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http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25877| Tipo do documento: | MonografiaEspecializacao |
| Title: | Arborização urbana em Belém-PA: histórico, problemas atuais e propostas de soluções |
| Authors: | Freitas, Joze Melisa Nunes de |
| Orientador(a): | Trindade, Jeanne Almeida da |
| Membro da banca: | Trindade, Jeanne Almeida da;Telles, Flávio Pereira;Brasil, Heliana Maria Silva |
| Keywords: | Espécies arbóreas;Mangifera indica;Educação ambiental;IPTU verde;Tree species;Mangifera indica;Environmental education;Green property tax |
| Issue Date: | 18-Nov-2025 |
| Citation: | FREITAS, Joze Melisa Nunes de. Arborização urbana em Belém-PA: histórico, problemas atuais e propostas de soluções. 2025. 50 f. Monografia (Especialização em Floresta Urbana) - Instituto de Florestas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, Seropédica, 2025. |
| Abstract: | O objetivo deste trabalho foi fazer um levantamento da história da arborização de Belém desde a sua fundação até os dias atuais, mostrando as consequências das espécies escolhidas no passado e os desafios atuais da arborização urbana na cidade de Belém. A partir de uma revisão feita através de pesquisas bibliográficas foi possível analisar o histórico de como foi feita a arborização belenense desde a sua fundação mas, também, das espécies que eram utilizadas antes das mangueiras, até os dias atuais. Quais os problemas enfrentados pelo município em decorrência desse histórico e quais as possíveis soluções. Nos primeiros anos do século XIX com o aterramento do lago do Piri, foram construídas as primeiras ruas e avenidas largas da cidade em busca da urbanização, quando tem os primeiros registros da arborização urbana e das espécies utilizadas em Belém: foram relatadas a presença de árvores como as mamoranas, as sumaumeiras, as árvores-do-pão australianas, as mangueiras, as laranjeiras e os taperebazeiros. No final do século XIX e início do século XX uma das preocupações de Antônio Lemos, inspirada nos padrões europeus, se referi ao meio ambiente e ao uso da natureza, quando disseminou o plantio das marcantes e tradicionais mangueiras para a arborização da cidade e a criação de espaços de preservação e contemplação da natureza. Atualmente a mangueira continua sendo a espécie mais encontrada na cidade, seguida de outras como ipê, o pau-preto, a castanhola, o oiti e o andira uxi. Os principais problemas da arborização urbana em Belém são: a poda mal feita e falta de poda, ambas propiciando a presença de ervas-de-passarinho e árvores que cresceram demais, trazendo riscos para a população, assim como conflitos com edificações e rede elétrica, outros problemas são lixo na base das árvores, tamanho de gola inadequado e base do tronco da árvore cimentada, injúrias, como pregos, arames e anelamento, a falta de educação ambiental e a ausência de árvores nos bairros mais antigos e periféricos. As soluções para esses problemas são um bom planejamento e manutenção da arborização urbana, juntamente com o inventário das árvores da cidade, uma atenção especial para a educação ambiental, a atualização do IPTU verde, projetos, e a implantação das mangueiras em locais adequados, assim como a manutenção das que já existem. A história da arborização urbana em Belém, juntamente com a história da urbanização da cidade foram pontos chaves na formação dos problemas e dos desafios hoje encontrados na arborização da capital paraense. É fato que Belém é a cidade das mangueiras e não é justo que se culpe a espécie pelos transtornos gerados pela falta de manutenção adequada durante longos anos. |
| Abstract: | The objective of this work was to survey the history of tree planting in Belém from its founding to the present day, showing the consequences of the species chosen in the past and the current challenges of urban tree planting in the city of Belém. Based on a review of bibliographic research, it was possible to analyze the history of how Belém's tree planting has been carried out since its founding, as well as the species that were used before mango trees, up to the present day. What problems has the municipality faced as a result of this history, and what are the possible solutions. In the early years of the 19th century, with the landfilling of Lake Piri, the city's first wide streets and avenues were built in pursuit of urbanization. This marked the beginning of records of urban afforestation and the species used in Belém: the presence of trees such as mamoranas, sumaumeiras, Australian breadfruit trees, mango trees, orange trees, and taperebazeiros was reported. At the end of the 19th and beginning of the 20th centuries, one of Antônio Lemos's concerns, inspired by European standards, was the environment and the use of nature, when he promoted the planting of the striking and traditional mango trees for the urban afforestation and the creation of spaces for the preservation and contemplation of nature. Currently, the mango tree remains the most common species found in the city, followed by others such as the ipê, the pau-preto, the castanhola, the oiti, and the andira uxi. The main problems with urban tree planting in Belém are: poor pruning and lack of pruning, both leading to the presence of mistletoe and overgrown trees, posing risks to the population, as well as conflicts with buildings and the electrical grid. Other problems include litter at the base of trees, inadequate collar size and cemented trunk base, injuries such as nails, wires and girdling, lack of environmental education, and the absence of trees in older and peripheral neighborhoods. The solutions to these problems include good planning and maintenance of urban tree planting, along with an inventory of the city's trees, special attention to environmental education, updating the green property tax program, projects, and the planting of mango trees in appropriate locations, as well as the maintenance of those that already exist. The history of urban afforestation in Belém, along with the history of the city's urbanization, were key points in shaping the problems and challenges currently faced in the afforestation of the capital of Pará. It is a fact that Belém is the city of mango trees, and it is not fair to blame the species for the problems caused by a lack of proper maintenance over many years. |
| URI: | http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25877 |
| Appears in Collections: | Monografias da Pós-graduação em Arborização Urbana e Pós-graduação Internacional em Floresta Urbana |
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