Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem:
http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/24371Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Carvalho, Adriano Souza | - |
| dc.date.accessioned | 2026-02-03T14:29:24Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-03T14:29:24Z | - |
| dc.date.issued | 2025-05-30 | - |
| dc.identifier.citation | CARVALHO, Adriano Souza. Práticas de sustentabilidade ambiental nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia da Região Norte do Brasil. 2025. 134f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão e Estratégia) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/24371 | - |
| dc.description.abstract | Objetivo –identificar práticas ambientalmente sustentáveis já utilizadas pelos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia da Região Norte do Brasil, bem como evidenciar e indicar aquelas que são mais utilizadas por estes IFs. Metodologia – Para a realização desta pesquisa, foi utilizado o método misto. Pois foram analisados documentos, mediante análise documental (qualitativo) além da obtenção de dados por meio de questionários (quantitativo). Inicialmente, foram realizados um levantamento bibliográfico e documental, a fim de confeccionar o referencial teórico do presente estudo. Após esta etapa, foram coletados os dados por meio de consulta aos sítios eletrônicos dos Institutos Federais da Região Norte do país, bem como, por questionários semiestruturados que foram submetidos aos respectivos campi, pertencentes aos IFs. Os dados coletados serviram para descrever quais as práticas de sustentabilidade ambiental estão sendo utilizadas, caracterizando assim, uma pesquisa descritiva. Na sequência, os dados foram analisados por meio do método comparativo, e da estatística descritiva, correlacionando os dados encontrados com variáveis existentes, bem como apresentando os dados quantitativos coletados por meio do questionário. Por fim, foram apontados por meio de um Relatório Técnico Conclusivo, práticas de sustentabilidade ambiental, como sugestão de adoção pelos instituto investigados. Limitações – Uma das limitações deste estudo, é o fato de se obter dados mediante consulta aos sítios eletrônicos dos Institutos Federais, que nem sempre estão atualizados. Após o Relatório Conclusivo, outro possível fator será a aplicabilidade das práticas sugeridas, que necessitam do comprometimento dos gestores e servidores em adotar tais práticas. Aplicabilidade – O estudo aponta algumas práticas de sustentabilidade, com baixo custo financeiro, afim de facilitar a replicabilidade de tais práticas. Contribuição para a Sociedade – Este trabalho visa municiar o IFAM e demais IFs com as práticas de sustentabilidade ambiental que ja estão sendo aplicadas por outras instituições de ensino. Desta forma, trará contribuições para que estes institutos possam estar aprimorando seu desenvolvimento sustentável, bem como incentivando a realização de práticas ambientais por seus stakeholders. Originalidade – O estudo trará uma visão mais detalhada, no que tange as práticas de sustentabilidade ambientais utilizadas pelos Institutos Federais da Região Norte do País, uma vez que há uma baixa participação destes institutos nas pesquisas relacionadas ao tema. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.subject | Sustentabilidade Ambiental | pt_BR |
| dc.subject | Políticas Ambientais | pt_BR |
| dc.subject | Institutos Federais | pt_BR |
| dc.subject | Environmental Sustainability | pt_BR |
| dc.subject | Environmental Policies | pt_BR |
| dc.subject | Federal Institutes | pt_BR |
| dc.title | Práticas de sustentabilidade ambiental nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia da Região Norte do Brasil | pt_BR |
| dc.title.alternative | Environmental sustainability practices in the Federal Institutes of Education, Science and Technology in the Northern Region of Brazil | en |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.description.abstractOther | Objective - This research aimed to identify environmentally sustainable practices already used by the Federal Institutes of Education, Science and Technology in the Northern Region of Brazil, as well as to highlight and indicate those that are most used by these IFs. Methodology – This research used a mixed method. Documents were analyzed through documentary analysis (qualitative), and data were collected through questionnaires (quantitative). Initially, a bibliographic and documentary survey was conducted to develop the theoretical framework for this study. After this stage, data were collected through consultation on the websites of Federal Institutes in the North Region of the country, as well as through semi-structured questionnaires that were submitted to the respective FI campuses. The collected data served to describe the environmental sustainability practices being used, thus characterizing a descriptive study. Subsequently, the data were analyzed through the comparative method and descriptive statistics, correlating the data found with the existing variables, as well as presenting the quantitative data collected through the questionnaire. Finally, through a Conclusive Technical Report, environmental sustainability practices were identified, with suggestions for adoption by the investigated institutes. Limitations – One limitation of this study is that it obtained data through consultation with Federal Institute websites, which are not always up-to-date. After the Final Report, another possible factor will be the applicability of the suggested practices, which require the commitment of managers and employees to adopt them. Applicability – The study highlights some low-cost sustainability practices to facilitate their replicability. Contribution to Society - This study aims to provide IFAM with environmental sustainability practices that are already being applied by other educational institutions. In this way, it will contribute to this institute improving its sustainable development, as well as encouraging its stakeholders to carry out environmental practices. Originality - The study will provide a more detailed view of the environmental sustainability practices used by Federal Institutes in the North region of the country, since there is low participation of these institutes in research related to the topic. | en |
| dc.contributor.advisor1 | Castro, Biancca Scarpeline de | - |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0003-4878-1419 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6803897679311046 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Castro, Biancca Scarpeline de | - |
| dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/0000-0003-4878-1419 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6803897679311046 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Conceição, Roberta Dalvo Pereira da | - |
| dc.contributor.referee2ID | https://orcid.org/0000-0002-1566-0437 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/6626213337928112 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Pereira, Gustavo Simas | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/7550590468122172 | pt_BR |
| dc.creator.ID | https://orcid.org/0000-0002-1583-7466 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/3938815133942722 | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Ciências Sociais Aplicadas | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRRJ | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Gestão e Estratégia | pt_BR |
| dc.relation.references | Agenda Ambiental na Administração Pública. A3P. Instituições Parceiras. Disponível em: http://a3p.mma.gov.br. Acessado em 18/03/2024. Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente. Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil. 2023. Disponível em: https://www.abrema.org.br/wp- content/uploads/dlm_uploads/2024/03/Panorama_2023_P1.pdf. Acessado em 11/03/2025. ALEIXO, A. M.; LEAL, S.; AZEITEIRO, U. Conceptualization of sustainable higher education institutions, roles, barriers, and challenges for sustainability: an exploratory study in Portugal. Journal of Cleaner Production, v. 172, p. 1664-1673, 2018. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0959652616318443. Acesso em: 23 ago. 2024. AMORIN, R. C. A.; RIBEIRO, F. De M. Implementação das políticas ambientais nos institutos federais de ensino: um estudo sobre PGRS, A3P e PLS. Revista eletrônica Leopoldianum, v. 49, n. 138, p. 24-24, 2023. ARANTES, R. S.; VIEIRA N. A. M.; CARDOSO, J. R. Planos de gestão de logística sustentável: ferramenta para boas práticas na gestão pública. In: CONGRESSO CONSAD DE GESTÃO PÚBLICA, 7., 2014, Brasília. Anais [...]. Brasília: 2014. p. 1-11. ARAÚJO, D. D. M. Os dilemas do princípio do poluidor-pagador na atualidade. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, n.3, p.153- 162. Macapá. 2011. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Edições 70. São Paulo – SP. 2016. BARATA, M. M. D. L, KLIGERMAN, D. C, GOMEZ, C. M. A gestão ambiental no setor público: uma questão de relevância social e econômica. Ciência & Saúde Coletiva, v. 12, n. 1, p. 165-170, 2007. BARBOSA, K. L. (2018). Análise das ações socioambientais na UFES – Campus de Alegre, sob a perspectiva da Agenda Ambiental na Administração Pública. Vitória, ES. Dissertação (Mestrado em Gestão Pública) – Universidade Federal do Espírito Santo. Alegre, 154 f. https://repositorio.ufes.br/handle/10/10638; BARRETO, P. História-Rio92. Rio-92: mundo desperta para o meio ambiente. Revista de informação e debate do IPEA. Ed.56, Brasília-DF, dez-2009. BARROS, A. C. D. S.; SOUZA, N. A. D.; CARVALHO, J. D. L.; FERREIRA, D. D. M.; BELLEN, H. M. V. Práticas de Sustentabilidade em Instituições de Ensino Superior (IES): Uma Análise Preliminar dos Planos de Gestão de Logística Sustentável (PLS) dos Institutos Federais (IFs). In Congresso USP de Iniciação Científica em Contabilidade. São Paulo, jul-2021. BENITES, M. C. D. S. Práticas de sustentabilidade nos institutos federais de educação, 116 ciência e tecnologia brasileiros: um estudo dos planos de gestão de logística sustentável. 2019. 133 f. Dissertação. (Mestrado em Administração) – Universidade Federal do Pampa, Sant’Ana do Livramento, Rio Grande do Sul, 2019. BOEIRA, S. L. Política e gestão ambiental no brasil: da rio-92 ao estatuto da cidade. Revista Alcance, v. 10, n. 3, set-dez, p. 525-228, 2003. BORGES, A; REZENDE, J; BORGES, L; BORÉM, R; MACEDO, R; BORGES, M. Análise da gestão ambiental nos institutos federais de educação, ciência e tecnologia. CERNE, vol. 19, núm. 2, abril-junio, 2013, pp. 177-184. BORGES, J. P. MARIA, C. M. S. NOGUEIRA, B. J. QUADROS, B. F. PINEDA, N. C. Distribuição de energia elétrica e políticas públicas: uma breve análise teórica na Amazônia. Revista de Ciências Humanas, [S. l.], v. 2019, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufv.br/RCH/article/view/11464. Acesso em: 10 maio. 2025. BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, [2023]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 mar. 2023. BRASIL. Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Brasília, 1981. BRASIL. Lei no 7.735, de 22 de fevereiro de 1989. Dispõe sobre a extinção de órgão e de entidade autárquica, cria o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e dá outras providências. Senado Federal, 1989. BRASIL. Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. 1998. BRASIL. Lei no 11.516, de 28 de agosto de 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Instituto Chico Mendes; altera as Leis nos 7.735, de 22 de fevereiro de 1989, 11.284, de 2 de março de 2006, 9.985, de 18 de julho de 2000, 10.410, de 11 de janeiro de 2002, 11.156, de 29 de julho de 2005, 11.357, de 19 de outubro de 2006, e 7.957, de 20 de dezembro de 1989; revoga dispositivos da Lei no 8.028, de 12 de abril de 1990, e da Medida Provisória no 2.216-37, de 31 de agosto de 2001; e dá outras providências. Brasília, 2007. BRASIL. Lei no 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Brasília: Presidência da República, 2008. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11892.htm. BRASIL. Lei no 12.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Brasília, 2010. 117 BRASIL. Lei no 12.527, de 18 de novembro de 2011. Regulamenta o acesso a informações e dá outras providências. Brasília, 2011. BRASIL. Decreto no 99.274 de 6 de junho de 1990. Regulamenta a Lei no 6.902, de 27 de abril de 1981, e a Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, que dispõem, respectivamente sobre a criação de Estações Ecológicas e Áreas de Proteção Ambiental e sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 1990. BRASIL (a). Decreto no 7.746, de 5 de junho de 2012. Regulamenta o art. 3o da Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993. Brasília: Presidência da República, 2012. BRASIL. Decreto no10.936, de 12 de janeiro de 2022. Regulamenta a Lei no 12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Brasília: Presidência da República, 2022. BRASIL, Ministério do Meio Ambiente. Portaria no 326, de 23 de julho de 2020. Institui o Programa Angenda Ambiental na Administração Pública - Programa A3P e estabelece suas diretrizes. Diário Oficial da União (DOU), Brasília, 2020. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-326-de-23-de-julho-de-2020-268439696. Acesso em: 18 out. 2024. BRASIL, Ministério do Meio Ambiente. Curso de capacitação sustentabilidade na administração pública. Departamento de Produção e Consumo Sustentáveis. 2. ed., rev. e atual. Brasília, 2017. Disponível em: http://a3p.mma.gov.br/wpcontent/uploads/Biblioteca/Documentos/Cartilha-formato-Web.pdf. Acesso em: 14 de nov. de 2024. BRASIL (b). Instrução normativa no 10, de 12 de novembro de 2012. Ministério do Planejamento e Orçamento. Estabelece regras para elaboração dos Planos de Gestão de Logística Sustentável de que trata o art. 16, do Decreto no 7.746, de 5 de junho de 2012, e dá outras providências. 2012. BURSZYTN, M. A. A.; BURSZYTN, M. Gestão ambiental no Brasil: arcabouço institucional e instrumentos. Economia, meio ambiente e comunicação. Rio de Janeiro: Garamond, 85- 112. 2006. CARETO, H.; VENDEIRINHO, R. Sistemas de Gestão Ambiental em Universidades: Caso do Instituto Superior Técnico de Portugal. 2003. Relatório Final de Curso - Instituto Superior Técnico de Portugal. Recuperado em: 1 de julho de 2008, de: http://meteo.ist.utl.pt. CARIBÉ, R. C. V. Subsídios para um sistema de informação ambiental no Brasil. Ciência da Informação. Brasília, v. 21, n. l, p. 40-45, 1992. CARVALHO, M. B. F. Poluição Atmosférica E Mudanças Climáticas. 2009. Disponível em: http://www.puc-rio.br/pibic/relatorio_resumo2009/relatorio/dir/mariana_carvalho.pdf. Acessado em: 16/09/2024. CASTRO, D. M. M. Gestão ambiental, aspectos técnico-ciêntificos, e político- institucuionais. Dissertação de Mestrado - Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1995. 118 Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. CMMAD. Nosso Futuro Comum. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1988. Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. CNUMAD. Agência 21. Brasília: Senado Federal, 1996 COELHO, C. A., et.al. Gestão ambiental nas instituições públicas: abordagem de práticas de gestão ambiental na secretaria de educação do município de dormentes – pe, Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, Pernambuco, v.04, p. 46-63, 2018; COGO, G. A. De R. A Sustentabilidade na Administração Pública Federal: Um Desafio às Organizações. Ponta Grossa: Ed. UTFPR, 2011. COGO, G. A. De R.; OLIVEIRA De, I. L.; TESSER, D. P. Agenda ambiental na administração pública (a3p) – um instrumento a favor da sustentabilidade na administração pública. In: XXXII ENGEP. Bento Gonçalves, RS, 2012. CORDEIRO, M. V. C.; NADAE, J. D.; CÂNDIDO, E. L.; NASCIMENTO, D. C. D. Analise de implantação de Plano de Logística Sustentável nas Instituições de Ensino Superior no Brasil. In: Anais do X Encontro Nacional da Anppas. Anais. Campinas (SP) Unicamp, p. 156421.1-1, 2021. COSTA, A. A. F. Da. et al. Automação residencial com foco no consumo consciente de energia elétrica. Revista de Ciência e Inovação, v. 1, n. 2, p. 37-51, 2016. COSTA, P. B. M. Implementação da Agenda Ambiental da Administração Pública em articulação com os objetivos do desenvolvimento sustentável. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Gestão de Projetos Ambientais) – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Niterói, p.65, 2024. CRUZ, P. M.; BODNAR, Z.; XAVIER, G. Pensar globalmente e agir localmente: o estado transnacional ambiental em Ulrich Beck. Revista Brasileira de Direito, v.10, n.1 2014; D’ISEP, C. M. F. Água juridicamente sustentável. São Paulo: Revista dos Tribunais. 2010. p. 196. DI PIETRO, M. S. Z. Direito Administrativo. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 82. DIAS, R.; MATOS, F. Políticas públicas: princípios, propósitos e processos. Editora Atlas. São Paulo. 2012. DRUMM, F. C. et al. Poluição atmosférica proveniente da queima de combustíveis derivados do petróleo em veículos automotores. Revista Eletronica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental – REGET, v. 18 n. 1, p. 66-78. Abr 2014. DUBOIS, A. M.; SILVERIO, A. P.; TOLENTINO-NETO, L. C. B. De. Educar para a sustentabilidade: Administração Pública Federal Brasileira em foco. REMEA-Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v. 34, n. 3, p. 55-71, set./dez. 2017. 119 DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa: Fundamentos e aplicações. 3a edição. São Paulo: Atlas, 2018. ELKINGTON, J. Canibals with forks: the triple bottom line of 21st century business. Canadá: New Society Publishers, 1998. ENGELMAN, R.; GUISSO, R. M.; FRACASSO, E. M. Ações de gestão ambiental nas instituições de ensino superior: o que tem sido feito. Revista de Gestão Social e Ambiental, [S.l], v.3, n.1, p. 22-33, jan/abr. 2009. ESTEVÃO, T. E. R. O Hidrogénio como combustível. Orientador: Prof. António Tomé Ribeiro. 2008. Dissertação (Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica) - Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. 2008. FARENZENA, C. Histórico e evolução do código florestal no Brasil. Farenzena Franco Advogados Associados. 2019. Disponível em: https://advambiental.com.br/artigo/codigo- florestal-lei-ambiental- brasil/#:~:text=O%20primeiro%20C%C3%B3digo%20Florestal%20brasileiro%20estabelece u%20os,definir%20categorias%20de%20%C3%A1reas%20a%20serem%20especialmente. Acessado em: 13/09/2024. FERNANDEZ, L.; VENTURA, A.; ALVAREZ, G.; ANDRADE, J. Mercado Voluntário de Carbono: Análises de Cobenefícios de Projetos Brasileiros. Administração Contemporânea. Curitiba-PR, v. 19, n. 1, p. 45-64, fev. 2015. BORGES, Ferreira. et al.; Análise da Gestão Ambiental nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. CERNE. Lavras-MG, v. 19, n. 2, p. 177-184, abr-jun. 2013. FERREIRA, M. A. S. de O; Licitações sustentáveis como instrumento de defesa do meio ambiente: fundamentos jurídicos para sua efetividade. Sustentabilidade na Administração Pública. Belo Horizonte. Fórum p. 83-105, 2012. FIORILLO, C. A. P. Curso de direito ambiental brasileiro. 23rd edição. Editora Saraiva, p.36, 1096p. 2023. FONTE, F. D. M. Políticas públicas e direitos fundamentais. 2. ed. São Paulo: Saraiva. 2015. FRANCO, Samyra Cordeiro; LEITE, Rosamaria Cox Moura; CAMERON, Milena Missiano; LOPES, José Carlos de Jesus; ALMEIDA, Vera Luci de. Plano de Gestão de Logística Sustentável e seus indicadores: o conteúdo mínimo de divulgação, conscientização e capacitação nas universidades federais brasileiras. Revista Gestão Universitária na América Latina (GUAL), Florianópolis, v. 10, n. 4, p. 204- 226, 2017. FRANZIN, S. F. L. et al. Objetivos de desenvolvimento sustentável. Boas práticas e mecanismos de implementação da Agenda 2030 no Brasil. Livro Digital. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia. Porto Velho. 2021. FREITAS, T. G. de. et al. Participação social na coleta seletiva solidária: estudo de caso de 120 uma instituição federal de ensino superior no Brasil. Revista Brasileira de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, v. 7, n. 16, p. 553-573, 2020. GARCIA, A. C.; TEIXEIRA, M. G.; ALVES, C. C.; ALVES, R. N.; Concepção de um Modelo Matemático de Avaliação de Projetos de Responsabilidade Social Empresarial (RSE). Gestão e Produção. São Carlos-SP, v.14, n.03, p.535-544, 2013. GIARETTA, J. B. Z. Participação Social e Gestão Ambiental Municipal no Brasil: desafios e condicionantes. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Universidade de São Paulo, São Paulo, p.44, 2011. GIFFORD, R. (2011). The Dragons of Inaction: Psychological Barriers That Limit Climate Change Mitigation and Adaptation. American Psychologist, 66(4), 290-302. GIL, A. C.; Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. In: GIL, A. C. 6. ed. São Paulo: Atlas 2008; GODOY, S. M.; MOREIRA, R. D. M. F. Responsabilidade socioambiental dos órgãos públicos - um olhar sobre a justiça federal da 5a região. Direito e Desenvolvimento. João Pessoa, v. 12, n. 2, p. 150-168, jul./dez. 2021 GUIMARÃES, C.; VIANA, L. S.; COSTA, P. H. de S.; Os desafios da consciência ambiental: o marketing verde em questão. In: C@LEA – Cadernos de Aulas do LEA. n. 4, p. 94-104, Ilhéus – BA, nov. 2015; GUIMARÃES, M. A. Análise da política do meio ambiente e da diretriz estratégica de gestão ambiental do exército brasileito. 2009. 117 f. Dissertação (Mestrado em Política e Gestão Ambiental). Centro de Desenvolvimento Sustentável. Universidade de Brasília. Brasília, 2009; GURSKI, B. C.; LIMA, E. D. S. Ambientalização do direito e efetividade das políticas públicas ambientais. Novos Estudos Jurídicos. v.11, n.2, 2016. HAIR, J. J. F.; BABIN, B.; MONEY, A. H.; SAMOUEL, P. Fundamentos de métodos de pesquisa em administração. Bookman. São Paulo. 472p. 2005. HASON, S.; LAKE, R. Needed: Geographic Research on Urban Sustainability. Economic Geography. v. 76, p. 1-3, 2000. HEPPER, E. L.; HANSEN, P. B.; SANTOS, J. L. S. Iniciativas sustentáveis e desempenho organizacional: uma análise das publicações na base web of Science. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, São Paulo, v.11, n.1, p. 99-114, mai./ago. 2016. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE. Indicadores de desenvolvimento sustentável. Brasil 2015. Estudos e Pesquisas, n.10, Rio de Janeiro-RJ, p.36. 2015. Instituto de Defesa de Consumidores. IDEC. Pesquisa mostra as dificuldades no acesso à internet na região Norte. Disponível em: https://idec.org.br/noticia/pesquisa-mostra- dificuldades-no-acesso-internet-na-regiao-norte?utm_source=chatgpt.com. Acessado em: 121 29/04/2025. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Amazonas. IFAM(a). Portal do Instituto Federal do Amazonas. 2023. Disponível em: www.ifam.edu.br. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Amazonas. IFAM(b). Quadro demonstrativo de taes. 2023. Disponível em http://www2.ifam.edu.br/acesso-a- informacao/arquivos/quadro-de-cargos-vagos-e-ocupados-para-publicacao-no-site-do- ifam.pdf. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Amazonas IFAM(c). Guia de cursos. 2023. Disponível em http://www2.ifam.edu.br/pro-reitorias/ensino/proen/guia-de- cursos#wrapper. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará. IFPA. Gabinete da Reitoria do IFPA. Portaria no 472/2020/GAB, de 25 de março de 2020. Desigina servidores para comporem a Comissão Central de Meio Ambiente do Instituto. Belém: Gabinete da Reitoria do IFPA, 2020. Disponível em: https://ifpa.edu.br/sustentabilidade Instituto Humanitas Unisinos. IHU. Desmatamento na Amazônia cresce 85% em 2019. Disponível em: https://www.ihu.unisinos.br/categorias/595622-desmatamento-na-amazonia- cresce-85-em-2019?utm_source=chatgpt.com. Acessado em: 29/04/2025. ISO 14000. Padrões pela ISO/TC 207/SC 1 / Sistemas de gestão ambiental. [S. l.], 2023. Disponível em: https://www.iso.org/committee/54818/x/catalogue/p/1/u/0/w/0/d/1. JOHN, V. M.; SJOSTRON, C. APOGYAN, V. Durability in the Bull environmental and sustainability in developing countries. In: 9th Conf. Durability of Building Materials. Brisbane, 2002 KLAUTAU, J.; GONÇALVES, M. F. Reuso de água: um projeto e sua viabilidade aplicada a lavagem de veículos. In: XVII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. 2007. KOLLMUSS, A.; AGYEMAN, J. (2002). Mind the Gap: Why Do People Act Environmentally and What Are the Barriers to Pro-environmental Behavior?. Environmental Education Research, 8(3), 239-260, 2002. LEMOS, M. C.; AGRAWAL, A. (2006) Environmental Governance. In: Annual Review of Environment and Resources, 31, 297-325. LAURIAN, L.; WALKER, M.; CRAWFORD J. Implementing Environmental Sustainability in Local Government: The Impacts of Framing, Agency Culture, and Structure in US Cities and Counties. International Journal of Public Administration, v. 40, n. 3, p. 270–283, 2017. LIMA, I. C. M. Consumo Consciente e Responsabilidade Socioambiental Estatal. 2010. 159 f. Dissertação (Mestrado) – Curso de Direito, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2010. Disponível em: <http://www.biblioteca.pucpr.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1643>. Acesso em: 122 11 set. 2013 LIMA, R. S. O. Análise acerca da obrigação do estado em favor da transparência ambiental. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 9, n. 10, p. 5539- 5552, 2023. LITTLE, P. E. (Org.). Políticas Ambientais no Brasil: análises, instrumentos e experiências. São Paulo: Peirópolis, 2003. 463 p. LOPES, J. C. J. Resíduos sólidos urbanos: consensos, conflitos e desafios na gestão institucional da Região Metropolitana de Curitiba – PR. 250f. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento - Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2007. LUCIO, M. et al. Aderência dos Institutos Federais de Educação à Agenda Ambiental na Administração Pública. ABCustos, v. 17, n. 3, p. 240-265, 2022. LUSTOSA, M. C. J.; CÁNEPA, E. M.; YOUNG, C. E. F. Economia do meio ambiente: teoria e prática. Política Ambiental. Elsevier. Rio de Janeiro – RJ. 2010. MACHADO, R. E.; FRACASSO, E. M.; TOMETICH, P.; NASCIMENTO, L. F.; Práticas de Gestão Ambiental em Universidades Brasileiras. Revista de Gestão Social e Ambiental, São Paulo, v.7, n.3, p. 37-51, out./dez. 2013. DE OLIVEIRA, M. E.; VIAJANTE, G. P. Energia solar fotovoltaica no setor público com vistas a economicidade e desenvolvimento tecnológico: o caso do instituto federal de goiás. In: Anais Congresso Brasileiro de Energia Solar-CBENS. 2024. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2023. MARIANI, A. D. A. O relatório limites do crescimento revisitado. Revista Juris FIB. Bauru, SP. v.8, p.721-747, dez. 2017 MARTINS, G. D. A.; THEÓPHILO, C. R. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2016. MEADOWS, D.H., MEADOWS, P.L., RANDERS, J., BEHRENS III, W.W. The Limits to Growth, 1972. MELLO, M. S. D. V. N. História do IFAM. 2009. Disponível em: http://www2.ifam.edu.br/instituicao/historia-do-ifam. Acessado em: 05/08/2023. MENDES, I. A. C.; TREVIZAN, M. A.; CUNHA De, A. M. P. Campus avançado como extensão universitária. Rev. Bras. Enf.; DF, 31 : 32-38, 1978. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. MMA. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/secretarias. Acessado em: 13/06/2023. 123 Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. MMA. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/a3p-lanca-selo-de-reconhecimento-de-praticas- sustentaveis-no-trabalho. Acessado em: 29/05/2024. MONTEIRO, J. A. N. Proposta de implementação do conceito de construções sustentáveis nas edificações do ifam. 2022. 168 p. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão e Estratégia) – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022. MORI, G. K. et al. Análise energética e os impactos de um sistema fotovoltaico conectado à rede elétrica. In: Anais Congresso Brasileiro de Energia Solar-CBENS. 2020. MOURÃO, R. M. F.; Nosso Futuro Comum - Relatório Brundtland. 2016. Disponível em: http://www.ecobrasil.eco.br/site_content/30-categoria-conceitos/1003-nosso-futuro-comum- relatorio-brundtland. Acessado em: 20/11/2022. MORENO, S. Brasil gera cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos por ano. AGÊNCIA BRASIL. 2023. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio- ambiente/audio/2023-04/brasil-gera-cerca-de-80-milhoes-de-toneladas-de-residuos-por-ano. Acessado em: 04/04/2023. MUNDO EDUCAÇÃO. Amazônia. [S.l.], 2024. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/amazonia.htm. Acessado em: 19/08/2024. NADAL, K., KUASOSKI, M., MASCARENHAS, L. P. G., MAGANHOTTO, R. F., & DOLIVEIRA, S. L. D. Políticas públicas ambientais: uma revisão sistemática. Revista Ibero- Americana de Ciências Ambientais, v.12, n.1, p.680-690. 2021. NOGUEIRO, L. A. S. Práticas de gestão ambiental na administração pública local. 2008. 136 p. Dissertação (Mestrado em Ciências e Engenharia do Ambiente) - Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 2008. NOVAES, W. Eco-92: avanços e interrogações. Estudos avançados, v. 6, p. 79-9, 1992. OLIVEIRA, C. C. Desenvolvimento sustentável e biossegurança. In: BARRAL, Welber; PIMENTEL, Luiz Otávio (org). Direito ambiental e desenvolvimento. Florianópolis: Fundação Boiteaux, 2006. OLIVEIRA FILHO, J. E. Gestão ambiental e sustentabilidade: um novo paradigma eco- econômico para as organizações modernas. Domus on line: Revista de Teoria Política, Social e Cidadania, v. 1, n. 1, p. 104-126, 2004. OLIVEIRA, L. D. Da ECO-92 à Rio +20: uma breve avaliação de duas décadas. Boletim Campineiro de Geografia. v.2, n.3, 2012; OLIVEIRA, L. R. MARTINS, E. F. LIMA, G. B. A. Evolução do conceito de sustentabilidade: um ensaio bibliométrico. Relatórios de Pesquisa em Engenharia de Produção. v.10, n. 04, 2010. 124 OLIVEIRA, N. G. I. Desenvolvimento sustentável e noções de sustentabilidade. Indicadores econômicos ambientais na perspectiva da sustentabilidade. FEE, Porto Alegre, v.63 n.1, 122 p. 2005. Organizações das Nações Unidas. ONU. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs Acessado em 17/05/2023. PACCATIELLO, A. F. O. Políticas públicas ambientais no Brasil: da administração dos recursos naturais (1930) à criação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (2000). Desenvolvimento e meio ambiente, v.24, n.0, 28/12/2011. PACHECO, E. Os Institutos Federais: Uma revolução na educação profissional e tecnológica. Brasília: Editora do IFRN, 2010. PEITER, G.; PELIANO, A. COLEÇÃO COEP / Cidadania em rede: Mudanças Climáticas, Vulnerabilidades e Adaptação. V.5, Rio de Janeiro, COEP, 2011; PEREIRA, J, As mudanças climáticas. Disponivel em: https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/clima/mudancas_cli . Acessado em: 14/02/2022; Plano de logística sustentável do IFAM. PLS. 2018. Disponível em: https://issuu.com/ctgmao/docs/pls-versao-revisada3. Acessado em: 25/07/2023. PORTO, O. J. F.; PIRES, F. M. S. A prática da educação ambiental no ensino técnico: uma análise dos cursos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas- IFAM. Educação e o ensino contemporâneo: práticas, discussões e relatos de experiências. Ponta Grossa. AYA Editora. v.5, p. 139-151, 2022. PORTAL STF; Agenda 2030. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/hotsites/agenda-2030/. Acessado em 19/04/2023. PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. Metodologia do trabalho científico. Novo Hamburgo, Universidade FEEVALE, 2013; QUINTAS, J. S. Introdução à gestão ambiental pública. 2a edição. Brasília: IBAMA 2006; RAMACCIOTTI, B. L.; SOUZA, C. Q. D.; DANTAS, L. R. A. D. S. O princípio da proibição do retrocesso ambiental aplicado às políticas públicas ambientais. Revista Estudos Institucionais. v.6, n.2, p. 685-706. mai/ago 2020. RAMOS, T. B.; ALVES, I.; SUTIL, R.; MELO, J. J. D. O estado da avaliação de desempenho ambiental no setor público: o caso do setor de defesa português. Jounal of Cleaner Production, v.17. 2008. RANSBURG, B.; VÁGÁSI, M. “Concepts and standards for the corporate internalization of sustainable development”, Periodic Polytechinica Social Management Sciences. v. 15, n. 2, p. 43-51, 2007. 125 REIS, V. J. A. et al. O consumo consciente da água. Programa Recosol, p. 1-11, 2018. RIBEIRO, W. C. A ordem ambiental internacional. GEOUSP – Espaço e tempo, n. 11, p. 145-147, São Paulo, 2002. ROGER G. BARRY, RICHARD J. CHORLEY, Atmosfera, tempo e clima. São Paulo: Bookman, 2013. SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI. In: BURSZTYN, M. (Org.). Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense. 1993. p. 29-56. SACHS, I. Prefácio. In: VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. 3. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2008. p. 10. SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. STROH, Paula Y. (Org.). Rio de Janeiro: Garamond, 2009. SANTOS, W. S. A sustentabilidade e a gestão ambiental na administração pública municipal: um desafio às organizações. Revista Multitexto, v. 8, n. 1, p. 18-29, 2020. SCHNEIDER, S.; SCHMITT, C. J. O uso do método comparativo nas ciências sociais. Cadernos de Sociologia, Porto Alegre, v. 9, n. 1, p. 49-87, 1998. SILVA, M.; LACERDA, C.; RADONS, M. Sustentabilidade ambiental em instituições de ensino brasileiras: estudos realizados de 2015 a 2021. REVISEA. São Cristóvão, Sergipe, v. 10, 2023. SILVA, R. R. da; BACHA, C. J. C. Acessibilidade e aglomerações na Região Norte do Brasil sob o enfoque da Nova Geografia Econômica. Nova Economia, v. 24, p. 169-190, 2014. SOUZA, J. F. V. D. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e o mundo corporativo. Direito Empresarial: estruturas e regulação. UNINOVE. São Paulo-SP. p.287 2020. STREN, P. C. Toward a coherent theory of environmentally significant behaviour. Journal of Social Issues, v. 56, n. 3, p. 407-424, 2000. TAUCHEN, J.; BRANDLI, L. A. Gestão ambiental em Instituições de Ensino Superior: modelo para implantação em campus universitário. Gestão e Produção, 13(3), 503-515. 2006. TAYRA, F. A relação entre o mundo do trabalho e o meio ambiente: limites para o desenvolvimento sustentável. Revista Electrónica de Geografia y CienciasSociales, Barcelona, v. 6, n. 119 (72), ago. 2002. Disponível em: <http://www.ub.es/geocrit/sn/sn119- 72.htm>. Acesso em: 03 mai. 2023. TAVARES, E. Gestão de resíduos sólidos em instituições de ensino superior: um estudo de caso na Universidade Federal de Pernambuco(UFPE/Campus Recife). Dissertação Mestrado – Faculdade de Administração) – Universidade Federal de Pernambuco, CCSA, 126 2020. Tribunal de conta da União. TCU. Fiscalizações meio ambiente. Disponível em: https://portal.tcu.gov.br/biblioteca-digital/fiscalizacoes-de-meio-ambiente.htm. Acessado em: 25/05/2023. Transparência Internacional Brasil. Índice de Transparência e Governança Pública. 2024. Disponível em: https://transparenciainternacional.org.br/itgp. Acessado em: 17/09/2024. VAN, HANS (2002). Indicadores de Sustentabilidade: Uma análise comparativa, Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. VENTURINI, L. D. B. O modelo Triple Bottom Line e a sustentabilidade na administração pública: pequenas práticas que fazem a diferença. Universidade Federal de Santa Maria. Rio Grande do Sul. 2015. ZIMMERMANN, L. C. A administração pública e o consumo sustentável. Revista da AGU, [S. l.], v. 12, n. 35, 2013. v.12. Disponível em: https://revistaagu.agu.gov.br/index.php/AGU/article/view/60. Acesso em: 21 mar. 2025. | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Administração | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Mestrado Profissional em Gestão e Estratégia | |
Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!
Ficheros en este ítem:
| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Adriano Souza Carvalho.pdf | 20,55 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Los ítems de DSpace están protegidos por copyright, con todos los derechos reservados, a menos que se indique lo contrario.