Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26348
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorMedeiros, Ilanna Pinheiro da Costa-
dc.date.accessioned2026-09-14T16:49:24Z-
dc.date.available2026-09-14T16:49:24Z-
dc.date.issued2026-03-26-
dc.identifier.citationMEDEIROS, Ilanna Pinheiro da Costa. TOPA – treinamento de orientação parental para pais no processo de pós adoção. 2026. 234 f. Tese (Doutorado em Psicologia) - Instituto de Educação, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26348-
dc.description.abstractA construção da parentalidade não é linear ou que ocorre a partir de um único viés. A adoção é um desses caminhos que permite a execução de uma parentalidade diferente, com suas especificidades e semelhanças. Essa tese visou implementar o Treinamento de Orientação Parental para Pais Adotivos no pós-adoção (TOPA). Para responder a esse objetivo, três estudos foram realizados sendo estes inter-relacionados. O primeiro artigo consiste em uma revisão integrativa da literatura nacional e internacional sobre treinamentos parentais no pós-adoção, cujos resultados fundamentaram a construção do TOPA; o segundo artigo detalha a construção do treinamento, suprindo uma lacuna frequente na literatura acadêmica, que muitas vezes apresenta protocolos sem descrever minuciosamente seu desenvolvimento; o terceiro artigo relata a aplicação do TOPA., descrevendo o recrutamento dos participantes, o processo de intervenção e a análise de seus efeitos. Como resultados, o estudo (I) sugeriu que existem programas de pós-adoção, porém que carecem de maior amplitude nas temáticas, especificamente sobre o trauma da devolução e que auxiliem no cotidiano com seus filhos. No estudo (II), foi apresentado toda a estrutura do treinamento e como resultados, um treinamento composto por seis encontros de aproximadamente 90 minutos, que incluem atividades psicoeducativas, dinâmicas de grupo e role plays, além da aplicação de instrumentos de avaliação pré e pós-intervenção; destinando-se a pais adotivos de crianças de até seis anos e pode ser implementado nos formatos presencial, online ou híbrido. O estudo (III) é a aplicação deste treinamento e traz os achados mais relevantes; o mesmo indica que o TOPA constitui uma estratégia de apoio às famílias adotivas, contribuindo para o fortalecimento dos vínculos parentais. Os achados reforçam a necessidade de ações contínuas de orientação no período pós- adotivo, visando à prevenção de rupturas e à promoção da proteção integral da infânciapt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectadoçãopt_BR
dc.subjectparentalidadept_BR
dc.subjecteducação parentalpt_BR
dc.subjecttreinamentopt_BR
dc.subjectadoptionpt_BR
dc.subjectparenthoodpt_BR
dc.subjectparent educationpt_BR
dc.subjecttrainingpt_BR
dc.titleTOPA – treinamento de orientação parental para pais no processo de pós adoçãopt_BR
dc.title.alternativeTOPA – Parental Guidance Training for Parents in the Post-Adoption Processen
dc.typeTesept_BR
dc.description.abstractOtherThe construction of parenthood is neither linear nor based on a single perspective. Adoption represents one possible pathway to the exercise of parenthood, presenting both specific characteristics and similarities in relation to biological parenting. This dissertation aimed to implement the Post-Adoption Parenting Orientation Training for Adoptive Parents (TOPA). To achieve this objective, three interrelated studies were conducted.The first study consisted of an integrative review of national and international literature on post-adoption parenting training programs, whose findings supported the development of TOPA. The second study detailed the construction process of the training program, addressing a frequent gap in academic literature, which often presents intervention protocols without thoroughly describing their development. The third study reported the application of TOPA, describing participant recruitment, the intervention process, and the analysis of its effects.Regarding the results, Study I indicated that post-adoption programs do exist; however, they present limited thematic scope, particularly concerning the trauma related to adoption disruption and the need for practical support in everyday parenting challenges. Study II presented the structure of the training program, consisting of six sessions of approximately 90 minutes, including psychoeducational activities, group dynamics, role plays, and pre- and post-intervention assessment instruments. The program is intended for adoptive parents of children up to six years of age and can be implemented in face-to-face, online, or hybrid formats. Study III demonstrated that TOPA constitutes a support strategy for adoptive families, contributing to the strengthening of parental bonds.The findings highlight the need for continuous guidance and support actions in the post- adoption period, aiming to prevent relational disruptions and to promote comprehensive child protectionen
dc.contributor.advisor1Peixoto, Ana Cláudia de Azevedo-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6324-3187pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8401119661754632pt_BR
dc.contributor.referee1Peixoto, Ana Cláudia de Azevedo-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6324-3187pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8401119661754632pt_BR
dc.contributor.referee2Naiff, Luciene Alves Miguez-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-7075-9579pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8033891142878879pt_BR
dc.contributor.referee3Princeswal, Marcelo-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1768839082341541pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0966819909939543pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.relation.referencesALVES, Jéssika Rodrigues; HUEB, Martha Franco Diniz. Um estudo de caso sobre adoção de uma criança mais velha. Revista SPAGESP, Ribeirão Preto, v. 23, n. 1, p. 71-86, jun. 2022. Disponível em: <https://doi.org/https://doi.org/10.32467/issn.2175-3628v23n1a7>. Acesso em: 18 out. 2025. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCATION. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM-5. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. AMICHAI-HAMBURGER, Y.; KLOMEK, A. B; FRIEDMAN, D.; ZUCKERMAN, O.; SHANI-SHERMAN, T. The future of online therapy. Computers in Human Behavior, 41, p. 288-294, 2014. Disponível em: <https://doi.org/10.1016/j.chb.2014.09.016>. AMORIM, A. F.; SKULNY, R. S. Compreendendo os filhos adotivos. In: PEREIRA, V. A. (Org.) Parentalidade adotiva: estudos, diálogos e reflexões. Curitiba: Brazil Publishing, 2021. Disponível em: <https://www.researchgate.net/profile/Veronica-Pereira- 11/publication/349855907_Parentalidade_adotiva_Estudos_dialogos_e_reflexoes/links/6048f a4445851543166b6ce1/Parentalidade-adotiva-Estudos-dialogos-e-reflexoes.pdf>. Acesso em: 20 dez. 2025. ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS. Adoção Passo a Passo. Cartilha da adoção de Crianças e Adolescentes no Brasil, 2014. Disponível em: <http://www.mprs.mp.br/areas/infancia/arquivos/adocaopassoapassso.pdf>. Acesso em: 22 jun. 2024. AVERY, R. J. Strengthening and preserving adoptive families: a study of TANF-funded post adoption services in New York state. Ithaca: Cornell University, 2004. BALBINO, F. S.; YAMANAKA, C. I.; BALIEIRO, M. M. F. G.; MANDETTA, M. A. Grupo de apoio aos pais como uma experiência transformadora para a família em unidade neonatal. Escola Anna Nery, v. 19, n. 2, p. 297-302, 2015. Disponível em: < https://doi.org/10.5935/1414-8145.20150040>. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2006. BATISTA, Gabriella Ramalho. Avaliação sobre vínculo e reinserção familiar em centros de referência especializada em assistência social na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. 2021. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2021. BAUMRIND, D. Current patterns of parental authority. Developmental Psychology, v. 4, n. 1, 1971. BECK, J. S. Terapia Cognitivo-comportamental: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2013. BÉRGAMO, L. P. D.; BAZON, M. R. Experiências infantis e risco de abuso físico: mecanismos envolvidos na repetição da violência. Psicologia: reflexão e crítica, v. 24, n. 4, p. 710-719, 2011. 113 BOLSONI-SILVA, A.; LOUREIRO, S. Práticas educativas parentais e repertório comportamental infantil: comparando crianças diferenciadas pelo comportamento. Paidéia, v. 21, n. 48, p. 61-71, 2011. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0103- 863X2011000100008.> BORGES, C. A. P.; SCORSOLINI-COMIN, F. As adoções necessárias no contexto brasileiro: características, desafios e visibilidade. Psico-USF, v. 25, n. 2, p. 307–320, abr. 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1413-82712020250209>. BORGES, M. S.; SANTOS, M. B. C.; PINHEIRO, T. G. Representações sociais sobre religião e espiritualidade. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 68, n. 4, p. 609- 616, 2025. BORGES, R. S. P. C. A religião em psicoterapia: experiências de terapeutas com clientes religiosos – Dissertação (Mestrado em Psicologia), Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida, Lisboa, 2015. BOTELHO, E.; CAVALCANTE, L.; SILVA, F.; FERNANDES, R. Adoção de crianças negras: a visão de profissionais que atuam no sistema jurídico da infância e juventude. Revista Brasileira de História & Ciências Sociais – RBHCS, v. 10, n. 19, p. 205-225, 2018. Disponível em: < https://doi.org/10.63595/rbhcs.v10i19.10681>. Acesso em: 22 jun. 2024. BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Presidente da República, [2016]. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 22 jun. 2024. BRASIL. Lei no 12.873/2013. Dispõe sobre a licença maternidade em condições de adoção e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 24 out. 2013. Disponível em: < https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 2014/2013/lei/l12873.htm>. Acesso em: 20 dez. 2025 BRASIL. Lei no 12.010, de agosto de 2009. Dispõe sobre adoção; altera as Leis no 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, 8.560, de 29 de dezembro de 1992; revoga dispositivos da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil, e da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943; e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 3 ago. 2009. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007- 2010/2009/lei/l12010.htm>. BRASIL. Lei no 13.257, de 8 de março de 2016. Dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 9 mar. 2016. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015- 2018/2016/lei/l13257.htm>. Acesso em: 27 set. 2025. BRASIL. Lei no 14.826, de 20 de março de 2024. Dispõe sobre a Parentalidade positiva e o direito de brincar. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, DF. 2024. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14826.htm>. Acesso em: 22 jun. 2024. 114 BRASIL. Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 16 jul. 1990. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm>. Acesso em: 22 jun. 2024. BREITENSTEIN, S.; GROSS, D.; FOGG, L.; RIDGE, A.; GARVEY, C.; JULION, W.; TUCKER, S. The Chicago Parent Program: comparing 1‐year outcomes for African American and latino parents of young children. Research in Nursing & Health, v. 35, n. 5, p. 475-489, 2012. BRITO, H. L. Coping Religioso: implicações para a prática clínica – Dissertação (Mestrado em Psicologia), Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2011. BRODZINSKY, D.; HUFFMAN, L. Transition to adoptive parenthood. Marriage & Family Review, v. 12, p. 267-286, 1988. BRONFENBRENNER, U. A ecologia do desenvolvimento humano: experimentos naturais e planejados. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. BRONFENBRENNER, U. Making human beings humans. Thousand Oaks: SAGE, 2005. BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N.; BALTES, P. International encyclopedia of the social and behavioral science, 2001. CAMPOS, N. Reflexões a partir do grupo de preparação para adoção: as angústias da espera e suas implicações na tarefa de luto pela infertilidade e pelo filho idealizado. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, 2012. Disponível em: <https://www.tjdft.jus.br/informacoes/infancia-e-juventude/informacoes/publicacoes-textos-e- artigos/textos-e-artigos/2013-a-2011/reflexoes-a-partir-do-grupo-de-preparacao-para-adocao- as-angustias-da-espera-e-suas-implicacoes-na-tarefa-de-luto-pela-infertilidade-e-pelo-filho- idealizado>. Acesso em: 22 jun. 2024. CANTINI, A. A proteção dos direitos da criança e do adolescente no Brasil. Revista Sociais e Humanas, v. 21, n. 2, p. 69-76, 2008. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/sociaisehumanas/article/view/761/0.> CARVALHO, A. M.; MALAGRIS, L. E.; RANGE, B. Psicoeducação em terapia cognitivo- comportamental. Novo Hamburgo: Sinopsys, 2019. CECCONELO, A. M.; KOLLER, S. H. Inserção ecológica na comunidade: uma proposta metodológica para o estudo de família em situação de risco. Psicologia, Reflexão e Crítica, v. 16, p. 515-524, 2003. COHEN, J.; MANNARINO, A. Preditores de resultado do tratamento em crianças abusadas sexualmente. Abuso e Negligência Infantil, v. 24, p. 983-984, 2000. COLLIS, J.; HUSSEY, R. Pesquisa em Administração: um guia prático para alunos de graduação e pós-graduação. Porto Alegre: Bookman, 2005. CONCEIÇÃO, Tatiana. Acolhimento de crianças e adolescentes: ausência de política pública ou negligência familiar? Um olhar do CREAS sobre o acompanhamento dessas 115 famílias. 7o Encontro Internacional de Política Social, 14o Encontro Nacional de Política Social, 2019. Disponível em: <https://periodicos.ufes.br/einps/article/view/25831>. Acesso em: 20 set. 2021. CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Diagnóstico sobre devolução de crianças e adolescentes em estágio de convivência e adotadas. Brasília: CNJ, 2024. Disponível em: <https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2024/11/diagnostico-devolucao-criancas- adolescentes-estagio-convivencia-adotadas.pdf>. DARLING, N.; STEINBERG, L. Parenting style as a context: an integrative model. Psychological Bullet, v. 113, n. 3 p. 487-496, 1993. Disponível em: < https://doi.org/10.1037/0033-2909.113.3.487>. DINIZ, E.; KOLLER, S. H. O afeto como um processo de desenvolvimento ecológico. Educar, n. 36, p. 65-76, 2010. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/er/a/rGkKHtMrZ4rRqJS8MT6WcHs/?format=pdf&lang=pt>. Acesso em: 22 jun. 2024. DOLTO, F. Dialogando sobre crianças e adolescentes. Campinas: Papirus, 1989. FALCKE, D.; WAGNER, A. A dinâmica familiar e o fenômeno da transgeracionalidade: definição de conceitos. In: WAGNER, A. Como se perpetua a família? A transmissão dos modelos familiares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005. FIOROTT, J. G.; PALMA, Y. A.; ECKER, D. D. Conceito de grupo-dispositivo no apoio à adoção: desnaturalizando significados instituídos. Ciências Psicológicas, v. 13. n, 2, p. 390- 397, 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.22235/cp.v13i2.1895>. FIUZA, W.; LHULLIER, C. Possíveis aplicações da técnica de role-play no atendimento a famílias adotantes. Pensando Famílias, v. 22, n. 2, p. 20-36, 2018. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679- 494X2018000200003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 07 jul. 2024. FRIZZO, G.; MACHEMER, R. S.; SILVA, P.; COLOGNESE, S.; NADDEO, L.; SOARES, E. L. A metodologia IDEAS numa intervenção para a parentalidade por adoção. Revista Brasileira de Avaliação, v. 11, n. 3, 2022. Disponível em: <https://doi.org/10.4322/rbaval202211024>. Acesso em: 07 jul. 2024. GALHEIGO, Sandra. O abrigo para crianças e adolescentes: considerações acerca do papel do terapeuta ocupacional. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 14, n. 2, p. 85-94, 2003. Disponível em: <https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/13921> . Acesso em: 22 jun. 2024. GOES, A. (Des)caminhos da adoção: a devolução de crianças e de adolescentes em famílias adotivas. 2014. Dissertação (Mestrado em Serviço Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2014 GOES, A. E. D. Criança não é brinquedo! A devolução de crianças e adolescentes em processos adotivos. (Syn)thesis, v. 7, n. 1, p. 85-93, 2015. Disponível em: <https://doi.org/10.12957/synthesis.2014.17350>. 116 GOLDING, K. S. Developing prescriptive support for foster carers and adoptive parents. Adoption & Fostering, v. 31, n. 3, p. 39-48, 2007. GOMIDE, P. I. C. Inventário de Estilos Parentais – Modelo Teórico: manual de aplicação, apuração e interpretação. Petrópolis: Vozes, 2006. GOMIDE, P. Inventário de estilos parentais (IEP): fundamentação teórica, instruções de aplicação, apuração e interpretação. 4 ed. Curitiba: Juruá Editora, 2021. GONDIM, A.; CRISPIM, C.; FERNANDES, F.; ROSENDO, J.; BRITO, T.; OLIVEIRA, U.; NAKANO, T. Motivação dos pais para a prática da adoção. Boletim de Psicologia, v. 58, n. 129, p. 161-170, 2008. GUSMÃO, M.; CAMINHA, R. Intervenções e treinamento de pais na clínica infantil. 2 ed. Novo Hamburgo: Sinopsys Editora, 2022. HARTINGER-SAUNDERS, R. M.; TROUTEAUAD, A.; MATOS JOHNSON, J. The effects of postadoption service need and use on child and adoptive parent outcomes. Journal of Social Service Research, v. 4, n. 1, p. 75-92, 2014. Disponível em: < https://doi.org/10.1080/01488376.2014.953286>. Acesso em: 07 jul. 2024. HOFFMAN, M. Moral Internalization, parental power, and the nature of parent child interaction. Developmental Psychology, v. 11, n. 2, p. 228–239, 1975. Disponível em: <https://psycnet.apa.org/doi/10.1037/h0076463>. Acesso em: 22 jun. 2024. HOGHUGHI, M. Parenting – An introduction. In HOGHUGHI, M.; LONG, N. Handbook of parenting: theory and research for practice. Nova York: Sage Publications, 2004. JOBE-SHIELDS, L.; MORELAND, A.; HANSON, R.; DUMAS, J. Parent–child automaticity: links to child coping and behavior and engagement in parent training. Journal of Child and Family Studies, v. 24, n. 7, p. 2060-2069, 2015. Disponível em: <https://link.springer.com/article/10.1007/s10826-014-0007-4>. Acesso em: 22 jun. 2024. JOHNSON, D. Adoption and effect on children’s development. Early Human Development, v. 68, p. 39-54, 2002. KNIJNIK, D. Z.; KUNZLER, L. S. Psicoeducação e reestruturação cognitiva. In MELO, W. V. Estratégias psicoterápicas e a terceira onda em terapia cognitiva. Novo Hamburgo: Sinopsys, 2014. LEVY, L.; DIUANA, S.; PINHO, P. O grupo de reflexão como estratégia de promoção de saúde com famílias adotivas. Mudanças, v. 17, n. 1, p. 39-42, 2009. Disponível em: < https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-645824>. Acesso em: 07 jul. 2024. LIMA, M. C. Monografia: a engenharia de produção acadêmica. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 117 MACÊDO, L. A dinâmica perversa na adoção: interrogando sobre filiação. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, n. 17, v. 3, p. 696-705, 2014. Disponível em: < https://doi.org/10.1590/1415-4714.2014v17n3-Suppl.p696.11>. MARIN, A.; MARTINS, G.; FREITAS, A.; SILVA, I.; LOPES, R.; PICCININI, C. Transmissão intergeracional de práticas educativas parentais: evidências empíricas. Psicologia: teoria e pesquisa, v. 29, n. 2, p. 123-132, 2013. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0102-37722013000200001>. Acesso em: 22 jun. 2024. MARINS, K. C.; MARINS, R.; ELOY, C. Grupo ELO: conversando sobre adoção: relato de experiência. Anais da X Mostra de Iniciação Científica da CESUCA, v. 10, 2016. Disponível em: <https://ojs.cesuca.edu.br/index.php/mostrac/article/view/1161>. Acesso em: 07 jul. 2024. MATTOS, M.; HERNANDES, M.; ELOY, C. Adoção e devolução: a criança devolvida. IV Congresso de Psicologia da UNIFIL, 2011. Londrina: UNIFIL, 2011. MEDEIROS, I.; RAMALHO, G.; ROMANO, E.; RAMALHO, L.; SOUZA, I.; PEIXOTO, A. C. Capacitação virtual da rede sócio protetiva de famílias em situação de vulnerabilidade. Concilium, v. 23, n. 18, p. 79–94, 2023. MEDEIROS, I; PEIXOTO, A.C. Revisão integrativa da literatura sobre estilos parentais de famílias abusivas e violência intrafamiliar. In: FINELLI, L.; SOARES, W. Revisão bibliográfica: o uso da metodologia para produção de textos. Guarujá: Científica Digital, 2022. MEDEIROS. I. Violência intrafamiliar: um estudo a partir da perspectiva dos profissionais da rede socioprotetiva de Mesquita/RJ – Dissertação (Mestrado em Psicologia), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2020. MENEZES, J. A família na constituição de 1988 – uma instituição plural e atenta aos direitos de personalidade. Novos Estudos Jurídicos, v. 13, n. 1, p. 119-130, 2008. Disponível em: <https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/2722.pdf.> Acesso em: 04 nov. 2019. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. 31o Censo da População Infantojuvenil Acolhida no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: MPRJ, 2023. MOLINA-MUÑOZ, Lourdes Maria. A psicoeducação aplicada a um caso de adoção de uma adolescente com TEPT decorrente de abuso sexual. 2011. Monografia (Especialista em Psicoterapias Cognitivas) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2011. Disponível em: <https://repositorio.ufmg.br/server/api/core/bitstreams/6396c35b-b5b6-4c8b- a630-8cf92592fc7b/content.> Acesso em: 18 out. 2025. MORELLI, A. B.; SCORSOLINI-COMIN, F.; SANTEIRO, T. V. O “lugar” do filho adotivo na dinâmica parental: revisão integrativa da literatura. Psicologia Clínica, v. 27, n. 1, p. 175- 194. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/0103-56652015000100010>. 118 MURTA, S. A prática de grupoterapia sob o enfoque psicoeducativos: uma introdução. In: MURTA, S. Grupos psicoeducativos: aplicações em múltiplos contextos. Goiânia: Porã Cultural, 2008. NELSEN, Jane. Disciplina Positiva. Barueri: Manole, 2015. NEUFELD, C. B.; MALTONI, J.; LONGHINI, L. Z.; AMARAL, J. A. G. Estratégias de manejo terapêutico com adolescentes. In: NEUFELD, C. B. (Org.). Terapia cognitivo- comportamental para adolescentes: uma perspectiva transdiagnóstica e desenvolvimental. Porto Alegre: Artmed, 2017. NÚCLEO DE PESQUISA E INTERVENÇÃO EM FAMÍLIAS COM BEBÊS E CRIANÇAS. Vamos falar sobre adoção inter-racial? 2023. Recuperado de: <https://www.ufrgs.br/nufabe/cartilhas/>. NUTTALL, A.; VALENTINO, K.; BORKOWKI, J. Maternal history of parentification, maternal warm, responsiveness, and chidren’s externalizing behavior. Journal of Family Psychology, v. 26, n. 5, p. 767-775, 2012. OLIVEIRA, J.; ALVARENGA, P. Efeitos de uma intervenção com foco nas práticas de socialização parentais sobre os problemas internalizantes na infância. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, v. 17, n. 2, p. 16-32, 2015. Disponível em: <https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-869611>. Acesso em: 22 jun. 2024. OLIVEIRA, M. L. S.; MAGALHÃES, C. M. C.; PEDROSO, J. S. Família adotante: estudo de caso de adoção tardia. Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, v. 5, n. 9, p. 22-36, 2013. PACHECO, T.; REPPOLD, C. Terapia cognitivo-comportamental para os transtornos de comportamento disruptivo: modelo de treinamento parental. In: PETERSEN, C.; WAINER, R. Terapias cognitivo-comportamentais para crianças e adolescentes: ciência e arte. Porto Alegre: Artmed, p.152-169, 2011. PAIM, K.; ROSA, M. O papel preventivo da terapia do esquema na infância. In: WAINER, R.; PAIM, K.; ERDOS, R.; ANDRIOLA, R. (Orgs.). Terapia cognitiva focada em esquemas: integração em psicoterapia. Porto Alegre: Artmed, 2016. PAIVA, L. Adoção: Significados e possibilidades. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004. PANZINI, R. G.; BANDEIRA, D. R. Coping (Enfrentamento) religioso/espiritual. Revista de Psiquiatria Clínica, v. 34, n. 1, p. 126-135, 2007. PASIN, H. C.; FIOROTT, J.; HENSEL, B.; GIACOMOZZI, A. I.; BOUSFIELD, A. B. Grupos reflexivos sobre adoção de crianças e adolescentes: temas emergentes. Revista da SPAGESP, v. 23, n. 1, 2022. Disponível em: < https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-29702022000100003>. Acesso em: 22 jun. 2024. RABELLO, L. O futuro da infância e outros escritos. Rio de Janeiro: 7Letras, 2013. 119 RASERA, Emerson F.; ROCHA, R. M. A atuação do psicólogo em grupos na atenção primária à saúde. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 30, n. 2, p. 380-395, 2010. RESMINI, G. F. A construção da parentalidade na adoção tardia: formação de vínculos e adaptação inicial na adoção de crianças entre três e cinco anos – Dissertação (Mestrado), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2018. RIEDE, J.; SARTORI, G. Adoção e os fatores de risco: do afeto a devolução das crianças e adolescentes. Perspectiva, v. 37, n. 138, p. 143-154, 2013. Disponível em: <https://www.uricer.edu.br/site/pdfs/perspectiva/138_354.pdf.>. Acesso em: 22 jun. 2024. RIZZINI, I. Crianças e menores do pátrio poder ao pátrio dever: um histórico da legislação para a infância no Brasil. In: RIZZINI, I.; PILOTTI, F. A arte de governar crianças: a história das políticas sociais, da legislação e da assistência à infância no Brasil. Ed. 2. São Paulo: Cortez, p. 96-149, 2009. RIZZINI, Irene.; RIZZINI, Irma. A institucionalização de crianças no Brasil: percurso histórico e desafios do presente. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; São Paulo: Loyola, 2004. ROBERTI JUNIOR, J.P. Evolução jurídica do direito da criança e do adolescente no Brasil. Revista da UNIFEBE, v. 1 n. 10, p. 105-122, 2012. Disponível em: <https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/7> ROCHA, M.; FREITAS, M. Intervenção para pais adotivos na perspectiva da análise do comportamento. Revista Brasileira de Terapia Comportamental Cognitiva, v. 13, n. 2, p. 33-45, 2011. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517- 55452011000200004&lng=pt&nrm=iso.>. Acesso em: 07 jul. 2024. ROEMER, L.; ORSILLO, S. Uma terapia comportamental baseada em aceitação para o transtorno de ansiedade generalizada. In: BARLOW, D. Manual clínico dos transtornos psicológicos: tratamento passo a passo. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. ROSSATO, J.; FALCKE, D. Devolução de crianças adotadas: uma revisão integrativa da literatura. Revista da SPAGESP, v. 18, n. 1, p. 128-139, 2017. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677- 29702017000100010&lng=pt&nrm=iso.>. Acesso em 14 fev. 2024. SALAZAR, A.; DAY, A.; THOMPSON, J.; YOUNG, E.; PODSOBINSKI, J.; FOWLER, J.; VANDERWILL, L.; SPIERS, S.; KONGIRA, M. Avaliando a eficácia do currículo nacional de treinamento e desenvolvimento (NTDC) para a melhoria do conhecimento e habilidades dos pais acolhedores e adotivos, 2024. Disponível em: <https://spaulding.org/wp- content/uploads/2023/09/avaliacao-do-NTDC-condensada-final-sem-bibliografia_.pdf..>. Acesso em: 07 jul. 2024. SAMPAIO, D.; MAGALHÃES, A.; FÉRES-CARNEIRO, T. Pedras no caminho da adoção tardia: Desafios para o vínculo parento-filial na percepção dos pais. Trends in Psychology, v. 26, n. 1, p. 311-324, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tpsy/a/Cx4bFKrqtTrPzL3vHsbCZmD/>. Acesso em: 22 jun. 2024. 120 SANTOS, C. P.; FONSÊCA, M. C. S. M.; FONSÊCA, C. M. S. M. S.; DIAS, C. M. S. B. Adoção por pais solteiros: desafios e peculiaridades dessa experiência. Psicologia: teoria e prática, v. 13, v. 2, p. 89-102, 2011. SCHMIDT, B.; STAUDT, A.C.P.; WAGNER, A. Intervenções para promoção de práticas parentais positivas: uma revisão integrativa. Contextos Clínicos, v. 9, n. 1, p. 01-18, 2016. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983- 34822016000100002.> Acesso em: 22 jun. 2024 SCHMITT, F.; ARPINI, D.; KOSTULSKI, C. Percepções de participantes de um grupo de apoio à adoção acerca desta experiência. Contextos Clínicos, v. 13, n. 1, p. 152-173, 2020. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983- 34822020000100009&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 06 abr. 2024. SCORSOLINI-COMIN, F.; AMATO, L. M.; SANTOS, M. A. Grupo de apoio para casais pretendentes à adoção: a espera compartilhada do futuro. Revista da SPAGESP, v. 7, n. 2, p. 40-50, 2006. Disponível em: <https://pepsic.bvsalud.org/pdf/rspagesp/v7n2/v7n2a07.pdf>. SEABRA-SANTOS, M.; GASPAR, M.; AZEVEDO, A.; HOMEM, T.; GUERRA, J.; MARTINS, V.; LEITÃO, S.; PIMENTEL, M.; ALMEIDA, M. MOURA-RAMOS, M. Incredible Years parent training: what changes, for whom, how, for how long? Journal of Applied Developmental Psychology, v. 44, p. 93-104, 2016. Disponível em: < https://doi.org/10.1016/j.appdev.2016.04.004>. SEQUEIRA, V. C.; STELLA, C. Preparação para a adoção: Grupo de apoio para candidatos. Psicologia: teoria e prática, v. 16, n. 1, p. 69-78, 2014. Disponível em: <https://www.redalyc.org/pdf/1938/193830151006.pdf>. SILVA, A. M.; KEMMELMEIER, V. S. Vivências de famílias que adotaram pré-adolescentes e o mito da adoção tardia. Publicatio UEPG, v. 18, n. 2, p. 97-112, 2010. SILVA, J.; SILVA, E. Adoção: da idealização ao fracasso. In: Anais do Congresso Internacional Interdisciplinar em Sociais e Humanidades, Niterói: ANINTER, 2012, p. 1- 17. SILVA, L., NUNES, C.; ALMEIDA, A. S. Complexidade da conceção de parentalidade em famílias adotivas. Revista Psicologia, v. 31, n. 2, p. 198-201, 2017. SILVA, M.; ARPINI, D.; POLLI, R. Conversando sobre adoção: promovendo o diálogo através de uma cartilha. Anais do XIV Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão Responsabilidade socioambiental. Santa Maria, 2010. SILVA, P. S. O processo de construção da parentalidade no contexto da adoção – Tese (Doutorado), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2018. SILVA, P.; COMERLATO, L.; WENDILING, M.; FRIZZO, G. Fatores que influenciam a transição para a parentalidade adotiva: uma revisão sistemática. Contextos Clínicos, v. 11, n.3, p. 319-334, 2018. Disponível em: <https://doi.org/10.4013/ctc.2018.113.04>. Acesso em: 22 jun. 2024. 121 SOUSA, M.; CRUZ, O. A relação entre as representações acerca das figuras parentais e as competências sociais em crianças maltratadas e não maltratadas. Psicologia: teoria e pesquisa, v. 32, n. 2, 2016. Disponível em: < https://doi.org/10.1590/0102-3772e32224>. Aceso em: 22 jun. 2024. SOUZA, A. B. L; BELEZA, M. C. M; ANDRADE, R. F. C. Novos arranjos familiares e os desafios ao direito de família: uma leitura a partir do Tribunal de Justiça do Amazonas. PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP, v. 5, n. 5, 2012. SOUZA, T.; SILVA, D.; CARVALHO, R. Revisão integrativa: o que é e como fazer. Einstein, v. 8, n. 1, p. 102-106, 2010. Disponível em: <https://journal.einstein.br/pt- br/article/revisao-integrativa-o-que-e-e-como-fazer/>. Acesso em: 22 jun. 2024. TABORDA, C. Adoção: a família no processo adotiva. 2014. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, Ijuí, 2014. TAVARES, P. S. A Política de Atendimento. In: MACIEL, K. Curso de Direito da Criança e do Adolescente: aspectos teóricos e práticos. 4 ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris Editora, p. 297-351, 2010. VAN LONDEN, W.; JUFFER, F.; VAN IJZENDOORN, M. Attachment, cognitive, and motor development in adopted children: short-term outcomes after international adoption. Journal of Pediatric Psychology, v. 32, n. 10, p. 1249-1258, 2007. VIEIRA, J. Os filhos que escolhemos: discursos e práticas da adoção em camadas médias. Dissertação (Mestrado em Antropologia) – Universidade Estadual de Campinas, 2004. WEBER, L. Aspectos Psicológicos da Adoção. Curitiba: Juruá, 1999. WEBER, L. Filhos adotivos, pais adotados: depoimentos e histórias de escolhas. Curitiba: Gráfica Capital, 2007. WEBER, L. N. D.; SELIG, G. A.; BERNARDI, M. G.; SALVADOR, A. P.V. Continuidade dos estilos parentais através das gerações: transmissão intergeracional de estilos parentais. Paidéia, v. 16, n. 25, p. 407-414, 2006. WEBER, L., N. D.; PEREIRA, C. L. Processo de revelação e busca pelas origens biológicas: perspectiva do filho por adoção. In LADVOCAT, C.; DIUANA, S. Guia de Adoção: no jurídico, no social, no psicológico e na família. São Paulo: Roca, 2014pt_BR
dc.subject.cnpqPsicologiapt_BR
dc.subject.cnpqPsicologiapt_BR
Aparece nas coleções:Doutorado em Psicologia

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
ILANNA PINHEIRO DA COSTA MEDEIROS.pdf30,27 MBAdobe PDFAbrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.