Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26808
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorAfonso, Nathália Santa Rita-
dc.date.accessioned2026-11-03T12:56:23Z-
dc.date.available2026-11-03T12:56:23Z-
dc.date.issued2026-05-29-
dc.identifier.citationAFONSO, Nathalia Santa Rita. Sujeitos amedrontado(re)s: medo do anti-normativo que nos habita ou pode nos habitar. 2026. 74 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Instituto de Educação, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26808-
dc.description.abstractFalar sobre o medo é falar sobre afetos; discutir sobre emoções é também discutir questões ético-políticas e falar de um sofrimento ético-político (Sawaia, 1999) é falar sobre a dor social de ser colocado no lugar de abjeto, como postulado por Butler (1993). Por isso falar sobre o medo, afeto que é comum a todos nós, é também falar sobre a utilização desse sentimento para controlar corpos minorizados, perpetuando nosso sofrimento. Todos tememos, faz parte da nossa realidade enquanto seres humanos, é um afeto fundamental à nossa preservação enquanto espécie, ter medo faz com que nós possamos evitar situações de perigo. Mas o que acontece quando esse afeto que nos ajuda na nossa autopreservação é utilizado contra nós? Desta forma, o presente trabalho objetiva refletir sobre como o medo atravessa sujeitos LGBTQIA+, sobre como o medo pode ser uma ferramenta de controle de corpos minoritários de direitos, corpos que vivem à margem da sociedade ou corpos abjetos. É na tensão do medo afeto individual e do medo afeto coletivo/social, que começo a refletir sobre a construção de sujeitos LGBTQIA+ enquanto amedrontados e amedrontadores. Trata-se de uma pesquisa qualitativa constituída por pesquisa bibliográfica e reflexão teórica sobre o tema, estruturada em torno dos seguintes eixos: 1) especificar o que é o medo e como ele aparece na História e no imaginário social da sociedade ocidental; 2) tentativa de uma genealogia da norma e como o sujeito LGBTQIA+ é subjetivado a partir de instituições normativas, que movimentos ele faz para transgredir ou reiterar a norma; 3) reflexão sobre novas possibilidades, o que sujeitos amedrontados e amedrontadores poderiam produzir como potência? Qual a potência positiva do medo? Seríamos então corajosos exatamente por termos medo? Seria o medo também um afeto que gera movimento, para além de apenas sobreviver? Assim, pretende-se como resultado refletir sobre a gestão do medo na constituição das subjetividades LGBTQIA+ no Brasil contemporâneo.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectafetospt_BR
dc.subjectgêneropt_BR
dc.subjectmedopt_BR
dc.subjectsexualidadept_BR
dc.subjectsofrimento ético-políticopt_BR
dc.subjectsubjetividades LGBTQIA+pt_BR
dc.subjectaffectionpt_BR
dc.subjectethical-political sufferingpt_BR
dc.subjectfearpt_BR
dc.subjectgenderpt_BR
dc.subjectLGBTQIA+ subjectivitiespt_BR
dc.subjectsexuality.pt_BR
dc.titleSujeitos amedrontado(re)s: medo do anti- normativo que nos habita ou pode nos habitarpt_BR
dc.title.alternativeFrightened/frightening individuals: fear of the anti-normative that dwells within or could inhabit usen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherTalking about fear is talking about affection; discussing emotions is also discussing ethical-political matters e talking about ethical-political suffering (Sawaia, 1999), is talking about the social pain of being put in a place of abjection, as theorized by Butler (1993). For this reason talking about fear, an affection common to all of us, is also talking about the utilization of this sentiment to control minimized bodies, perpetuating our suffering. We all fear, is part of our reality as human beings, is a fundamental affection for our preservation as a species, being afraid makes us avoid dangerous situations. But what happens when this affection that helps in our self preservation is used against us? Thus, the present essay has the objective of reflecting about how fear crosses subjects LGBTQIA+, about how fear can be an apparatus used to control minority rights bodies, bodies that live at the edge of society or abject bodies. It’s in the tension of fear as an individual affection and of fear a collective/social affection, that I start to ponder about the construction of LGBTQIA+ subjects as frightened and frightening. This is a qualitative research constituted by bibliographical research and theoretical reflection of the theme, structured around the following axes: 1) specifying what is fear and how it appears in History and the social imaginary of western society; 2) attempt at a genealogy of the norm and how the LGBTQIA+ subject is subjectified from normative institutions and what movements they do to trespass or reaffirm the norm; 3) a reflection on new possibilities, what can frightened and frightening subjects generate as power? What is the positive power of fear? Could we be courageous exactly because we are afraid? Could fear also be an affection that generates movements other than those necessary for survival? Thus the aim for a result is to ponder on the management of fear on the constitution of LGBTQIA+ subjectivities in contemporary Brasil.en
dc.contributor.advisor1Silva Junior, Aureliano Lopes da-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9872-9830pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6480978260525004pt_BR
dc.contributor.referee1Silva Junior, Aureliano Lopes da-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9872-9830pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6480978260525004pt_BR
dc.contributor.referee2Guerreiro, Raquel de Oliveira-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-8708-9068pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6167537713572525pt_BR
dc.contributor.referee3Uziel, Anna Paula-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4721672637528871pt_BR
dc.contributor.referee4Silva, Daniele Andrade da-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/3354563191950503pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2690810593435513pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.relation.referencesABREU, Diego Candido.; SILVEIRA, Fernanda Vieira da Rocha. Afeto, emoções e sentimentos: uma revisão do estado da arte. The Especialist, [S. l.], v. 46, n. 1, p. 566–586, 2025. DOI: 10.23925/2318-7115.2025v46i1e68100. AHMED, Sara. The Promise of Happiness. Durham and London: Duke University Press, 2010. ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos Feministas, [s. l.], v. 8, n. 1, p. 229-236, 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880/9106. Acesso em: 14 nov. 2024. BAPTISTA, Luis Antonio.; A Atriz, o Padre e a Psicanalista - os Amoladores de Facas. A Cidade dos Sábios. São Paulo: Summus, 1999. p. 45 a 49. BEARD, Frederica. Is Fear Essential to Well-Being? The Biblical World, v. 50, n. 1, p. 13-17, 1917, pp. 13–17. JSTOR, http://www.jstor.org/stable/3136129. Acesso 16 Nov. 2024. BELLACASA, Maria Puig de la. ‘Nada vem sem seu mundo‘: pensando com cuidado. The Sociological Review, Reino Unido, 2012. BELLACASA, Maria Puig de la. Questões de cuidado: Ética especulativa em Mundos mais do que humanos. [S. l.]: Editora da Universidade de Minnesota, 2017. ISBN 978-1-5179-0064-9. BENEVIDES, Bruna G. DOSSIÊ: assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras em 2025. Brasília, DF: ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), 2026. ISBN 978-65-986036-3-2. Disponível em: https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2026/01/dossie-antra-2026.pdf. Acesso em: 15 maio 2026. BENTO, Berenice. Liberdade é não ter medo. Cult, 13 jan. 2016. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/liberdade-e-nao-ter-medo/. Acesso em: 10 maio 2026. BENTO, Cida. O Pacto da Branquitude. 1o. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. ISBN 978-65-5921-232-3. BOMFIM, Rainer; SALLES, Victória; BAHIA, Alexandre. Necropolítica Trans: o gênero, cor e raça das LGBTI que morrem no Brasil são definidos pelo racismo de Estado. Argumenta Journal Law, Jacarezinho – PR, Brasil, n. 31, 2019, p. 153-170 BORRILLO, Daniel. Homofobia: A história e a crítica de um preconceito. Tradução: Guilherme João de Freitas Teixeira. 1o. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. ISBN 978-85-7526-456-0. 68 BUTLER , Judith. Corpos que pesam: sobre os limites discursivos do "sexo". In: LOURO, Guacira Lopes (org.). O Corpo Educado: Pedagogias da Sexualidade. 2o. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. p. 110-124. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/1230/Guacira-Lopes- Louro-O-Corpo-Educado-pdf-rev.pdf?sequence=1&isAllowed=y. BUTLER, Judith. Os atos performativos e a constituição do gênero: um ensaio sobre fenomenologia e teoria feminista. Tradução de Jamille Pinheiro Dias. Belo Horizonte: Edições Chão da Feira, 2018. (Caderno de Leituras, n. 78). Disponível em: https://chaodafeira.com/catalogo/caderno78/ Acesso em: 15 maio 2026. CARRARA, Sérgio. MORALIDADES, RACIONALIDADES E POLÍTICAS SEXUAIS NO BRASIL CONTEMPORÂNEO. Mana, v. 21, n. 2, p. 323–345, ago. 2015. CASSAL, Luan Carpes Barros.; BICALHO, Pedro Paulo Gastalho de. Homofobia e sexualidade: o medo como estratégia de biopoder. Revista de Psicologia da UNESP 10(2), p. 57-64, 2011 CAVALCANTI, Céu; BARBOSA, Roberta Brasilino; BICALHO, Pedro Paulo Gastalho. Os Tentáculos da Tarântula: Abjeção e Necropolítica em Operações Policiais a Travestis no Brasil Pós-redemocratização. Psicologia: Ciência e Profissão, 38(n.spe.2), p. 175-191, 2018. CHAUI, Marilena.; Desejo, Paixão e Ação na Ética de Espinosa. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. ISBN 978-85-8086-063-4 CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Tentativas de Aniquilamento de Subjetividades LGBTIs. 1o. ed. Brasília, DF: CFP, 2019. 220 p. ISBN 978-85- 89208-93-2. COSTA, Jurandir Freire. A construção cultural da diferença dos sexos IN Sexualidade, Gênero e Sociedade. Publicação Semestral, Ano 2, Número 3, junho de 1995, pp. 3-8. COSTA, Jurandir Freire. Os Amores que Não se Deixam Dizer. In: LANCETTI, Antonio. SaúdeLoucura 3. São Paulo: Hucitec, 1992. v. 5, cap. 3, p. 21-37. COSTA, Pedro Henrique Antunes da; MENDES, Kíssila Teixeira. Colonização, Guerra e Saúde Mental: Fanon, Martín-Baró e as Implicações para a Psicologia Brasileira . Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 36, n. spe, p. e36nspe14, 2020. CROMPTON, Louis. The Myth of Lesbian Impunity Capital Laws from 1270 to 1791F. Journal of Homosexuality, [s. l.], 1981. CURIEL, Ochy. A Nação Heterossexual: Análise do discurso jurídico e do regime heterossexual a partir da antropologia da dominação. Tradução: Marina Waquil, Sheyla Miranda. 1o. ed. Belo Horizonte: Luas, 2024. ISBN 978-65-81177-15-7. 69 DAMÁSIO, António. A Estranha Ordem das Coisas: as origens biológicas dos sentimentos e da cultura. 1o. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. ISBN 978 -85 -359-3111-2. DAMÁSIO, António. Em busca de Espinosa: prazer e dor na ciência dos sentimentos. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. DE PERRA, Hija. Interpretações Imundas de como a Teoria Queer coloniza nosso contexto sudaca, pobre de aspirações e terceiro-mundista, perturbando com novas construções de gênero aos humanos encantados com a heteronorma. Revista Periódicus, [s. l.], ed. 2o, Novembro 2014/Abril 2015. Disponível em: www.portalseer.ugba.br/index.php/revistaperiodicus/index. Acesso em: 21 abr. 2026. DELUMEAU, Jean.; História do Medo no Ocidente: 1300-1800. 1o. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. ISBN 978-85-359-1454-2. DÍAZ-BENÍTEZ, María Elvira. Bicha Preta Vive: Sobre rotas e travessias para fugir da desesperança. Revista LatinoAmericana: Sexualidade, Salud y Sociedad, [s. l.], n. 41, 2025. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio- 1619521. Acesso em: 21 abr. 2026. DUARTE, André de Macedo. Reler Foucault à luz de Butler: repensar a Biopolítica e o Dispositivo da Sexualidade. Doispontos: Revista dos Departamentos de Filosofia da Universidade Federal do Paraná e da Universidade Federal de São Carlos, Curitiba, v. 14, n. 1, p. 253-264, 2017. ESPERIDIÃO-ANTÔNIO, Vanderson; MAJESKI-COLOMBO, Marilia; TOLEDO- MONTEVERDE, Diana; MORARES MARTINS, Glaciele; JOSÉ FERNANDES, Juliana; BAUCHIGLIONI DE ASSIS, Marjorie; SIQUEIRA BATISTA, Rodrigo. Neurobiologia das Emoções. Rev. Psiq, Clin, [s. l.], v. 35, ed. 2, p. 55-65, 2008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rpc/a/t55bGGSRTmSVTgrbWvqnPTk/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 20 nov. 2024. FEDERICI, Silvia. Calibã e a Bruxa: Mulheres, corpo e acumulação primitiva. Tradução: Coletivo Sycorax. 2o. ed. rev. São Paulo: Elefante, 2023. ISBN 978-85- 93115-90-5. FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. 13. ed. Tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro: Graal, 1999. GRANDA, Alana. Pesquisa reunirá dados sobre saúde mental de 3,5 mil pessoas LGBTI+. In: Agência Brasil. Rio de Janeiro, 2023. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-07/pesquisa-reunira-dados- sobre-saude-mental-de-35-mil-pessoas-lgbti. Acesso em: 16 maio 2026. GRATTAN, Sean. The Promise of Happiness. Social Text Online, [S. l.], p. ., 8 fev. 2011. Disponível em: https://socialtextjournal.org/the-promise-of-happiness/. Acesso em: 16 maio 2026. GUZZO, Morgani; SCHEIBE WOLFF, Cristina. Afetos no engajamento político das Marchas das Vadias no Brasil (2011-2017). Revista Estudos Feministas, [S. l.], v. 28, n. 2, 2020. DOI: 10.1590/1806-9584-2020v28n272429. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/1806-9584-2020v28n272429. Acesso em: 16 maio 2026. ITABORAHY, Lucas Paoli. Pessoas LGBT vivendo em pobreza no Rio de Janeiro. Londres, Reino Unido: Micro Rainbow International, 2015. J. J. The psychology of fear. Science, v. 8, n. 193, p. 351-352, 15 out. 1886. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/1761352. Acesso em: 16 nov. 2024. JESUS, Jaqueline Gomes de. XICA MANICONGO: A TRANSGENERIDADE TOMA A PALAVRA. Revista Docência e Cibercultura, [S. l.], v. 3, n. 1, p. 250–260, 2019. DOI: 10.12957/redoc.2019.41817. Disponível em: https://www.e- publicacoes.uerj.br/re-doc/article/view/41817. Acesso em: 10 abr. 2026. KLEIN, Esther. Psicologia do medo: Por que sentimos medo, e como ele é explorado pelos filmes de terror?. In: DIAS, Maurício (ed.). Psicologia do medo: Por que sentimos medo, e como ele é explorado pelos filmes de terror?. Ilustração: Yasmin Faccin. [S. l.]: Revista Arco Jornalismo Científico e Cultural, 29 out. 2020. Disponível em: https://ufsm.br/r-601-6284. Acesso em: 19 nov. 2024. KOSHINO, Taís. Pelo direito de existir: Ativismo indígena lgbtqia+ no Brasil. [S. l.], p. 1-26, 2021. Disponível em: https://www.goethe.de/resources/files/pdf239/for-the- right-of-exist_indigenous-lgbtqia-activism-in-brazil_online_fa_pt_za-v2.pdf. Acesso em: 10 abr. 2026. LE BRETON, David. A Sociologia do Corpo. 5o. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. ISBN 978-85-326-3327-9. LEIVAS, Cláudio R. C. A Paixão Política do Medo na Concepção de Hobbes. Dissertatio Revista de Filosofia, [s. l.], v. 33, p. 341-353, 2011. DOI https://doi.org/10.15210/dissertatio.v33i0.8729. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/dissertatio/article/view/8729. Acesso em: 20 nov. 2024. LIMA DUARTE, Constância; ROSADO NUNES, Isabella (org.). Escrevivência: a escrita de nós: Reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. 1o. ed. Rio de Janeiro: MINA Comunicação e Arte, 2020. ISBN 978-65-992547-0-3. LORDE, Audre. Usos do erótico: o erótico como poder. In: LORDE, Audre. Irmã Outsider: Ensaios e Conferências. Tradução: Stephanie Borges. 1o. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2019. ISBN 978-85-513-0435-8. MAGIOLINO, Lavínia Lopes Salomão. EMOÇÕES HUMANAS E SIGNIFICAÇÃO NUMA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL DO DESENVOLVIMENTO HUMANO: um estudo teórico da obra de Vigotski. Orientadora: Ana Luiza Bustamante Smolka. 2010. 187 p. Tese (Doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2010. Disponível em: https://www.unifal- mg.edu.br/humanizacao/wp-content/uploads/sites/14/2017/11/magiolino_2-1.pdf. Acesso em: 1 dez. 2025. MANSANO, Sônia Regina Vargas; NALLI, Marcos. O medo como dispositivo biopolítico. Psicol. teor. prat., São Paulo , v. 20, n. 1, p. 85-97, abr. 2018 . Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516- 36872018000100005&lng=en&nrm=iso. Acesso em 15 de fevereiro de 2023 MARILENA Chauí: "Liberdade é afastar as paixões tristes". In: Vermelho A esquerda bem informada. [S. l.], 2016. Disponível em: https://vermelho.org.br/2016/09/23/marilena-chaui-liberdade-e-afastar-as-paixoes- tristes/#:~:text=%E2%80%9CPaix%C3%A3o%20e%20a%C3%A7%C3%A3o%20ca minham%20juntas,mais%20forte%20do%20que%20ela%E2%80%9D. Acesso em: 29 nov. 2024. MARINHO, Alexandre Ceconello. Histórias de vidas de transexuais: afirmação identitária e sofrimento ético-político em questão. História Oral: História oral, gênero e interseccionalidades, [s. l.], v. 25, n. 1, 2022. DOI https://doi.org/10.51880/ho.v25i1.1231. Disponível em: https://revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1231. Acesso em: 16 maio 2026. MASON, Gail. The Spectacle of Violence. London and New York: Routledge, 2002. MBEMBE, Achille. Necropolítica. [S. l.]: N-1 edições, 2018. MEDO. In Dicio, Dicionário de Online de Português, Porto: 7Graus, 2024. Disponível em: https://www.dicio.com.br/medo/. Acesso em: 10/11/2024. MEDO. In Priberam Dicionário, Priberam Informática, S.A. 2024. Disponível em: https://dicionario.priberam.org/medo Acesso em: 10/11/2024. MELLO, Germana Maria Guinle de. CIDADE ARMÁRIO: O APAGAMENTO E O NÃO-LUGAR COMO EXPRESSÕES DE UM DIREITO CIS-HETERONORMATIVO. Orientador: Thula Rafaela de Oliveira Pires. Monografia (Bacharel em Direito) - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro, 2018. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/37933/37933.PDF. Acesso em: 15 maio 2026. MOTT, Luiz. Homofobia: uma praga cristã. Dossiê: Gênero e Violência na População LGBTQI no Brasil, [s. l.], v. 9, n. 2, p. 66-73, Agosto/Dezembro 2016. Disponível em: https://scispace.com/pdf/homofobia-uma-praga-crista-dossie-genero- e-violencia-na-4muiaxu2x9.pdf. Acesso em: 21 abr. 2026. NASCIMENTO, Ana Clara Azanha do; SPINK, Mary Jane Paris; BRAMBILLA, Beatriz Borges. Entre Safo de Lesbos e Audre Lorde: amores e erotismos entre mulheres na Grécia Antiga e século XXI. Reoriente: Feminismos no século XXI, [s. l.], v. 4, n. 1, p. 74-103, 2024. DOI https://doi.org/10.54833/10.54833//RED.v4i1p1- 203. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/reoriente/article/view/64646. Acesso em: 29 abr. 2026. PANKSEPP, Jaak; WATT, Douglas. What is Basic About Basic Emotions?: Lasting Lessons From Affective Neuroscience. Emotion Review, [s. l.], v. 3, n. 4, 2011. DOI DOI: 10.1177/1754073911410741. Disponível em: https://www.academia.edu/17183796/What_is_Basic_about_Basic_Emotions_Lastin g_Lessons_from_Affective_Neuroscience. Acesso em: 16 nov. 2024. PIZA, Suze. A construção do conceito de necropolítica e sua apropriação no Brasil. Scielo em Perspectiva: Humanas, 7 mar. 2022. Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/03/07/a-construcao-do-conceito-de- necropolitica-e-sua-apropriacao-no-brasil/. Acesso em: 11 maio 2026. PORCHAT, Patrícia. Um corpo para Judith Butler. Periódicus, Salvador, v. 1, n. 3, p. 37-51, 2015. PRADO, Marco Aurélio Máximo; MACHADO, Frederico Viana. Preconceito contra Homossexualidades: A hierarquia da invisibilidade. São Paulo: Cortez, 2008. Preconceitos; PRECIADO, Paul B. A CORAGEM DE SER VOCÊ MESMO. In: PRECIADO, Paul B. Transfeminismo. [S. l.]: N-1 edições, 2018. p. 15-22. PRECIADO, Paul B. Eu sou o monstro que vos fala: relatório para uma academia de psicanalistas. Tradução de Carla Rodrigues. 1. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2022. QUINALHA, Renan. Movimento LGBTI+: uma breve história do século XIX aos nossos dias. 1o. ed.; 1o reimp. Belo Horizonte: Autêntica, 2023. ISBN 978-65-5928- 168-8. REICH, Wilhelm. Escuta, Zé Ninguém!. 3. ed. [S. l.]: Livraria Martins Fontes, 1974. REICH, Wilhelm. Análise do Caráter. Tradução: Ricardo Amaral do Rego. 3o. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. ISBN 978-85-336-0864-1 5o reimpr. REIS, Toni; CAZAL, Simón (org.); COSTA, Mateus Cesar; CHAIA, Sara (coord.). Manual de Direitos e LGBTI+. Curitiba, 2022. ISBN 978-65-996727-3-6. (Enciclopédia LGBTI+; 3). SANTOS SOUZA, Neusa. Tornar-se Negro: ou As vicissitudes da identidade do negro brasileiro em ascensão social. 1o. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2021. ISBN 978- 65-5979-029-6. SAWAIA, Bader. O Sofrimento Ético-Político como Categoria de Análise da Dialética Exclusão/Inclusão. In: SAWAIA, Bader (org.). AS ARTIMANHAS DA EXCLUSÃO: Análise psicossocial e ética da desigualdade social. 11°. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. cap. 6, p. 99-119. ISBN 978-85-326-2261-7. SAWAIA, Bader; ALBUQUERQUE, Renan; BUSARELLO, Flávia (org.). Afeto & Autoritarismo: Expressões psicossociais da política brasileira. 1o. ed. Taubaté: Letra Selvagem, 2023. ISBN 978-65-89841-21-0. SCARPATO, Artur. Os Quatro Padrões de Resposta Frente ao Perigo: lutar- fugir – congelar – desfalecer. São Paulo, 20--. Disponível em: https://psicoterapia.psc.br/as-quatro-direcoes-do-ansiedade-e-medo-lutar-fugir- congelar-desfalecer/. Acesso em: 29 nov. 2024. SILVA, Marina. Casais LGBTI correm para casar antes de Bolsonaro assumir. UOL Universa, 2 nov. 2018. Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2018/11/02/casais-lgbti-correm- para-casar-antes-de-bolsonaro-assumir.htm. Acesso em: 15 maio 2026. SILVA, Robson Aparecido da Costa; MESQUITA, Marcos Ribeiro. REFLEXÕES SOBRE O ARMÁRIO: TRAMAS, RESISTÊNCIAS E (IN)VISIBILIDADES. PERSPECTIVAS EM DIÁLOGO: Revista de Educação e Sociedade, Naviraí, v. 12, n. 30, p. 16-31, jan./mar. 2025. STANLEY HALL, G. A Study of Fears. The American Journal of Psychology, [S. l.], v. VIII, n. 2, p. 147-249, jan. 1897. DOI https://doi.org/10.2307/1410940. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/1410940. Acesso em: 16 nov. 2024. SUTHERLAND, Juan Pablo. Os efeitos políticos-culturais da tradução do queer na América Latina. Revista Periódicus, [s. l.], Maio/Outubro 2014. Disponível em: https://www.oasisbr.ibict.br/vufind/Record/UFBA- 8_e55a5ea828e311843a4fb900a691dd18. Acesso em: 21 abr. 2026. v. 5. VASCONCELOS, Jack. G.R.E.S. Paraíso do Tuiuti: Quem tem Medo de Xica Manicongo?. In: LIESA - LIGA INDEPENDENTE DAS ESCOLAS DE SAMBA DO RIO DE JANEIRO. Livro Abre-Alas - Carnaval 2025 (Grupo Especial). Rio de Janeiro: [s. n.], 2025. p. 92(1)-155(64). Disponível em: https://liesa.org.br/downloads/carnaval/Terca.pdf. Acesso em: 10 abr. 2026. VITALI, Marieli Mezari; SOUZA, Laila Vefago de. Sofrer além do corpo: o sofrimento ético-político na vivência LGBTQIA+. Revista Psicologia Argumento, [s. l.], v. 41, n. 115, 2023. DOI http://dx.doi.org/10.7213/psicolargum.41.115.AO09. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/psicologiaargumento/article/view/30763. Acesso em: 16 maio 2026. WHAT Happened, Miss Simone?. Direção: Liz Garbus. [S. l.]: Netflix, 2015. Disponível em: https://www.netflix.com/search?q=what%20happe&jbv=70308063. Acesso em: 10 maio 2026. WITTIG, Monique. O Pensamento Hétero: e outro ensaios. Tradução: Maíra Mendes Galvão. 1o. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2022. ISBN 978-65-5928-012-4.pt_BR
dc.subject.cnpqPsicologiapt_BR
Aparece nas coleções:Mestrado em Psicologia

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2026 - Nathalia Santa Rita Afonso.pdf852,53 kBAdobe PDFAbrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.