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Tipo do documento: Tese
Title: Metabolismo e fisiologia de conyza sumatrensis resistente a herbicidas
Other Titles: Physiological and metabolism responses of conyza sumatrensis to herbicides
Authors: Leal, Jéssica Ferreira Lourenço
Orientador(a): Pinho, Camila Ferreira de
Primeiro coorientador: Machado, Aroldo Ferreira Lope
Primeiro membro da banca: Pinho, Camila Ferreira de
Segundo membro da banca: Oliveira Junior, Rubem Silverio de
Terceiro membro da banca: Dalazen, Giliardi
Quarto membro da banca: Borella, Junior
Quinto membro da banca: Damasceno Junior, Pedro Corrêa
Keywords: Resistência Múltipla. c.;Fluorescência da Clorofila a.;Multiple resistance;Genetic inheritance;Chlorophyll Fluorescence
Área(s) do CNPq: Agronomia
Idioma: por
Issue Date: 24-Jun-2022
Publisher: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Sigla da instituição: UFRRJ
Departamento: Instituto de Agronomia
Programa: Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia
Citation: LEAL, Jéssica Ferreira Lourenço. Metabolismo e fisiologia de conyza sumatrensis resistente a herbicidas. 2022. 114f. Tese (Doutorado em Fitotecnia) - Instituto de Agronomia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2022.
Abstract: A Conyza spp. é considerada uma das principais plantas daninhas do Brasil e tem sido frequentemente associada a casos de resistência a herbicidas. O cenário é pior em casos de resistência múltipla a herbicidas. Os objetivos deste estudo foram entender o metabolismo e fisiologia de Conyza sumatrensis resistente a herbicidas e o tipo de herança genética para resistência ao paraquat e diquat. No Capítulo I foi observado que herbicidas inibidores do FSI e FSII mostram rápidas alterações no índice de desempenho fotossintético mesmo antes de serem observados danos visuais de crescimento e desenvolvimento. A técnica de fluorescência da clorofila a demonstram claramente um potencial para rastrear rapidamente as perturbações metabólicas em Conyza sob aplicação dos herbicidas metribuzin e paraquat. No Capítulo II foi descrito que os sintomas observados no biótipo resistente ao 2,4-D foram necrose nas folhas em 30 minutos, com o restabelecimento do crescimento normal dentro de 1 a 2 semanas após o tratamento com 2,4-D. O biótipo resistente a 2,4-D mostra um rápido dano fotossintético e aumento no conteúdo de H2O2 em comparação ao biótipo suscetível. Além disso, a atividade da enzima antioxidante basal é maior no biótipo resistente. No Capítulo III, foi sugerido que o biotipo de buva com múltipla resistência aos herbicidas 2,4-D, paraquat, saflufenacil, glifosato e diuron pode também apresentar resistência aos herbicidas inibidores ALS clorimuron-etílico, imazapique + imazapir e etoxissulfurom. Estudos serão desenvolvidos para confirmar a hipótese através de dose-resposta. O capítulo IV confirmou a resistência de C. sumatrensis ao diquat com fator de resistência de 25,6 e 6,35 para LD50 e GR50, respectivamente, em comparação com o biótipo suscetível. O biótipo resistente ao paraquat não induz as enzimas antioxidantes, como um possível mecanismo de resistência ao paraquat, mas mostra rápida recuperação dos parâmetros fotossintéticos e crescimento contínuo quando submetido ao paraquat, enquanto o biótipo suscetível não sobrevive a aplicação do herbicida paraquat e morre. No Capítulo V conclui-se que a resistência ao paraquat em F2 e F3 foi baseada em um modelo de um único gene dominante (3:1), enquanto os resultados do diquat foram baseados em dois genes segregados independentemente (15:1) em Conyza sumatrensis.
Abstract: Conyza spp. is considered one of the most important weeds in Brazil and has been frequently associated with cases of herbicide resistance. The scenario is even worse when multiple herbicide resistance is involved. In this work, we studied the metabolic and physiological responses of resistant and susceptible Conyza sumatrensis to herbicides and identified the kind of genetic inheritance of paraquat and diquat resistance in Conyza sumatrensis. In Chapter I, it was found that both PSII- and PSI -inhibiting herbicides show a rapid negative effect on photosynthetic energy dynamics that can be monitored prior to the onset of a visual effect of the herbicide, demonstrating the potential use of chlorophyll fluorescence to rapidly investigate herbicide-induced metabolic disorders. In chapter II, it was described that the resistant biotype showed necrosis in leaves about 30 minutes after application and plants recovered from leaf damage 1 to 2 weeks after 2,4-D application. The 2,4-D-resistant biotype exhibited rapid photosynthetic damage and increased H2O2 content compared with the susceptible biotype. In addition, basal antioxidant enzyme activity is higher in the resistant biotype. In chapter III, it was suggested that the biotype with multiple resistance to the herbicides 2,4-D, paraquat, saflufenacil, glyphosate, and diuron may also have resistance to the herbicide inhibitors ALS chlorimuron-ethyl, imazapique + imazapyr, and ethoxysulfuron. Studies are being developed to confirm this hypothesis. Chapter IV confirms resistance of C. sumatrensis to diquat by the dose-response test with a resistance factor of 26-fold and 6-fold for LD50 and GR50 values, respectively, compared to the susceptible biotype. The paraquat-resistant biotype does not induce antioxidant enzymes, which is a possible mechanism for resistance to paraquat, but shows rapid recovery of photosynthesis and continued growth when exposed to paraquat. In Chapter V, it was demonstrated that paraquat resistance in F2 and F3 is based on a model with a single dominant gene (3:1), while the diquat results are based on two independently segregated genes (15:1) in C.sumatrensis.
URI: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/20027
Appears in Collections:Doutorado em Fitotecnia

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