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https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23199| Tipo do documento: | Dissertação |
| Título: | A brincadeira é de quem quiser: refletindo sobre narrativa de gêneros na primeira infância. |
| Otros títulos: | The game is for anyone who wants it: reflecting on gender in early childhood. |
| Autor: | Oliveira, Rebeka Helena Costa da Silva |
| Orientador(a): | Oliveira, Luiza Alves de |
| Primeiro membro da banca: | Oliveira, Luiza Alves de |
| Segundo membro da banca: | Costa, Adriana Alves Fernandes |
| Terceiro membro da banca: | Gomes, Juaciara Barrozo |
| Quarto membro da banca: | Pereira, Zilene Moreira |
| Quinto membro da banca: | Cruz, Letícia Santos |
| Palabras clave: | educação infantil;gênero;Ciência;brincadeiras |
| Área(s) do CNPq: | Educação |
| Idioma: | por |
| Fecha de publicación: | 5-abr-2024 |
| Editorial: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro |
| Sigla da instituição: | UFRRJ |
| Departamento: | Instituto de Ciências Humanas e Sociais |
| Programa: | Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática |
| Citación: | OLIVEIRA, Rebeka Helena Costa da Silva. A brincadeira é de quem quiser: Refletindo sobre narrativa de gêneros na primeira infância. 2024. 159 f. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e Matemática) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2024. |
| Resumen: | A escola é um espaço de ensino-aprendizagem coletivo, mas é principalmente um lugar de gente que se encontra, que aprende a (con)viver e ver o mundo a partir desses encontros. Ao longo dos anos, ela também vem servindo à manutenção de um modelo de sociedade e de comportamentos exemplares de ser e estar em sociedade. Compreendemos que a escola também é espaço-tempo para pensar a construção de relações não sexistas diante das demandas crescentes e emergenciais para constituição de um mundo mais igualitário entre os gêneros da espécie humana. Este estudo se pauta na premissa de que, desde a entrada da criança na Educação Infantil, podemos promover, de forma autônoma e consciente, a reflexão sobre os papeis determinados pelo gênero, a partir de vivências no brincar, de maneira a colaborar para a desconstrução de estereótipos definidos por uma sociedade patriarcal. O trabalho tem como objetivo principal investigar a (re)produção dos papéis de gêneros na Educação Infantil, através de brincadeiras e dos pressupostos de Alfabetização Científica (CHASSOT, 2018), em uma turma de Educação Infantil, de uma escola localizada na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro-RJ. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e que se apoia na metodologia da pesquisa narrativa. Como produto educacional, foi elaborado um acervo de brincadeiras não sexistas a fim de possibilitar a reflexão sobre os papeis de gêneros impostos na sociedade. As brincadeiras foram vivenciadas pelas crianças que narraram sobre a experiência do brincar. As falas/narrativas infantis foram audiogravadas e posteriormente analisadas com base no paradigma indiciário de Ginzburg (2010), a fim de compreender indícios do lugar da mulher na sociedade e na ciência. Os resultados apontam que os estudos e práticas, desenvolvidos durante a pesquisa, reverberaram para além do espaço da sala de aula e se constituiu como ferramenta de transformação de práticas docentes de outros colegas professores. Para as crianças, mostrou- se experiência educativa potencialmente transformadora, capaz de colaborar para uma sociedade mais justa e igualitária por meio de diálogos que reconheçam a diversidade como constituinte do humano e neutralizando qualquer tipo de exclusão ou violência de gênero. |
| Abstract: | School is a space for collective teaching-learning, but it is mainly a place for people who meet, who learn to (co)live and see the world through these encounters. Over the years, it has also served to maintain a model of society and exemplary behaviors of being in society. We understand that school is also a space-time to think about the construction of non-sexist relationships in the face of growing and emergency demands for the creation of a more egalitarian world between the genders of the human species. This study is based on the premise that, from the child's entry into Early Childhood Education, we can promote, autonomously and consciously, reflection on roles determined by gender, from play experiences, in order to contribute to the deconstruction of stereotypes defined by a patriarchal society. The main objective of the work is to investigate the (re)production of gender roles in Early Childhood Education, through games and the assumptions of Scientific Literacy (CHASSOT, 2018), in an Early Childhood Education class, at a school located in the West Zone of city of Rio de Janeiro- RJ. This is qualitative research based on narrative research methodology. As an educational product, a collection of non-sexist games was created to enable reflection on the gender roles imposed in society. The games were experienced by the children who narrated about the playing experience. The children's speeches/narratives were audiorecorded and later analyzed based on Ginzburg's evidential paradigm (2010), in order to understand evidence of women's place in society and science. The results indicate that the studies and practices, developed during the research, reverberated beyond the classroom space and became a tool for transforming the teaching practices of other fellow teachers. For the children, it proved to be a potentially transformative educational experience, capable of contributing to a more just and egalitarian society through dialogues that recognize diversity as a constituent of the human being and neutralize any type of exclusion or gender-based violence. |
| URI: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23199 |
| Aparece en las colecciones: | Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática |
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