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Tipo do documento: Dissertação
Título: Grifo Nosso: narrativas subalternizadas e formação universitária
Título(s) alternativo(s): Our Emphasis: Subaltern Narratives and Higher Education
Énfasis Nuestro: narrativas subalternizadas y formación universitaria
Autor(es): Silva, Brenda Cristina da Silva e
Orientador(a): Paiva, Fabrícia Vellasquez
Primeiro membro da banca: Paiva, Fabrícia Vellasquez
Segundo membro da banca: Machado, Adilbênia Freire
Terceiro membro da banca: Villardi, Raquel Marques
Palavras-chave: Educação;Narrativas Literárias;Autobibliografia;Decolonialidade;Education;Literary narratives;Autobiobibliography;Decoloniality;Educación;Narrativas literárias;Autobibliografía;Decolonialidad
Área(s) do CNPq: Educação
Educação
Idioma: por
Data do documento: 8-Jul-2025
Editor: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Sigla da instituição: UFRRJ
Departamento: Instituto de Educação
Instituto Multidisciplinar de Nova Iguaçu
Programa: Programa de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares
Citação: SILVA, Brenda Cristina da Silva e. Grifo Nosso: narrativas subalternizadas e formação universitária. 2025. 139 f. Dissertação (Mestrado em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares) - Instituto de Educação/Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica/Nova Iguaçu, 2025.
Resumo: A presente pesquisa busca refletir sobre as contribuições possíveis que as narrativas literárias podem oferecer para a formação universitária, especialmente ao considerarmos os debates étnico-raciais e de gênero no ensino superior. Para tal, dialogamos com autores como Stuart Hall (2003), Gayatri Spivak (2010), Said (2011; 2007), acreditando que o debate sobre os estudos subalternos é fundamental para pensarmos a construção do sujeito “Outro” pelas instituições educacionais, mas não só. E, ao trazermos Grada Kilomba (2019), bell hooks (2017; 2020), Chimamanda Ngozi Adichie (2019), Catherine Walsh (2004), Antônio Bispo dos Santos (2023) e Paulo Freire (2013), podemos pensar caminhos possíveis para romper com os saberes coloniais na instituição universitária. Reforçamos, a partir de Elizeu Clementino de Souza (2004) e outras autoras e autores, a importância do método autobibliográfico para o processo, uma vez que, por meio dele, podemos grifar nossas histórias e nossos saberes nos espaços que historicamente nos silenciaram.
Abstract: This research seeks to reflect on the potential contributions of literary narratives to university education, particularly when addressing ethnic-racial and gender-related discussions in higher education. To this end, we engage in dialogue with authors such as Hall (2003), Spivak (2010), and Said (2007; 2011), understanding that the debate around subaltern studies is essential to analyzing how educational institutions construct the figure of the “Other.” Beyond this, by incorporating the contributions of Kilomba (2019), hooks (2017; 2020), Chimamanda Ngozi Adichie (2019), Walsh (2004), Santos (2023), and Freire (2013), we aim to explore possible pathways for confronting and disrupting colonial knowledge structures within the university context. Based on the perspective of Souza (2004), among other scholars, we highlight the importance of the autobiobibliographic method throughout this process, as it enables the valorization of our own histories and knowledges in spaces that have historically silenced us.
La presente investigación busca reflexionar sobre las posibles contribuciones que las narrativas literarias pueden ofrecer para la formación universitaria, especialmente al considerar los debates étnico-raciales y de género en la educación superior. Para ello, dialogamos con autores como Hall (2003), Spivak (2010), Said (2011; 2007), creyendo que el debate sobre los estudios subalternos es fundamental para pensar la construcción del sujeto “Otro” por las instituciones educativas, pero no solo eso. Y, al incorporar a Kilomba (2019), hooks (2017; 2020), Chimamanda Ngozi Adichie (2019), Walsh (2004), Santos (2023) y Freire (2013), podemos pensar en caminos posibles para romper con los saberes coloniales en la institución universitaria. Reforzamos, a partir de Souza (2004) y otros autores y autoras, la importancia del método autobibliográfico para el proceso, ya que, a través de él, podemos resaltar nuestras historias y nuestros saberes en los espacios que históricamente nos han silenciado.
URI: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23122
Aparece nas coleções:Mestrado em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares

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