Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26828
Tipo do documento: Tese
Título : Estudo da interação de Borrelia burgdorferi e Borrelia anserina (SPIROCHAETALES: SPIROCHAETACEAE) com diferentes linhagens de células de carrapatos (ACARI: IXODIDAE)
Otros títulos : Study of interaction of Borrelia burgdorferi and Borrelia anserina (SPIROCHAETALES: SPIROCHAETACEAE) with different ticks cell lines (ACARI: IXODIDAE)
Autor : Teixeira, Rafaella Câmara
Orientador(a): Fonseca, Adivaldo Henrique da
Primeiro membro da banca: Fonseca, Adivaldo Henrique da
Segundo membro da banca: Oliveira, Ângela de
Terceiro membro da banca: Lara, Flávio Alves
Quarto membro da banca: Cunha, Nathalie Costa da
Quinto membro da banca: Faccini, Joao Luiz Horacio
Palabras clave : Carrapato;cultivo celular;Borrelia burgdorferi;Borrelia anserina;Tick;tick cell culture
Área(s) do CNPq: Parasitologia
Idioma: por
Fecha de publicación : 21-mar-2014
Editorial : Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Sigla da instituição: UFRRJ
Departamento: Instituto de Veterinária
Programa: Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias
Citación : TEIXEIRA, Rafaella Câmara. Estudo da interação de Borrelia burgdorferi e Borrelia anserina (SPIROCHAETALES: SPIROCHAETACEAE) com diferentes linhagens de células de carrapatos (ACARI: IXODIDAE). 2014. 49 f. Tese (Doutorado em Ciências Veterinárias) - Instituto de Veterinária, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2014.
Resumen : O cultivo de tecidos de carrapatos pode contribuir para esclarecimento dos mecanismos de transmissão, aderência celular, migração no interior do vetor e interação do agente com células e tecidos do vetor. O presente estudo teve como objetivo verificar a associação de Borrelia burgdorferi e Borrelia anserina com diferentes linhagens de células de carrapato por citometria de fluxo, microscopia confocal e de fluorescência. Um total de oito linhagens de células embrionárias de carrapatos foi utilizado: Amblyomma variegatum AVL/CTVM17, Hyalloma anatollicum HAE8/CTVM8, Ixodes ricinus IRE/CTVM19, Ixodes scapularis IDE8 e ISE6, Rhipicephalus appendiculatus RA243 e RAE/CTVM1 e Rhipicephalus microplus BME/CTVM2. As espiroquetas foram marcadas com um marcador fluorescente de membrana (PKH67) para visualização e quantificação em citometria de fluxo, microscopia confocal e de fluorescência. As linhagens de células de carrapatos foram cultivadas a uma média de 2,7 x 10 5 células/poço em placas de 24 poços: para cada linhagem de células, três poços foram adicionados 10% de meio BSK-H e 90% de meio de células de carrapato, em outros três poços foram adicionados 90% de meio BSK-H e 10% de meio de células de carrapato. Nos ensaios, B. burgdorferi e B. anserina coradas foram adicionadas às células de carrapatos (razão de 10:1 Borrelia por célula de carrapato) e incubados a 30°C por 24h. A linhagem de células de carrapato com maior percentual médio de células fluorescentes na citometria de fluxo foi tratada com citocalasina D para elucidar o mecanismo de internalização da espiroqueta. O fluoróforo PKH67 se mostrou eficiente na marcação de B. burgdorferi e B. anserina, sem afetar a motilidade e a viabilidade bacteriana. Nas análises da citometria de fluxo, a linhagem RA243 do carrapato R. appendiculatus apresentou a maior taxa de infecção e a linhagem ISE6 do carrapato I. scapularis, juntamente com IRE19 do carrapato I. ricinus, apresentaram menores taxas de infecção para ambas as espiroquetas e em ambos os meios de cultivo. As células de carrapatos apresentaram maior percentual de fluorescência em concentrações mais baixas de BSK-H, que favoreceu a internalização de ambas espiroquetas nas células. Não houve diferença entre o percentual médio de células infectadas por B. anserina e o percentual médio das mesmas células infectadas por B. burgdorferi, em ambos os meios de cultivo. O tratamento da linhagem RA243 com citocalasina D inibiu drasticamente a percentagem média de células infectadas. Na análise morfológica das amostras, houve uma estreita relação entre as espiroquetas e todas as linhagens de células de carrapatos, após 24 horas de incubação. O material fluorescente no interior das células se apresentou de maneira pontual e espiroquetas intactas não puderam ser detectadas, sugerindo sua localização intracelular em fagossomo. Estes resultados indicam que diferenças na capacidade de resposta dos tecidos envolvidos na resposta imune celular podem ser determinantes na competência vetorial dos carrapatos. A marcação de Borrelia spp. com PKH67 pode ser utilizada para análise da associação com células de carrapatos utilizando citometria de fluxo, microscopia confocal e de imunofluorescência.
Abstract: The cultivation of tick tissues may contribute to clarify the mechanisms of transmission, cell adhesion, migration of the agent within the vector and interaction with cells and tissues of the vector. The present study aimed to verify the association of Borrelia burgdorferi and Borrelia anserina with different tick cell lines by flow cytometry, confocal and fluorescence microscopy. A total of eight embryo-derived tick cell lines was used: Amblyomma variegatum cell line AVL/CTVM17, Hyalloma anatollicum cell line HAE8/CTVM8, Ixodes ricinus cell line IRE/CTVM19, Ixodes scapularis cell lines IDE8 e ISE6, Rhipicephalus appendiculatus cell lines RA243 and RAE/CTVM1 and Rhipicephalus microplus cell line BME/CTVM2. Spirochetes were stained with a fluorescent membrane marker (PKH67) for visualization and quantify in flow cytometry, confocal and fluorescence microscopy. Eight tick cell lines were cultured at a mean of 2,75 x 10 5 cells/well on 24-well plates: to each cell line, 3 wells were added of 10% BSK-H medium and 90% tick cell medium, in other 3 wells were added of 90% BSK-H medium and 10% tick cell medium. In the assays, B. burgdorferi and B. anserina stained was added to tick cells (in Borrelia to tick cell ratio 10:1) and incubated at 30°C per 24 h. The tick cell line with higher mean percentage of fluorescent cells on flow cytometry was treated with cytochalasin D to elucidate the mechanism of internalization of the spirochete. In the morphological analysis of the samples, there was a close relationship between spirochetes and tick cells lines after 24 hours of incubation. The fluorescent material within the cells appeared intact and timely manner spirochetes could not be detected, suggesting intracellular location in phagosome. PKH stain was shown to efficiently stain B. burgdorferi e B. anserina without affecting bacterial viability or motility. In flow cytometry analyses, the tick cell line RA243 from R. appendiculatus showed the highest rate of infection and the line ISE6 from I. scapularis, along with the line IRE19 from I. ricinus, had lower rates of infection for both spirochetes and in both culture media. Tick cells showed a higher percentage of fluorescence in lower concentrations of BSK-H, it favored the internalization of both spirochetes in cells. The treatment of RA243 line with cytochalasin D dramatically inhibited the average percentage of infected cells. There was no difference between the average percentage of cells infected with B. anserina and the average percentage of those infected with B. burgdorferi cells in both culture media In the morphological analysis of the samples, there was a close relationship between both spirochetes and all tick cell lines, after 24 hours of incubation. The fluorescent material inside the cells was presented like points and intact spirochetes could not be detected, suggesting its intracellular localization in phagosome. These results indicate that differences in responsiveness of the tissues involved in the cellular immune response may determine the vector competence of ticks. PKH labelling of borreliae can be used for analysis of borrelial association with tick cells using flow cytometry, confocal and fluorescence microscopy.
URI : http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26828
Aparece en las colecciones: Doutorado em Ciências Veterinárias

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción Tamaño Formato  
2014 - Rafaella Câmera Teixeira.pdf3,12 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Los ítems de DSpace están protegidos por copyright, con todos los derechos reservados, a menos que se indique lo contrario.