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dc.contributor.authorGonçalves, Eliane Barros-
dc.date.accessioned2026-08-28T14:49:39Z-
dc.date.available2026-08-28T14:49:39Z-
dc.date.issued1996-08-30-
dc.identifier.citationGONÇALVES, Eliane Barros. Racionalização do processo de elaboração de bases protéicas desidratadas usando tilápias (Oreochromis niloticus). 1996. 64 f. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) – Departamento de Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 1996.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26254-
dc.description.abstractO projeto MISPRAN (Mistura com Proteína Animal) foi iniciado em 1978, no Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Desenvolveu tecnologia de utilização de miúdos bovinos como fonte protéica de baixo custo e considerável valor nutricional. Os órgãos eram desintegrados e incorporados a um veículo amiláceo, o fubá, e adicionados de proteína de soja, resultando urna base desidratada com cerca de 40% de proteína total. O presente trabalho utiliza, no lugar dos miúdos bovinos, tilápia (Oreochromis niloticus) seguindo os parâmetros que orientaram o projeto MISPRAN. Em vários testes realizados utilizaram-se, como fonte protéica, tilápia inteira; inteira sem vísceras; sem vísceras e sem cabeça; sem vísceras, sem cabeça e sem nadadeiras. Como veículo amiláceo foram testados fubá de milho, farinha de mandioca e farinha de trigo. Da mistura inicial de farinha com tilápia resultaram massas úmidas que foram submetidas a diferentes condições de secagem Os melhores resultados foram obtidos a 80° C durante 6 horas em estufa com circulação de ar. As diferentes bases desidratadas foram submetidas a análises químicas e a provas sensoriais, não mostrando maiores diferenças entre si, exceto aquela preparada com tilápia com vísceras, que se mostrou de qualidade inferior. Testadas diferentes formulações, a melhor base foi obtida pela mistura de 60 partes de tilápia eviscerada com 40 partes de uma mistura de fubá de milho com 10% de farinha de trigo. Para se obter 1 kg de base seca com cerca de 24% de proteína total são necessários, aproximadamente, 3kg de tilápias frescas e 0,7kg da mistura fubá : farinha de trigo (90:10). Após o processo de secagem o produto continha 6,5% de umidade e 23,9% de proteína. Durante três meses foi feito um acompanhamento da estabilidade da base através da análise de umidade e de rancidez (índice de peróxido). Os resultados revelaram pequenas variações na umidade e o produto alcançou um índice de peróxido máximo após trinta dias (110,02 meq/kg). Sob o ponto de vista microbiológico, não houve comprometimento relativo à qualidade. O produto final apresentou cerca de 64% de aceitabilidade.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectMISPRANpt_BR
dc.subjectpescadopt_BR
dc.subjectbases desidratadaspt_BR
dc.subjectbases proteicaspt_BR
dc.subjecttilápiaspt_BR
dc.subjectfubápt_BR
dc.subjectdehydrated basept_BR
dc.subjectprotein basept_BR
dc.subjectcorn mealpt_BR
dc.titleRacionalização do processo de elaboração de bases protéicas desidratadas usando tilápias (Oreochromis niloticus)pt_BR
dc.title.alternativeStreamlining the process of producing dehydrated protein bases using tilapia (Oreochromis niloticus)en
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThe MISPRAN (Animal Protein Mixture) project started in 1978 at the Food Technology Department of the Rio de Janeiro Rural Federal University (UFRRJ). The technology for the obtention of yearling cattle as a low-cost protein source with considerable nutritional value was developed. The organs were desintegrated and incorporated into an amylaceous vehicle, the corn meal , and adding soy protein resulting in a dehydrated base with nearly 40% total protein. The present work employs the tilapia (Oreochromis niloticus) instead of yearling cattle following the same parameters that directed the MISPRAN project. Several experiments were carried out employing, as the proteic source, the hole tilapia; hole tilapia without viscera; hole tilapia headless and without viscera; hole tilapia headless, without viscera and flippers. Corn meal, cassava flour and wheat flour were tested as the amylaceous vehicle. From the initial tilapia flour, wet pastes were obtained which were submitted to different drying conditions. The best results were obtained in a circulating air oven at 80° C for 6 hours. Chemical analysis and sensorial tests were performed with the dehydrated bases. No significative differences were observed among them. However, the base prepared with tilapia plus viscera showed lower quality. The best base was obtained by mixing 60 parts of eviscerated tilapia with 40 parts of corn meal containing 10% of wheat flour. To obtain 1 kg of dehydrated base with nearly 24% of total protein, approximately 3kg of fresh tilapia and 0,7 kg of misture of corn meal with wheat flour (90:10) were necessary. After drying, the resulting product preserved 6,5% and 23,9% of moisture and protein content, respectively. The stability of the product to storage was monitorated during three months by measuring the moisture content and the peroxide index (rancidity) of the samples. The results showed low moisture variations and the maximum peroxide index (110,02 mEq/kg) was reached after 30 days. It was concluded that the obtention of dehydrated bases from tilapia is feasible from the technological point of view. In microbiological aspect, quality relative compromising was not found. The final product presented about 65% of acceptance.pt_BR
dc.contributor.advisor1Figueiredo, Antonio de Albuquerque-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9712445036226726pt_BR
dc.contributor.referee1Figueiredo, Antonio de Albuquerque-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9712445036226726pt_BR
dc.contributor.referee2Germani, Rogério-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8997602524153809pt_BR
dc.contributor.referee3Derivi, Sandra Casa Nova-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1711935724194031pt_BR
dc.creator.Lattes-pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Tecnologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentospt_BR
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dc.subject.cnpqCiência e Tecnologia de Alimentospt_BR
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