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Tipo do documento: Artigo em periódico
Título: Águas de Guapimirim como lugar de memória: trilhas praticadas e autorrepresentação.
Autor(es): Chagastelles, Gianne Maria Montedônio
Palavras-chave: memória;narrativa autobiográfica;Patrimônio Cultural e Natural;cidade;Guapimirim (Rj);
Data do documento: 2024
Citação: CHAGASTELLES, G. M. M. Águas de Guapimirim como lugar de memória: trilhas praticadas e autorrepresentação. História Oral, [S. l.], v. 27, n. 3, p. 137–160, 2024. DOI: 10.51880/ho.v27i3.1445. Disponível em: https://revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1445. Acesso em: 5 nov. 2026.
Série/Relatório no.: N/A;3
Resumo: O presente trabalho discute o patrimônio cultural/natural das cidades e a relação com as lembranças de seus habitantes. Apresento uma leitura histórica sobre as práticas, complexas, múltiplas, diferenciadas de apropriação dos lugares de memória de Guapimirim (RJ). Os lugares de memória, conforme conceito formulado por Pierre Nora (1993), são espaços materiais e simbólicos, onde a história é representada. O texto propõe um poder de conversa entre fotografias e entrevista oral, partindo das lembranças e narrativas autobiográficas do entrevistado. Esse estudo traz à tona as expressões das subjetividades dos indivíduos e do coletivo na construção da história, problematizando discussões entre o individual e o coletivo, entre o público e o privado. Ao se trabalhar a partir das lembranças das pessoas anônimas (“comuns”) e dos monumentos não glorificados pela História oficial, agregam-se à memória social vozes muitas vezes dissonantes com a ordem vigente.
Abstract: This paper discusses the cultural/natural heritage of the cities and their relationship with the memories of their inhabitants. I present a historical view about the complex, multiple and differentiated practices of appropriating Guapimirim places of memory. “Places of memory”, according to the concept formulated by Pierre Nora (1993), are material and symbolic spaces where history is represented. The text proposes a power of conversation between photos and oral interviews, starting from the memories and the autobiographical narratives of the interviewees. This study brings to light the expressions of the subjectivities of the individuals and the community in the construction of history, problematizing discussions between the individual and the group, between the public and the private. By working from the memories of anonymous (“ordinary”) people and monuments not glorified by official history, voices that are often dissonant with the prevailing order are added to social memory.
URI: http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26846
ISSN: 2358-1654
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