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http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/24509| Tipo do documento: | Dissertação |
| Title: | As pegadas das pessoas que andaram juntas nunca se apagam: ampliando vozes no espaço escolar – ensino de história e educação antirracista |
| Other Titles: | “The footprints of people who walked together never are erased”: expanding voices in the school space - history teaching and anti-racist education. |
| Authors: | Pariz, Mônica Meireles Nogueira |
| Orientador(a): | Silva, Alessandra Pio |
| Primeiro membro da banca: | Silva, Alessandra Pio |
| Segundo membro da banca: | Guimarães, Geny Ferreira |
| Terceiro membro da banca: | Lins, Monica Regina Ferreira |
| Keywords: | Ensino de história;Espaço escolar;Lei 10.639/03;Educação antirracista;History Teaching;school space;Law 10,639/03;anti-racist education |
| Área(s) do CNPq: | Educação |
| Idioma: | por |
| Issue Date: | 25-Aug-2025 |
| Publisher: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro |
| Sigla da instituição: | UFRRJ |
| Departamento: | Instituto de Ciências Humanas e Sociais |
| Programa: | Programa de Pós-Graduação em Ensino de História |
| Citation: | PARIZ, Mônica Meireles Nogueira.“As pegadas das pessoas que andaram juntas nunca se apagam”: ampliando vozes no espaço escolar – ensino de história e educação antirracista. 2025. 119 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025. |
| Abstract: | Este trabalho teve como proposta identificar o potencial da “Pedagogia da Pergunta” enquanto metodologia antirracista, apontando os caminhos e (descaminhos) de sua construção no ensino de História das relações étnico-raciais no espaço escolar, tendo como referência a Lei 10.639/03 que estabeleceu que os conteúdos referentes à História e à Cultura Afro-Brasileira em todo currículo da educação básica, revelando como o Movimento Negro protagonizou essa conquista na legislação educacional ao promover a valorização da identidade negra e denunciar o racismo presente na sociedade brasileira. Em 2008, a norma foi alterada pela Lei 11.645, incluindo a obrigatoriedade do ensino de histórias e culturas indígenas. Com base nas perspectivas de Bulhões (2018) e Gomes (2012) trago reflexões que, mesmo transcorridos 22 anos da Lei 10.639/03, os currículos escolares ainda permanecem conservadores e as poucas atividades desenvolvidas na escola se concentram no mês da consciência negra, revelando não só a resistência quanto ao cumprimento da lei, como também lacunas para sua efetivação. Autores como Gomes (2002) e Munanga (2008) apontam como a escola pode ser o espaço de reeducar o fazer pedagógico para ressignificar o negro positivamente ao problematizar a questão racial, como também fomentar a valorização das identidades étnico-raciais. Utilizo a força da “Pedagogia da Pergunta”, uma metodologia construída em forma de diálogos entre Paulo Freire e Autonio Faundez, para instrumentalizar a Lei 10.639/03 no ensino de História. Apresento, ao final, uma proposta de sequência didática com atividades para que o professor de História possa replicar esses conhecimentos nas suas aulas, fornecendo subsídios para o desenvolvimento de uma educação antirracista. |
| Abstract: | This dissertation aimed to identify the potential of "Pedagogy of Questions" as an anti-racist methodology, highlighting the paths and (misdirections) of its construction in the teaching of History of ethnic-racial relations in schools. Based on Law 10.639/03, which established that content related to Afro-Brazilian History and Culture should be included in the entire basic education curriculum, revealing how the Black Movement led this achievement in educational legislation by promoting the appreciation of Black identity and denouncing racism present in Brazilian society. In 2008, the law was amended by Law 11.645, including the mandatory teaching of Indigenous history and culture. Based on the perspectives of Bulhões (2018) and Gomes (2012), I reflect that, even 22 years after Law 10.639/03, school curricula remain conservative, and the few activities developed in schools focus on Black Consciousness Month, revealing not only resistance to compliance with the law but also gaps in its implementation. Authors such as Gomes (2002) and Munanga (2008) point out how schools can be spaces for re- educating pedagogical practice, positively redefining Blackness by problematizing racial issues and fostering the appreciation of ethnic-racial identities. I draw on the power of the "Pedagogy of Questioning," a methodology developed through dialogues between Paulo Freire and Autonio Faundez, to implement Law 10.639/03 in history teaching. Finally, I present a proposed teaching sequence with activities so that history teachers can replicate this knowledge in their classes, providing support for the development of an anti-racist education. |
| URI: | http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/24509 |
| Appears in Collections: | Mestrado Profissional em Ensino de História |
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