Please use this identifier to cite or link to this item:
https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24351Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Benayhun Junior, Paulo Rufino | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-13T16:02:48Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-13T16:02:48Z | - |
| dc.date.issued | 2025-06-06 | - |
| dc.identifier.citation | BENAYHUN JUNIOR, Paulo Rufino. A percepção dos servidores do Instituto Federal do Amapá sobre os fatores determinantes de clima organizacional: estudo de caso no Campus Santana. 2025. 105 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão e Estratégia) - Instituto de Ciências Sociais e Aplicadas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24351 | - |
| dc.description.abstract | O objetivo deste estudo foi analisar a percepção dos servidores, docentes e técnicos administrativos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (IFAP), campus Santana, sobre os fatores determinantes do clima organizacional. A elaboração da base teórica se desenvolveu através dos conceitos de Gestão de Pessoas, Clima Organizacional, Gestão do Clima Organizacional e Modelos de Pesquisa de Clima. Os estudos de Rizzati de 1995 e 2002 sobre pesquisa de clima em universidades federais serviram para instrumentalizar a execução do levantamento de dados. A Pesquisa possui natureza aplicada, exploratória e descritiva, com abordagens qualitativa e quantitativa. O instrumento de coleta de dados utilizado foi um questionário eletrônico (Google Forms), baseado no modelo adaptado de Rizzatti (1995), elaborado com 30 afirmativas, atreladas a 6 fatores: Imagem e avaliação da instituição; Desenvolvimento de recursos humanos; Organização e condições de trabalho; Relacionamento interpessoal; Sucessão político-administrativa e comportamento das chefias; Satisfação pessoal. A partir da análise dos dados, foi aplicada a técnica de grupo focal, onde foi possível coletar informações oriundas das análises e reflexões dos servidores. Como resultado, a pesquisa indicou um clima organizacional medianamente positivo, com a identificação de áreas críticas em três dos fatores avaliados e avaliações altamente positivas em outros dois. Os resultados encontrados contribuem para a ampliação do debate sobre o tema no setor público, sobretudo nos Institutos Federais, pouco explorados nesse contexto. Os dados obtidos poderão orientar ações de curto e longo prazos para a melhoria do ambiente de trabalho, valorização dos servidores e, consequentemente, a elevação na qualidade dos serviços prestados à comunidade. Como Produto Técnico e Tecnológico, foi possível elaborar um relatório técnico conclusivo com diagnóstico e proposta de intervenção para mitigar os pontos críticos encontrados. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.subject | Clima Organizacional | pt_BR |
| dc.subject | Gestão do Clima organizacional | pt_BR |
| dc.subject | Instituto Federal | pt_BR |
| dc.subject | Organizational Climate | pt_BR |
| dc.subject | Organizational Climate Management | pt_BR |
| dc.subject | Federal Institute | pt_BR |
| dc.title | A percepção dos servidores do Instituto Federal do Amapá sobre os fatores determinantes de clima organizacional: estudo de caso no Campus Santana | pt_BR |
| dc.title.alternative | The perception of employees at the Federal Institute of Amapá regarding the determinant factors of organizational climate: a case study at the Santana Campus | en |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.description.abstractOther | This study aimed to analyze the perceptions of faculty and administrative staff at the Santana Campus of the Federal Institute of Education, Science, and Technology of Amapá (IFAP) regarding the key factors that determine organizational climate. The theoretical framework was based on concepts related to People Management, Organizational Climate, Organizational Climate Management, and Climate Survey Models. Research by Rizzati (1995, 2002) on climate surveys in federal universities supported the data collection process. The study employed an applied, exploratory, and descriptive methodology with both qualitative and quantitative approaches. Data was collected via an electronic questionnaire (Google Forms) based on Rizzati's adapted model (1995), comprising 30 statements across six factors: Institutional Image and Evaluation; Human Resources Development; Organization and Working Conditions; Interpersonal Relationships; Political-Administrative Succession and Leadership Behavior; and Personal Satisfaction. A focus group technique was also used to deepen the analysis through participants’ reflections. As a result, the survey indicated a moderately positive organizational climate, with critical areas identified in three of the assessed factors and highly positive evaluations in two others. The findings contribute to the academic discussion on organizational climate in public institutions, particularly Federal Institutes, which remain underexplored. The data may guide short-and long-term actions to improve the work environment, enhance staff appreciation, and ultimately improve service quality. As a Technical and Technological Product, a conclusive technical report with diagnostic insights and intervention proposals was developed to address the identified critical issues. | en |
| dc.contributor.advisor1 | Costa, Débora Vargas Ferreira | - |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0002-6716-6959 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8509529172867577 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Costa, Débora Vargas Ferreira | - |
| dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/0000-0002-6716-6959 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8509529172867577 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Domingues Junior, Paulo Lourenço | - |
| dc.contributor.referee2ID | https://orcid.org/0000-0002-4958-4989 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/4753607667153587 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Ferreira, Victor Cláudio Paradela | - |
| dc.contributor.referee3ID | https://orcid.org/0000-0001-9680-2451 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/4377823656746439 | pt_BR |
| dc.creator.ID | https://orcid.org/0009-0006-1211-308X | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/2983777096911616 | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Ciências Sociais Aplicadas | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRRJ | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Gestão e Estratégia | pt_BR |
| dc.relation.references | ABREU, N. R.; BALDANZA, R. F.; ALMEIDA, N. H. S.; SILVA, E. S. COMUNICAÇÃO E OS FATORES EXTERNOS INTERVENIENTES NO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO. Qualitas Revista Eletrônica, v. 14, n. 1, 2013. ALLEN, I. E.; SEAMAN, C. A. LIKERT SCALES AND DATA ANALYSES. Quality Progress, v. 40, n. 7, p. 64-65, 2007. AMAPÁ. Disponível em: https://geogeral.com/h/m/b/brap.htm. Acesso em: 22 ago. 2023 às 22h14. ANDRADE, M. M. DE. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ARABACI, I. B. ACADEMIC AND ADMINISTRATION PERSONNEL’S PERCEPTIONS OF ORGANIZATIONAL CLIMATE: SAMPLE OF EDUCATIONAL FACULTY OF FIRAT UNIVERSITY. Procedia Social and Behavioral Sciences, v. 2, n. 2, p. 4445-4450, 2010. ASKANASY, N. P.; WILDEROM, C. P. M.; PETERSON, M. F. Handbook of Organizational Culture and Climate. California: Sage Pub., 2000. BRASIL. Decreto no 5707 de 23 de fevereiro de 2006. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11091.htm. Acesso em: 13 nov. 2023. CAPES. FICHA DE AVALIAÇÃO – PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, 2023. Disponível em: https://www.capes.gov.br. Acesso em: 09 abr. 2025. CAMPOS, K. C. L. ANÁLISE DO CLIMA ORGANIZACIONAL DO CURSO DE PSICOLOGIA DE UMA UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA. Psicologia Escolar e Educacional, v. 6, n. 2, p. 123-131, dez. 2002. CANTOS, G. A.; SILVA, M. R.; NUNES, S. R. L. ESTRESSE E SEU REFLEXO NA SAÚDE DO PROFESSOR. Saúde em Revista, v. 15, n. 7, p. 15-20, 2005. CODA, R. ESTUDO SOBRE CLIMA ORGANIZACIONAL TRAZ CONTRIBUIÇÃO PARA APERFEIÇOAMENTO DE PESQUISA NA ÁREA DE RH. Boletim Administração em Pauta, suplemento da Revista de Administração, São Paulo, IA-USP, n. 75, dez. 1993. COSTA, F. J. Mensuração e Desenvolvimento de Escalas. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2011. CUNHA, J. V. A.; COELHO, A. C. Regressão linear múltipla. In: CORRAR, L. J.; PAULO, E.; DIAS FILHO, J. M. Análise multivariada. São Paulo: Atlas, 2009. CURVO, L. D.; HEINZMANN, L. M. ESTUDO DO CLIMA ORGANIZACIONAL DA SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL. Revista Eletrônica Científica do CRA-PR-RECC, v. 4, n. 2, p. 1-18, 2017. 85 DE MATTOS, C. A. C. et al. OS FATORES QUE INFLUENCIAM NO CLIMA ORGANIZACIONAL EM INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR: UMA INVESTIGAÇÃO EM BELÉM DO PARÁ, BRASIL. Revista Gestão Universitária na América Latina – GUAL, v. 12, n. 1, p. 25-48, 2019. DEMO, G.; FOGAÇA, N.; COSTA, A. C. POLÍTICAS E PRÁTICAS DE GESTÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES: CENÁRIO DA PRODUÇÃO NACIONAL DE PRIMEIRA LINHA E AGENDA DE PESQUISA. Cadernos EBAPE.BR, v. 16, n. 2, p. 250–263, 2018. https://doi.org/10.1590/1679-395159073 DEMO, G.; NEIVA, E. R.; NUNES, I.; ROZZETT, K. POLÍTICAS E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS. In: SIQUEIRA, M. M. M. (Org.). Novas medidas do comportamento organizacional: Ferramentas de diagnóstico e de gestão. Porto Alegre: Artmed, 2014. DE SOUZA MINAYO, M. C. AMOSTRAGEM E SATURAÇÃO EM PESQUISA QUALITATIVA: CONSENSOS E CONTROVÉRSIAS. Revista Pesquisa Qualitativa, v. 5, n. 7, p. 1-12, 2017. DI PIETRO, M. S. Z. Direito Administrativo. São Paulo: Jurídico Atlas, 2003. DUTRA, J. S. Gestão de pessoas: modelos, processos, tendências e perspectivas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2018. DUTRA, J. S. Gestão de pessoas articulada por meio de competências. In: TEIXEIRA, H. J.; BASSOTTI, M.; SANTOS, T. S. (Orgs.). Contribuições para a gestão de pessoas na administração pública. São Paulo: FIA/USP, 2013. FACCO, M. et al. MOTIVAÇÃO E CLIMA ORGANIZACIONAL. Revista Foco, 5. ed., abr. 2012. FOREHAND, G. A.; GILMER, B. H. ENVIRONMENTAL VARIATION IN STUDIES OF ORGANIZATIONAL BEHAVIOR. Psychological Bulletin, v. 62, n. 6, p. 361-382, 1964. GASKELL, G. ENTREVISTAS INDIVIDUAIS E GRUPAIS. In: BAUER, M. W.; GASKELL, G. (Orgs.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 64-89. GEMELLI, I. M. P.; FILIPPIM, E. S. GESTÃO DE PESSOAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: O DESAFIO DOS MUNICÍPIOS. RACE, Unoesc, v. 9, n. 1-2, p. 153-180, jan./dez. 2010. GIL, A. C. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis estratégicos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2019. GIL, A. C. et al. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. GHANBARI, S.; ESKANDARI, A. ORGANIZATIONAL CLIMATE, JOB MOTIVATION AND ORGANIZATIONAL CITIZENSHIP BEHAVIOR. International Journal of Management Perspective, v. 1, n. 3, p. 1-14, jul./set. 2009. 86 GONÇALVES, C. A. M. Cultura e clima organizacional: contributos da motivação e das competências de gestão de líderes. Mangualde: Pedagogo, 2012. HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções: 1789-1848. São Paulo: Paz e Terra, 2010. HOLLOWAY, J. B. LEADERSHIP BEHAVIOR AND ORGANIZATIONAL CLIMATE: AN EMPIRICAL STUDY IN A NON-PROFIT ORGANIZATION. Emerging Leadership Journeys, v. 5, n. 1, p. 9-35, 2012. IBGE. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/ap/. Acesso em: 19 jul. 2023 às 16h00. INOCENTE, N. J.; SANTOS, T. C. M. M. dos; VICENTINI, J. M. ESTUDO SOBRE CLIMA ORGANIZACIONAL EM PROFISSIONAIS QUE ATUAM EM UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DO VALE DO PARAÍBA. XI Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e VII Encontro Latino Americano de Pós-Graduação – Universidade do Vale do Paraíba, p. 2722-2725, 2007. KRUEGER, R. A.; CASEY, M. A. Focus groups: a practical guide for applied research. 4. ed. Thousand Oaks: Sage, 2009. KJELDSEN, A. M.; HANSEN, J. R. SECTOR DIFFERENCES IN THE PUBLIC SERVICE MOTIVATION–JOB SATISFACTION RELATIONSHIP: EXPLORING THE ROLE ORGANIZATIONAL CHARACTERISTICS. Review of Public Personnel Administration, Online First, p. 1-25, fev. 2016. KOLB, D.; RUBIN, I.; MCINTYRE, J. Psicologia organizacional: uma abordagem vivencial. São Paulo: Atlas, 1984. LACOMBE, F. Teoria geral da administração. São Paulo: Saraiva Educação SA, 2017. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2010. LANER, A. S.; CRUZ JÚNIOR, J. B. REPENSANDO AS ORGANIZAÇÕES – DA FORMAÇÃO À PARTICIPAÇÃO. Florianópolis: Fundação Boiteux, p. 317-338, 2004. LEI No 11.091, DE 12 DE JANEIRO DE 2005. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11091.htm. Acesso em: 20 mar. 2024 às 16h07. LEI No 12.772, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2012. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12772.htm. Acesso em: 20 mar. 2024 às 16h09. LIMA, L. C. S.; LEUCH, V.; BUSS, B. R. A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL PARA ANÁLISE DO NÍVEL DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES E DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL. Revista Spacios, v. 38, n. 28, p. 13, 2017. LITWIN, G. H.; STRINGER, R. A. Motivation and organizational climate. Cambridge: Harvard University Press, 1968. 87 LUSTOSA BANDEIRA, E. et al. PANORAMA DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO. Revista Pensamento Contemporâneo em Administração, v. 11, n. 4, 2017. LUZ, R. S. Gestão do clima organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2012. LUZ, R. S. Gestão do clima organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2015. LUZ, R. S. et al. GESTÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL: PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA METODOLOGIA DE DIAGNÓSTICO, MENSURAÇÃO E MELHORIA. Estudo de caso em organizações nacionais e multinacionais localizadas na cidade do Rio de Janeiro, 2003. MACKE, J.; GENARI, D. SYSTEMATIC LITERATURE REVIEW ON SUSTAINABLE HUMAN RESOURCE MANAGEMENT. Journal of Cleaner Production, v. 208, p. 806–815, 2019. https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2018.10.091. MANUTI, A.; GIANCASPRO, M. L. PEOPLE MAKE THE DIFFERENCE: AN EXPLORATIVE STUDY ON THE RELATIONSHIP BETWEEN ORGANIZATIONAL PRACTICES, EMPLOYEES’ RESOURCES, AND ORGANIZATIONAL BEHAVIOR ENHANCING THE PSYCHOLOGY OF SUSTAINABILITY AND SUSTAINABLE DEVELOPMENT. Sustainability, v. 11, n. 5, p. 1–17, 2019. https://doi.org/10.3390/su11051499. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico: projetos de pesquisa/pesquisa bibliográfica/teses de doutorado, dissertações de mestrado e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2017. MARQUES, J. Comunicação e cultura organizacional. São Paulo: Atlas, 2017. MARRAS, J. P. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. MARRAS, J. P. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 15. ed. São Paulo: Saraiva, 2016. DE MATTOS, C. A. C. CLIMA ORGANIZACIONAL SOB A PERSPECTIVA DOS GESTORES DE INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO: UMA INVESTIGAÇÃO MULTIVARIADA. Revista Organizações em Contexto, v. 15, n. 30, p. 53-81. MATIAS-PEREIRA, J. Manual de gestão pública contemporânea. São Paulo: Atlas, 2012. MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à administração. São Paulo: Atlas, 2017. MCCLELLAND, D. C. The achieving society. Princeton, NJ: Van Nostrand, 1961. MEJÍAS, A. A.; REYES, O. S.; ARZOLA, M. H. MEDICIÓN DEL CLIMA ORGANIZACIONAL EN INSTITUCIONES DE EDUCACIÓN SUPERIOR. Universidad, Ciencia y Tecnología, v. 30, n. 38, p. 55-61, jun. 2006. 88 MEIRELLES, H. L. Direito administrativo brasileiro. 28. ed. São Paulo: Malheiros, 2003. MEIRELLES, H. L. Direito administrativo brasileiro. 29. ed. São Paulo: Malheiros, 2004. MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12. ed. São Paulo: Hucitec, 2009. MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14. ed. São Paulo: Hucitec, 2014. MOROSINI, M. C.; SANTOS, M. E. M. DOS. MESTRADO PROFISSIONAL E PRODUTO EDUCACIONAL: UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA. Revista Brasileira de Pós-Graduação, v. 15, n. 34, p. 143-162, 2018. MÓL, A. L. R. et al. Clima organizacional na administração pública. Rio de Janeiro: FGV, 2010. MORO, A. B. et al. AVALIAÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS DE UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO. In: ENAPG – Encontro de Administração Pública e Governo, Salvador: ANPAD, 2012. NARS, F. C. F.; FERREIRA, M. A. A.; FISCHER, A. L. A MOTIVAÇÃO DO HOMEM PARA O TRABALHO: UM ESTUDO SOBRE O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA MUNDIAL. Revista de Administração, v. 6, n. 2, p. 333-352, jun. 2013. NOORDIN, F. et al. ORGANIZATIONAL CLIMATE: A CASE OF ACADEMICS AND ADMINISTRATIVE STAFF. International Journal of Science Commerce and Humanities, v. 1, n. 8, p. 43-51, dez. 2013. PDI – INSTITUTO FEDERAL DO AMAPÁ. Disponível em: https://www.ifap.edu.br/index.php/component/k2/item/4450. Acesso em: 2019. PELZ, D.; ANDREWS, F. Scientists in organizations: productive climates for research and development. New York: Wiley, 1966. PEREIRA, J. M.; VIDAL, M. A INFLUÊNCIA DO CLIMA ORGANIZACIONAL NO DESEMPENHO DAS PESSOAS: UM ESTUDO DE CASO NO FÓRUM DA COMARCA DE BEZERROS. Veredas Favip Revista Eletrônica de Ciências, v. 4, n. 1, p. 123-138, jan./jun. 2011. PINHEIRO, I. A. FATORES DO CLIMA ORGANIZACIONAL QUE SÃO MOTIVADORES PARA A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EM UM CENTRO DE TECNOLOGIA. Revista Eletrônica de Administração, v. 5, n. 8, p. 120, set./out. 2002. PIRES, A. K. et al. Gestão por competências em organizações de governo. Brasília, DF: ENAP, 2005. 100 p. PLANO DIRETOR DA REFORMA DO APARELHO DO ESTADO. Brasília: Presidência da República, Câmara da Reforma do Estado, Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado, 1995. Disponível em: 89 http://www.biblioteca.presidencia.gov.br/publicacoes-oficiais/catalogo/fhc/plano-diretor-da-re forma-do-aparelho-do-estado-1995.pdf. Acesso em: 20 mar. 2024 às 23h26. PORTER, Lyman W.; LAWLER, Edward E. Managerial attitudes and performance. Homewood: Dorsey Press, 1968. PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2013. RIBEIRO, A. L. Gestão de pessoas. São Paulo: Saraiva Educação SA, 2017. RIZZATTI, G. ANÁLISE DE FATORES SIGNIFICATIVOS DO CLIMA ORGANIZACIONAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA: CONTRIBUIÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE QUALIDADE. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1995. RIZZATTI, G. CATEGORIAS DE ANÁLISE DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UNIVERSIDADES FEDERAIS BRASILEIRAS. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2002. ROBBINS, S. P.; JUDGE, T. A. Comportamento organizacional. São Paulo: Pearson, 2013. SALGADO, C. C. R.; AIRES, R. F. F.; ARAÚJO, A. G. CLIMA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO DE UMA SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DE UM BANCO MÚLTIPLO. Tekhne e Logos, v. 4, n. 1, p. 50-64, ago. 2013. SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de pesquisa. São Paulo: McGraw-Hill, 2013. SANTOS, C. S. dos. Introdução à gestão pública. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2015. SANTOS, L. C.; VÁSQUEZ, O. C. A PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL COMO INSTRUMENTO DE SUPORTE À AVALIAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR. Avaliação, v. 17, n. 1, p. 43-63, mar. 2012. SANTOS, N. M. B. F. Clima organizacional: pesquisa e diagnóstico. Lorena: Stiliano, 1999. SILVESTRE, H. C. Gestão pública: modelos de prestação no serviço público. Lisboa: Escolar, 2010. SINASEFE – Campanha Salarial 2023/2024. Disponível em: https://sinasefe.org.br/site/recomposicao-salarial-movimento-sindical-reivindica-percentuais-d e-2271-e-3432-ao-governo-lula/. Acesso em: 06 nov. 2024. TACHIZAWA, T.; ANDRADE, R. O. Gestão de instituição de ensino. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2008. 90 TEIXEIRA, H. J.; SALOMÃO, S. M. VISÃO SISTÊMICA E GESTÃO DE PESSOAS. In: TEIXEIRA, H. J.; BASSOTTI, M.; SANTOS, T. S. Contribuições para a gestão de pessoas na administração pública. São Paulo: FIA/USP, 2013. TREFF, M. Gestão de Pessoas: olhar estratégico com foco em competências. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. VIEIRA, A. M. CULTURA ORGANIZACIONAL EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO: MAPEAMENTO E ANÁLISE DESCRITIVO-INTERPRETATIVA DA PRODUÇÃO ACADÊMICA (1990-2005). 2007. 237 f. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília, 2007. | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Administração | pt_BR |
| Appears in Collections: | Mestrado Profissional em Gestão e Estratégia | |
Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 2025 - Paulo Rufino Benayhun Júnior.pdf | 2.95 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.
