Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26519
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorVieira, Mário Sérgio Costa-
dc.date.accessioned2026-10-07T13:03:58Z-
dc.date.available2026-10-07T13:03:58Z-
dc.date.issued2005-12-15-
dc.identifier.citationVIEIRA, Mário sérgio Costa. Aplicação do método IDEA como recurso didático-pedagógico para avaliação da sustentabilidade de propriedades agrícolas na região de Rio Pomba -MG. 2005. 82 f. Dissertação (Mestrado em Educação Agrícola) - Instituto de Agronomia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2005.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26519-
dc.description.abstractO presente trabalho estudou a importância do método IDEA (Indicadores de Sustentabilidade em Propriedades Agrícolas) como recurso didático-pedagógico para introdução da agroecologia entre produtores familiares no município de Rio Pomba, MG. Esse método trabalha com indicadores de sustentabilidade nos eixos agroambiental, sócio-territorial e econômico e baseia- se em um enfoque participativo, mediante o qual se promove a discussão e retroalimentação entre avaliadores e avaliados (alunos, extensionistas, dentre outros e produtores rurais), permitindo examinar em que medida os sistemas são efetivamente mais sustentáveis e identificar pontos em que se faz necessário impulsionar mudanças. Aplicou-se o método IDEA em três diferentes propriedades agrícolas de cunho familiar, no município de Rio Pomba, onde foi aplicado um questionário pelos alunos do curso de Meio Ambiente do CEFET-RP afim de facilitar a busca de informações com os produtores rurais selecionados e posterior interpretação dos dados. Procurou-se mostrar também que os indicadores de sustentabilidade são uma ferramenta útil para alunos e profissionais de Ciências Agrárias interferirem no meio rural em busca de uma agricultura sustentável.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectAgroecologiapt_BR
dc.subjecteducação agrícolapt_BR
dc.subjectindicadores de sustentabilidadept_BR
dc.subjectAgro-ecologicalpt_BR
dc.subjectagricultural educationpt_BR
dc.subjectsustainability indicatorspt_BR
dc.titleAplicação do método IDEA como recurso didático-pedagógico para avaliação da sustentabilidade de propriedades agrícolas na região de Rio Pomba -MGpt_BR
dc.title.alternativeApplication of the IDEA method as a didactic-pedagogic resource for the evaluation of the sustainability of the agro-ecological properties in the region Rio Pomba-Minas Geraisen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThe present work shows the importance of the method IDEA (Indicators of Sustainability in Agricultural Properties) as a didactic-pedagogic resource for the introduction of agroecology among family producers in the municipal district of Rio Pomba. That method works with sustainability indicators in the agroenvironmental, partner-territorial, and economical areas, and is based on one participative focus, by which the discussion is promoted and feedback among appraisers and students and rural producers allows one to examine the measurements in the systems are indeed maintainable and to identify points where change is necessary. With the support of the agrarian teaching organs, research institutions, and rural extension, Brazilian agriculture and consequently in the mining forest area has suffered drastically with modifications started in the 1950s. These changes have had a negative influence on the environment such as the exhaustion of natural resources, rural exodus, and economic consequences such as subsidies being cut in the area. The method applied was IDEA in three different agricultural properties in the municipal district of Rio Pomba, administered by the students of the Environment course of CEFET-RP with the objective including the method in the subject of Maintainable Development and Administration of the Family Agriculture of Technologist's course in Agroecology, that will be implanted in CEFET-RP in 2006. It is important to also show the sustainibility idicators as a useful tool for an institution to complete its role in the rural area, in order to promote and maintain sustainable agriculture.en
dc.contributor.advisor1Espindola, José Antonio Azevedo-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6742-3134pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1554656988194656pt_BR
dc.contributor.referee1Espindola, José Antonio Azevedo-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6742-3134pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1554656988194656pt_BR
dc.contributor.referee2Dias, Roberto Serpa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9768575624359051pt_BR
dc.contributor.referee3Sanchez, Sandra Barros-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5592332884126912pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5062616966718658pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Agronomiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação Agrícolapt_BR
dc.relation.referencesABBOT, J., GUIJT, I. Novas visões sobre mudança ambiental: abordagens participativas de monitoramento. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1999. ABRAMOVAY, R. Uma nova extensão para a agricultura familiar. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL, 1997, Brasília, DF. Anais... Brasília: PNUD, 1997. 222 p. AIDAR, A. K.; PEROSA Jr., R. M. Espaços e limites da empresa capitalista na agricultura. Revista da Economia Política, São Paulo: Brasiliense, v. I,n.3,p. 17-40, 1981. ALENTEJANO, P. R. Novas e velhas questões na análise do espaço agrário brasileiro. ENGA, 2000. 17 p ALMEIDA, M. G. C. Ação Pedagógica e Protagonismo da Escola no Desenvolvimento Local. Brasília: BNDES – Desenvolvimento local /PNUD, 2001.16 p. ALMEIDA, S. G.; PERTESEN, P. CORDEIRO, A. Crise socioambiental e conversão ecológica da agricultura brasileira: subsídios à formulação de diretrizes ambientais para o desenvolvimento agrícola. Rio de Janeiro: AS- PTA, 2001. 119p. ALMEIDA, S. G. A Agricultura alternativa em construção. In: Assessoria e Serviços à projetos em agricultura alternativa. Alternativas, Cadernos de Agroecologia, no 1. Rio de Janeiro, 1991. 68 p. ALTIERI, M. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. Porto Alegre: Editora da Universidade, UFRGS, 2001. ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Rio de Janeiro: Editora Agropecuária. AS- PTA, 2002. ALTIERI, M. Uma perpectiva agroecologica para orientar los programas de educación de postgrado em economia agrícola y desarrollo rural em la américa latina del siglo XXI. In: ROMANO, J. (Org.) La posigraduación em economia y políticas agricolas y desarrollo rural: curricula y perfil profesional. Rio de Janeiro: REDCAPA/UFRJ. 1996. p. 127-154. ANDRADE, R. C. América Latina: novas estratégias de dominação. Rio de Janeiro: Vozes, 1980. ANGLADE, J. Agriculture durable et écologie: les indicateurs de durabilitè de la IDEA. Mèmoire de maîtrise de biologie dês organismes à L’Université d’Orsay (Paris-Sud XI), 1999. ANJOS F. S. Pluriatividade e ruralidade: enigmas e falsos dilemas. Estudos, Sociedade e Agricultura, n. 17, Outubro, Rio de Janeiro. 2001. 60 AURÉLIO. Novo dicionário da língua portuguesa, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, Rio de Janeiro, RJ: Ed. Nova Fronteira, 1986. 1838 p. BALEM, T.A.; SILVEIRA, P.R. Agroecologia: além de uma ciência, um modo de vida e uma política pública. In: V SIMPÓSIO LATINO-AMERICANO SOBRE INVESTIGAÇÃO E EXTENSÃO EM PESQUISA AGROPECUÁRIA - IESA. V ENCONTRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO - SBSP. Anais. 2002. 20 p. BARTEUMUS, P. A Contabilidade verde para o desenvolvimento sustentável. In: MAY, P.; SERÔA-DA MOTA, R. (Eds.) Valorando a Natureza: Análise Econômica para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Ed. Campos, 1994. BEAUDOUX, E. et al. De la intensificación a la evaluación. Guia metodológica de apoyo a proyectos y aciones para el desarollo. La Paz, Bolívia: Huellas, 1993. BIANCHINI, W. Estratégia para o desenvolvimento rural? In: O Brasil Rural Precisa de uma Estratégia de Desenvolvimento. Brasília: NEAD, 2001. p. 71-102. (Série Textos para discussão n. 2). BRASIL. Decreto no. 8319, de 20 de outubro de 1910. Cria o ensino agronômico e aprova o respectivo regulamento. Diário Oficial da União, Brasília, 27 out., 1910. BRENBROOK, CM; GROUTH III, E. Indicators of the sustainabilty and impacts of pest management systems, 1996. Disponível em: http://www.pmac.net/aaas.htm (Acesso em 05/07/05). BRIEL B.; VILAIN L. Vers l’ agriculture durable. Dijon: Educagri edition, 1999. BRUN, A. J. O desenvolvimento econômico brasileiro. 4. ed., Ijuí-RJ :Vozes, 1984. CAMINO, R.; MÜLLER, S. Sostenibilidad de la agricultura y los recursos naturales: bases para establecer indicadores. San José: IICA, 1993. (Série Documentos de programas IICA, 38). CAPDEVILLE, G. O. Ensino superior agrícola no Brasil. Viçosa : UFV, 1991. CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia e desenvolvimento rural sustentável. Perspectiva para uma nova extensão rural, v1, n1, p. 16-37, jan./mar., 2000. CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia e extensão rural: contribuições para a promoção do desenvolvimento rural sustentável. Brasília: MDA/SAF/DATER-IICA, 2004. CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia: enfoque científico e estratégico para apoiar o desenvolvimento rural sustentável. Porto Alegre: EMATER/RS, 2002. 54p. (Série Programa de Formação Técnico-Social da EMATER/RS. Sustentabilidade e Cidadania, texto, 5). 61 CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Análise multidimensional da sustentabilidade: uma proposta metodológica a partir da agroecologia. Revista Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável, v.3, n.3, p.70-85, jul./set. 2002. CAPORAL, F. R.; FIALHO, J. R. D. A disciplina de extensão rural no curso de agronomia da UFSM: análise geral e sugestão de um novo programa. Santa Maria: UFSM, 1989. (mimeo). CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix, 1996. CAUME D. J. Segurança alimentar, reforma agrária e agricultura familiar. Revista da UFG, v. 5, n. 1, abr 2003 on line (www.proec.ufg.br) COSTA, A. L. Extensão rural e meio ambiente. UFRS. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v.7, out/nov/dez, 2001. COSTABEBER, J. A. Transição agroecológica: do produtivismo à ecologização. In: BRACAGIOLI NETO (Org.) Sustentabilidade e Cidadania: O papel da extensão rural. Porto Alegre: EMATER/RS, 1999. COSTA, M. B. A agricultura moderna: uma saída em relação às diversas vertentes da agricultura alternativa. Curitiba: s ed., 1985. 17 p. (mimeo). CENTRO DE TECNOLOGIAS ALTERNATIVAS DA ZONA DA MATA - CTA-ZM. Seminário Interno de Avaliação e Planejamento. Viçosa, MG, 1991. 27 p (mimeo). Cultivo de tomate para industrialização. Internet. 2003. Disponível: www.cnpb.embrapa.br/sistprob/ tomate/adubação.htm. Acesso em 25/09/2005 DELGADO, G. da C. Capital financeiro e agricultura no Brasil. São Paulo: Ícone Ed., 1985. DEPONTI, C. M. Indicadores para avaliação da sustentabilidade em contextos de desenvolvimento rural local. Porto Alegre, 2002. 155 p. Monografia (Especialização) Programa de Pós-Graduação em Economia Rural, UFRGS. DEPONTI, C. M.; ECKERT, C.; AZAMBUJA, J. L. B. Estratégia para construção de indicadores para avaliação da sustentabilidade e monitoramento de sistemas. Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável, Porto Alegre, v.3, n.4, p. 44-52, out./dez. 2002. EARTER, J. E. Problemas da transição à agricultura sustentável. Estudos Econômicos, São Paulo, v. 24, núm. esp., 1994. EHLERS, E.M.: Agricutura sustentável: origens e perspectivas de um novo paradigma. 2.ed. ver. e atual.. Guaíba: Agropecuária, 1999. 157 p. FAO/INCRA. Diretrizes de políticas agrárias e desenvolvimento sustentável. Versão Resumida do Relatório Final do Projeto UTF/BRA/036. Brasília: FAO, 1996. 62 FONSECA, B. M. Mitos e verdades na extensão rural. Viçosa, MG: UFV, 1985. FRESMO, C. Nuevos conceptos y nuevos indicadores de competitividad territorial para las áreas rurales. Anales de Geografia de la Universidade Compplutense, p. 20:69-84, 2000. GRAZIANO, J. Quem precisa de uma estratégia de desenvolvimento? In: O Brasil Rural Precisa de uma Estratégia de Desenvolvimento. Brasília: NEAD, 2001. p. 5- 52 (Série textos para discussão, 2). GUANZIROLI. C. et al. Agricultura familiar e reforma agrária no Século XXI. Rio de Janeiro: Garanond, 2001. 272 p. GLIESSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2000. JESUS, E. L. Avaliação da sustentabilidade de propriedades agrícolas do Estado do Rio de Janeiro, utilizando o método IDEA. Seropédica: UFRRJ, 2003. Tese, Doutorado em Agronomia, Ciência do Solo. KAGEYAMA, Angela (coord.). O novo padrão agrícola brasileiro: do complexo rural aos complexos agroindustriais. Campinas-SP, 1987. 121p. mimeografado. LAMARCHE, H. (Coord). A agricultura familiar: comparação internacional. Uma realidade uniforme . v.1, Campinas: Editora da UNICAMP, 1993. 335 p. LAMARCHE, H. (Coord.). A agricultura familiar: Comparação internacional. Do mito a realidade. v.2, Campinas: Editora da UNICAMP, 1998. 339 p. LIMA, A . L. Da ACAR à Emater-MG: análise crítica da dinâmica de um sistema de extensão . Universidade Federal de Viçosa-MG. 1984. (Tese M. S.) LISITA, F. O. Considerações sobre extensão rural no Brasil. ADM - Artigo de divulgação na mídia, Embrapa Pantanal, Corumbá-MS, n. 77, 2005. LOPES, E. Globalização e desenvolvimento: o local e o rural no centro do debate. Geonordeste, Aracaju, SE, Ano XI, n. 2, 2000, p. 45-77. MARTINE, G. A evolução recente da estrutura de produção agropecuária: algumas notas preliminares. In: Dados Conjunturais do IPEA. Brasília: Coordenadoria de Agricultura do IPEA, 1987. MARZALL, K.; ALMEIDA, J. Parâmetros e indicadores de sustentabilidade na agricultura: limites, potencialidades e significado no contexto do desenvolvimento rural. Extensão Rural, DEAER/CPGER-CCR-UFSM, n.5, 1998. MARZALL, K. Indicadores de sustentabilidade para agroecossistemas. Porto Alegre, 1999. Dissertação de Mestrado em Fitotecnia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS. 63 MATOS FILHO, A. M. Agricultura orgânica sob a perspectiva da sustentabilidade: uma análise da região de Florianópolis – SC, Brasil. Florianópolis, 2004. Dissertação de Mestrado - Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental. MESQUITA, O. V. et al. Proposição metodológica para estudo de desenvolvimento rural no Brasil. R. Bras. Geog. Rio de Janeiro, v. 38, n. 3, p. 93-115, Jul./Set, 1976. MITCHELL, G. Problems and fundamentals of sustainable development indicators.1997. Disponível em: http://www.lec.leeds.ac.uk/people/gordon.html (Acesso em 05/08/05) MÜLLER, S. ¿Cómo medir la sostenibilidad?: una propuesta para el àrea de la agricultura y de los recursos naturales. San Jose, Costa Rica: GTZ-IICA, 1996. 56 p. Série Documentos de Discussión sobre Agricultura Sostenible y Recursos Naturales, MOREIRA, J.R. Agricultura familiar, processos sociais e competitividade . Rio de Janeiro. RJ.: Mauad Editora, 1999. NAVARRO, Z. Desenvolvimento rural no Brasil: os limites do passado e os caminhos do futuro. Estudos Avançados, São Paulo: USP, Instituto de Estudos Avançados, v. 16, n. 43, 2002. NEVES, D. Agricultura familiar: questões metodológicas. Revista Reforma Agrária, v.25 maio/dez., Campinas, 1995. NOLASCO, F. Avaliação da sustentabilidade em agroecossitemas: um método fitotécnico. Viçosa, 1999. Tese de doutorado em Fitotecnia – Universidade Federal de Viçosa, Viçosa–MG. NORGAARD, R. B. A base epistemológica da agroecologia. In: ALTIERI, M. A. (Ed.). Agroecologia: as bases científicas da agricultura alternativa. Rio de Janeiro: ggh,FASE, 1989. p. 42-48. OLIVEIRA, A. G. Origem e evolução da extensão rural no Brasil: uma análise histórica-crítica. Viçosa: UFV, 1987. Tese MS. OLIVEIRA, A. W. S. Desenvolvimento rural local sustentável: o manejo integrado da bacia hidrográfica do Rbeirão Santana. Belo Horizonte: UFMG, 2004. Dissertação, Mestrado em Geografia. PINHEIRO, S. L. G.; PEARSON, C. J.;CHAMALA, S. Enfoque sistêmico, participação e sustentabilidade na agricultura: novos paradigmas para o desenvolvimento rural? Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v.10, p. 18-22, 1997. PRIMAVESI, A. O manejo ecológico do solo: agricultura em regiões tropicais. São Paulo. Editora Nobel. 1982. RIBEIRO, J. P. A Saga da Extensão Rural em Minas Gerais. São Paulo: Editora Annablume. 2000. 64 . O problema da agricultura de subsistência e algumas de suas implicações. ACAR, Belo Horizonte, 1966. RIBEIRO, J. P., WHARTON JUNIOR., C. R. O programa ACAR em Minas Gerais, Brasil. In: ARAÚJO, P. F.C. ;SCHUH, G. E.. (Coords). Desenvolvimento da agricultura. São Paulo: Pioneira, 1975. p.141-166. (Série Educação, Pesquisa e Assistência Técnica). RICCI, R.; DOUGLAS, P. Agricultura brasileira: políticas públicas, agricultura familiar e extensionismo rural. Viçosa, UFV, Imprensa Universitária, 1989. SACHS, I. Estratégia de transição para o Século XXI. In: BURSTYN, M. (Org.) Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1993, p. 29-56. SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 2.ed. Rio de Janeiro: Record, 2000. 173 p. SEVILLA G., E. Ética ambiental y agroecología: elementos para una estrategia de sustentabilidad contra el neoliberalismo y la globalización econômica. Córdoba: ISEC-ETSIAM, Universidad de Córdoba, España, 1999.(mimeo). SEVILLA, G. E., GUZMÀN, C. G., ALONSO, M. A. Agroecologìa e desarrollo rural sostenible. Espana: Universidad de Córdoba, 1999. (mimeo). SILVA, C. E. M. Democracia e Sustentabilidade na Agricultura: Subsídios para a Construção de um Novo Modelo de Desenvolvimento Rural. Rio de Janeiro: FASE, 2001. 116 p. (Série Cadernos Temáticos, n. 4). SILVA, J. G. O que é questão agrária. 2ed. São Paulo: Brasiliense, 1981. (Coleção Primeiros Passos, Vol.. 18) SILVA, M. C.; LIMA, A. L. O serviço de extensão rural em minas gerais.Viçosa:UFV, 1984. TEIXEIRA, M. C. C. Experiência do CTA-ZM: análise de uma intervenção. Viçosa: UFV, 1994. SOUZA, J.L.; RESENDE, P. Manual de horticultura orgânica. Viçosa, MG: Editora Aprenda Fácil, 2003. VEIGA, E. Cidades Imaginárias: O Brasil é Menos Urbanos do Que se Calcula. Campinas: Autores Associados, 2002. 299 p. VEIGA, J. E. da. Problemas da transição à agricultura sustentável. Estudos Econômicos. São Paulo, v.24, n.especial, p.9-29, 1994. VEIGA, J. E.. O Brasil Rural Precisa de uma Estratégia de Desenvolvimento. 2 a Reimpressão. Brasília: NEAD, 2001. 108 p. (Série textos para discussão, 1). VILAIN, L. De l'exploitation agricole à l'agriculture durable; aide méthodologique à la mise en place de systèmes agricoles eurables. Dijon : Educagri Éditions, 1999. 65 VILAIN, L. La méthodo IDEA: indicateurs de iurabilitè dês exploitations agricoles. Dijon, France: Educagri éditions, 2000. WANDERLEY, M. N. A valorização da agricultura familiar e a reivindicação da ruralidade no Brasil. Desenvolvimento e Meio Ambiente. Curitiba, n. 2, p. 29-37, Jul./Dez., 2000. WANDERLEY, M. N. Raízes históricas do campesinato brasileiro. In: Agricultura familiar realidades e perspectivas. 3 ed. Passo Fundo: UPF, 2001. WEID, J. M. Qual a estratégia para o desenvolvimento rural? In: O Brasil rural precisa de uma estratégia de desenvolvimento. Brasília: NEAD, 2001 (Série textos para discussão, 2). WEID, J. M. Estratégia do PTA. Rio de Janeiro:ASPTA, 1991 (mimeo)pt_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Mestrado em Educação Agrícola

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2005 - Mario Sergio Costa Vieira.pdf343,5 kBAdobe PDFAbrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.