 respostas. Brasília: Embrapa, 393p. 2015. SANTOS, C. M.; FREITAS, C. L.; FREITAS, I. C.; SILVA, I. A.; PONS, A. D.; COSTA, D. R. Análise da Expansão Antrópica na Região Oeste do Município de Resende - RJ, em Relação ao Parque Nacional do Itatiaia. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 13, n. 03, p. 928-940. 2020. SANTOS, C. S. M.; FREITAS, M. A. V.; SILVA, N. F.; DEUS, L. A. B.; PRODANOFF, J. H. A. The role of rural credit policies in agricultural income generation in family farms in Pernambuco State, northeastern Brazil - spatial trend and future scenarios. Revista Ciência Rural, v. 53, no. 10, da Universidade de Santa Maria, p. 1-10. 2023. SANTOS, G. M.; OTENIO, M. H.; LOPES-ASSAD, M. L. Sustentabilidade de práticas agropecuárias em sistemas bovino leiteiros. Revista Geografia - UNESP, v. 39, no. 2. Rio Claro-SP, p. 303-319. 2014. SANTOS, M. A. S.; SENA, A. L. S.; SANTOS, J. C.; LOURENÇO JÚNIOR, J. B. Caracterização das aplicações de crédito rural e dos financiamentos à pecuária leiteira na região oeste do estado do Pará. Revista Nucleus, v. 11, n. 2, p. 213-224. 2014. SANTOS, P. Z. F. O potencial dos Sistemas Agroflorestais para incremento da biodiversidade e provisão de serviços ecossistêmicos na Mata Atlântica. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Práticas em Desenvolvimento Sustentável. Instituto de Florestas. 71 p. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica: 2017. SANTOS, R. F.; OTENIO, M. H.; LOPES-ASSAD, M. L. Aplicación de la matriz PER en análisis ambientales. 2014. SAUER, C. O. A Morfologia da Paisagem, In: CORRÊA, R. L., ROSENDAHL, Z. (Org.) Paisagem, Tempo e Cultura. Rio de Janeiro, EdUERJ, p. 12-74. 1998. SCHEMBERGUE, A.; CUNHA, D. A.; CARLOS, S. M.; PIRES, M. V.; FARIA, R. M. Sistemas Agroflorestais como Estratégia de Adaptação aos Desafios das Mudanças Climáticas no Brasil. Revista de Economia e Sociologia Rural, v. 55, no 1. Piracicaba-SP, p. 09-30. 2017. SILVA, A.; GAZOLLA, M.; OLIVEIRA, N. S. M. N. A agricultura familiar nos dados do censo agropecuário 2017: uma análise comparativa do seu “tamanho” e perfil entre os três estados do Sul. Revista do Desenvolvimento Regional em Debate - DRd da Universidade do Contestado, v. 12, ed. esp. (Dossiê). Santa Catarina. p. 07-37. 2022. SILVA, A. E. T.; ROCHA, V. R.; FIGUEIREDO, R. A. Diversidade, similaridade e riqueza de morcegos em área nativa e de sistema agroflorestal na mata atlântica, brasil. Revista Brasileira de Agroecologia, v. 13, no. 2, p. 6-16. 2018. SILVA, I. A. Estradas em áreas protegidas e seus impactos ambientais - ocupação desordenada no entorno do Parque Nacional do Itatiaia. Dissertação de Mestrado em Engenharia de Energia. Núcleo de Estudos Ambientais, Planejamento Territorial e Geomática - NEPA. Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI, Itajubá-MG, 199p. 2019. SILVA, M. S. C.; CORREIA, M. E. F.; SILVA, E. M. R.; MADDOCK, J. E. L.; PEREIRA, M. G.; SILVA, C. F. Soil fauna communities and soil attributes in the agroforests of Paraty. Revista Floresta e Ambiente, v. 23, no. 2. p. 180-190. 2016. SILVA, M. S. C.; SILVA, E. M. R.; PEREIRA, M. G.; SILVA, C. F. Estoque de Serapilheira e Atividade Microbiana em Solo sob Sistemas Agroflorestais. Revista Floresta e Ambiente, v. 19, no. 4. p. 431-441. 2012. SILVA, R. F. T. Manual de Direito Ambiental. Editora JusPODIVM: Salvador. 928 p. 2018. SILVA, R. G. A.; TAVARES, K. A. S.; OLIVEIRA, S. S.; ALVES, A. E. O.; HAAB, S. Recuperação de áreas degradadas com sistemas agroflorestais: relato de experiência na Ecofazenda Caúna, Barra de Santo Antonio - AL. Cadernos de Agroecologia - Anais do XI Congresso Brasileiro de Agroecologia. São Cristóvão, Sergipe - v. 15, no 2. 5p. 2020. SILVA, R. M. A.; NUNES, E. M. Agricultura familiar e cooperativismo no Brasil: uma caracterização a partir do Censo Agropecuário de 2017. Revista de Economia e Sociologia Rural - RESR, v. 61, no. 2, p. 1-22. 2023. SILVEIRA, F. F. Morcego-da-cara-branca (Artibeus lituratus). Fauna Digital – Rio Grande do Sul – UFRGS. Disponível em: https://www.ufrgs.br/faunadigitalrs/mamiferos/ordem- chiroptera/familia-phyllostomidae/morcego-da-cara-branca-artibeus-lituratus/ Acesso em: 03/08/2021 às 15:57. SILVEIRA, F. F. Morcego-de-cauda-curta (Carollia perspicillata). Fauna Digital – Rio Grande do Sul – UFRGS. Disponível em: https://www.ufrgs.br/faunadigitalrs/mamiferos/ordem-chiroptera/familia phyllostomidae/morcego-de-cauda-curta-carollia-perspicillata/ Acesso em: 03/08/2021 às 16:10. SILVEIRA, F. F. Morcego-fruteiro (Sturnira lilium). Fauna Digital – Rio Grande do Sul – UFRGS. Disponível em: https://www.ufrgs.br/faunadigitalrs/mamiferos/ordem- chiroptera/familia-phyllostomidae/morcego-fruteiro-sturnira-lilium/ Acesso em: 03/08/2021 às 16:20. SOGLIO, F. K. D. A agricultura moderna e o mito da produtividade. In: SOGLIO, F. K. D.; KUBO, R. R. (Orgs). Desenvolvimento, Agricultura e Sustentabilidade. Editora da UFRGS. Porto Alegre, 206p. 2016. SOLUÇÕES EM GEOINFORMAÇÃO – SOLVED. Avaliação de acurácia ou concordância. Disponível em: https://solved.eco.br/avaliacao-de-acuracia-ou-concordancia/ Belém-PA, 2022. Acesso em: 15/01/2023. SOS MATA ATLÂNTICA. Relatório Anual. 2018. SOUZA JÚNIOR, C. M.; SHIMBO, J. Z.; ROSA, M.; PARENTE, L.; ALENCAR, A. A.; RUDORFF, B. F. T.; HASENACK, H.; MATSUMOTO, M.; FERREIRA L. G.; SOUZA- FILHO, P. W. M.; OLIVEIRA, S. W.; ROCHA, W.; FONSECA, A.; BALZANI, C.; DINZ, C.; COSTA, D.; MONTEIRO, D.; ROSA, E. R.; VÉLEZ-MARTIN, E.; WEBER, E. J.; LENTI, F.; PATERNOST, F. F.; PAREYN, F. G. C.; SIQUEIRA, J. V.; VIERA, J. L.; FERREIRA NETO, L. C.; SARAIVA, M.; SALES, M. H. R.; SALGADO, M. P. G.; VASCONCELOS, R.; DUVERGER, S. G.; MESQUITA, V. V. AZEVEDO, T. Reconstructing three decades of land use na land cover changes in Brazilian biomes with landsat archive and Earth Engine. Revista Remote Sensing, v. 12. 27p. 2020. SOUZA, C. M.; SANTOS, M. A. S.; REBELLO, F. K. Espacialização e concentração das aplicações de crédito Rural no brasil entre 2007 e 2017. Agrarian Academy, Centro Científico Conhecer – Goiânia-GO, v. 5, n. 10, p. 82. 2018. SOUZA, S. F.; SOUZA, A. L.; SANTOS, R. B. N.; RAMOS, M. C. P. Agricultura familiar no Pará e as limitações do programa nacional de alimentação escolar (PNAE). 59o Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural - SOBER. 6o Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo - EBPC. Brasília. Anais... 17p. 2021. TAVARES, P. D.; SILVA, C. F.; PEREIRA, M. G.; FREO, V.; SILVA, E. M. R. Sistemas agroflorestais e agricultura tradicional promovendo a qualidade do solo na Mata Atlântica. Cadernos de Agroecologia, v. 01, no. 03, 6p. 2015. TAYRA, F.; RIBEIRO, H. Modelos de indicadores de Sustentabilidade: síntese e avaliação crítica das principais experiências. Revista Saúde e Sociedade - USP, v. 15, no. 1. São Paulo- SP. p. 84-95. 2006. 114 TEIXEIRA, D. L. S.; ODA, P. S. S.; MARCIANO, A. G.; DI LORENZO, S.; RIONDET- COSTA, D. R. T.; PONS, N. A. D.; AZEVEDO, S. C. Bioma Mata Atlântica: análise temporal da pressão antrópica em unidade de conservação de proteção integral e seu entorno. Revista Interlugar, v. 13, no. 26, p. 61-90. 2022. TOMAZZONI, G. C.; SCHNEIDER, S. A presença do cooperativismo na agricultura do sul do Brasil: uma breve caracterização a partir dos dados do censo agropecuário 2017. Revista do Desenvolvimento Regional em Debate - DRd da Universidade do Contestado, v. 12, ed. esp. (Dossiê). Santa Catarina. p. 65-88. 2022. TRAMONTINA, J.; MARCHESAN, J.; FACCO, A. T.; ALBA, E.; MELLO, E. P.; PEDRALI, L. D.; PEREIRA, R. S. Zona de amortecimento do Parque Estadual do Turvo: um estudo da dinâmica espacial do uso e cobertura da terra. Anais... do XVIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE. Santos-SP. p. 3361-3368. 2017. TRINDADE, S. P.; RODRIGUES, R. A. Mudanças de uso do solo na zona de amortecimento do parque estadual serra de caldas: influência pedológica na preservação da vegetação. Revista Caminhos de Geografia. Uberlândia v. 20, n. 72, p. 01-14. 2019. TROPPMAIR, H. Biogeografia e Meio Ambiente. Rio Claro: Divisa, 205 p. 2004. UEZU, A.; BEYER, D. D.; METZGER, J. P. Can agroforest woodlots work as stepping stones for birds in the Atlantic forest region? Revista Bidiversidade e Conservação. 17p. 2008. UIEDA, W.; BRED, A. Morcegos: agentes negligenciados da sustentabilidade. Revista Sustentabilidade em Debate, v. 07, no 01. Brasília. p. 186-209. 2016. VEDANA, J.; CANTO, M. P.; SCHVAMBACH, A.; COSTA. Avaliação da efetividade da estação ecológica de carijós, frente à sua urbanização adjacente. Revista Metodologias e Aprendizado, v. 1. Santa Catarina. p. 17-21. 2019. VIANA, V. M.; PINHEIRO, L. A. F. V. Conservação da biodiversidade em fragmentos florestais. Série Técnica IPEF. V. 12, n. 32. Piracicaba: 1998. VILLANI, J. P. Zona de amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar - núcleo Santa Virgínia: subsídios ao manejo sustentável dos fragmentos de Mata Atlântica. Dissertação de Mestrado - Universidade de Taubaté - UNITAU. Taubaté-SP. 81f. 2007. | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Engenharia Agrícola | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Engenharia Agrícola | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Doutorado em Ciência, Tecnologia e Inovação em Agropecuária | |
Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 2023 - Dilson Duarte Pinto Machado.pdf | 9,71 MB | Adobe PDF | Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.